Andreas Eduardo de Almeida, conhecido no meio do surf como Déia, faleceu nesta terça-feira (25), aos 47 anos, em Santa Catarina. Natural de Balneário Piçarras, no Litoral Norte do estado, o atleta marcou época nas décadas de 1990 e 2000 com conquistas nacionais. A causa da morte ainda não foi informada pela família.
A notícia se espalhou por redes sociais e grupos de surfistas catarinenses durante a tarde de terça-feira. Moradores e praticantes do esporte em Balneário Piçarras lembram o surfista pelo estilo técnico e pela dedicação às ondas locais.
Trajetória no circuito profissional
Andreas começou a competir cedo nas praias de Piçarras e região. Em 1998 conquistou o vice-campeonato catarinense profissional. O resultado colocou o nome dele entre os principais atletas do estado na época.
Quatro anos depois, em 2002, venceu a terceira etapa do SuperSurf em Itamambuca, São Paulo. O campeonato reunia os melhores surfistas do país naquele período.
Legado para novas gerações
Déia atuava como incentivador de jovens surfistas em Balneário Piçarras. Muitos atletas locais cresceram acompanhando as manobras e os treinos do catarinense nas ondas da região. Ele representava o espírito competitivo do surf de Santa Catarina com técnica apurada e consistência.
O atleta mantinha rotina de treinos mesmo após reduzir participações em competições profissionais. Amigos destacam que Andreas continuava frequentando as praias onde aprendeu a surfar.
Repercussão na comunidade local
A Prefeitura de Balneário Piçarras divulgou nota oficial de pesar na tarde de terça-feira. O texto manifesta condolências aos familiares e amigos do surfista. Outros órgãos municipais também publicaram mensagens de solidariedade.
Homenagens nas redes sociais
Surfistas profissionais e amadores de Santa Catarina compartilharam fotos antigas com Andreas. Publicações lembram momentos de competições e sessões de surf na região. Mensagens destacam a influência do atleta no desenvolvimento do esporte no litoral norte catarinense.
Presença constante nas ondas
Andreas Eduardo de Almeida era figura frequente nas praias de Balneário Piçarras até os últimos anos. Praticantes relatam que ele mantinha contato direto com a nova geração de competidores locais, orientando sobre leitura de ondas e estratégias de competição. Sua trajetória começou ainda na adolescência, quando passou a disputar etapas regionais e depois nacionais com regularidade.
