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Osasco inicia Mundial de Clubes de vôlei feminino contra Alianza Lima nesta terça em São Paulo às 20h30

Osasco Voleibol Clube
Foto: Osasco Voleibol Clube - X.com/ OsascoVC

O Mundial de Clubes de vôlei feminino começa nesta terça-feira, 9 de dezembro de 2025, na Arena Mercado Livre Pacaembu, em São Paulo. O Osasco São Cristóvão Saúde enfrenta o Alianza Lima, do Peru, às 20h30 no horário local, marcando a abertura da fase de grupos para o time brasileiro.

Como anfitrião e atual campeão da Superliga, o Osasco entra com favoritismo no Grupo A. A partida inicia uma semana intensa de confrontos internacionais, com transmissão ao vivo pela CazéTV no YouTube e pela VBTV.

O evento reúne oito equipes de quatro continentes e retorna ao Brasil após 31 anos.

  • Dois times brasileiros competem: Osasco e Praia Clube.
  • Favoritos incluem Conegliano, com Gabi Guimarães, e Scandicci.
  • Ingressos para a maioria das sessões esgotaram rapidamente.

Formato e grupos da competição

A estrutura do torneio divide as equipes em dois grupos de quatro. Cada chave joga em turno único, e os dois melhores avançam às semifinais em 13 de dezembro.

No Grupo A, o Osasco encara Alianza Lima, Zhetysu do Cazaquistão e Scandicci da Itália. Esses confrontos testam a consistência da equipe paulista em casa.

O Grupo B traz o Praia Clube contra Conegliano da Itália, Zamalek do Egito e Orlando Valkyries dos Estados Unidos. As semifinais cruzam os líderes de cada grupo.

Destaques do elenco do Osasco

O técnico Luizomar de Moura comanda um time experiente no Osasco. A oposta Tifanny Abreu depende de aprovação da FIVB para participar, devido a questões de elegibilidade de gênero.

A líbero Camila Brait lidera a defesa, enquanto a ponteira Marcelinha e a central Bia trazem poder de ataque. O elenco conquistou a Supercopa recente ao vencer o Sesi Bauru por 3 sets a 1.

Esses jogadores acumulam mais de 50 troféus nacionais em temporadas passadas.

O adversário peruano em foco

O Alianza Lima chega como vice-campeão sul-americano de 2024/25. A equipe treinada por Facundo Morando conta com 15 jogadoras, incluindo as armadoras María Alejandra Marín e Doris Manco.

A líbero Esmeralda Sánchez destaca-se na recepção, com taxa de eficiência acima de 60% em ligas regionais. O time peruano busca surpreender na estreia contra o anfitrião.

Histórico brasileiro no torneio

Preparativos para a estreia decisiva

O Mundial de Clubes de vôlei feminino começa nesta terça-feira, 9 de dezembro de 2025, na Arena Mercado Livre Pacaembu, em São Paulo. O Osasco São Cristóvão Saúde enfrenta o Alianza Lima, do Peru, às 20h30 no horário local, marcando a abertura da fase de grupos para o time brasileiro.

Como anfitrião e atual campeão da Superliga, o Osasco entra com favoritismo no Grupo A. A partida inicia uma semana intensa de confrontos internacionais, com transmissão ao vivo pela CazéTV no YouTube e pela VBTV.

O evento reúne oito equipes de quatro continentes e retorna ao Brasil após 31 anos.

  • Dois times brasileiros competem: Osasco e Praia Clube.
  • Favoritos incluem Conegliano, com Gabi Guimarães, e Scandicci.
  • Ingressos para a maioria das sessões esgotaram rapidamente.

Formato e grupos da competição

A estrutura do torneio divide as equipes em dois grupos de quatro. Cada chave joga em turno único, e os dois melhores avançam às semifinais em 13 de dezembro.

No Grupo A, o Osasco encara Alianza Lima, Zhetysu do Cazaquistão e Scandicci da Itália. Esses confrontos testam a consistência da equipe paulista em casa.

O Grupo B traz o Praia Clube contra Conegliano da Itália, Zamalek do Egito e Orlando Valkyries dos Estados Unidos. As semifinais cruzam os líderes de cada grupo.

Destaques do elenco do Osasco

O técnico Luizomar de Moura comanda um time experiente no Osasco. A oposta Tifanny Abreu depende de aprovação da FIVB para participar, devido a questões de elegibilidade de gênero.

A líbero Camila Brait lidera a defesa, enquanto a ponteira Marcelinha e a central Bia trazem poder de ataque. O elenco conquistou a Supercopa recente ao vencer o Sesi Bauru por 3 sets a 1.

Esses jogadores acumulam mais de 50 troféus nacionais em temporadas passadas.

O adversário peruano em foco

O Alianza Lima chega como vice-campeão sul-americano de 2024/25. A equipe treinada por Facundo Morando conta com 15 jogadoras, incluindo as armadoras María Alejandra Marín e Doris Manco.

A líbero Esmeralda Sánchez destaca-se na recepção, com taxa de eficiência acima de 60% em ligas regionais. O time peruano busca surpreender na estreia contra o anfitrião.

Histórico brasileiro no torneio

O Brasil busca encerrar jejum de 13 anos sem título no Mundial de Clubes. O Osasco venceu em 2012, derrotando o Rabita Baku na final em Doha, no Catar.

Outros triunfos nacionais ocorreram em 1991 com o Sadia e em 1994 com o Sorocaba, ambas em São Paulo. Esses resultados somam três conquistas para o país.

Desde 2012, times italianos dominam, com quatro títulos consecutivos.

Programação do primeiro dia

A terça-feira abre o torneio com quatro partidas. Às 10h, o Praia Clube enfrenta o Zamalek no horário local.

Às 13h30, Conegliano joga contra Orlando Valkyries. O Zhetysu encara Scandicci às 17h.

O Osasco fecha a rodada contra Alianza Lima às 20h30. Todas as transmissões ocorrem pela CazéTV e VBTV.

Expectativas para o Praia Clube

O Praia Clube, campeão sul-americano, inicia contra o Zamalek. A central Adenizia Da Silva lidera o ataque, com média de 12 pontos por jogo na liga nacional.

A equipe mineira venceu 80% dos sets na Superliga recente. O técnico Paulo Coco foca em rotatividade para a fase de grupos.

Calendário completo da fase de grupos

Os jogos prosseguem até 11 de dezembro. No dia 10, o Praia Clube enfrenta Orlando às 10h.

Zhetysu joga contra Alianza Lima às 13h30, seguido de Conegliano x Zamalek às 17h. Osasco encara Scandicci às 20h30.

No dia 11, Zamalek x Orlando abre às 10h, Conegliano x Praia às 13h30, Scandicci x Alianza às 17h, e Osasco x Zhetysu às 20h30. Os classificados seguem para semifinais.

Jogadores estrangeiros em destaque

Gabi Guimarães, capitã da seleção brasileira, joga pelo Conegliano no Grupo B. A italiana Ekaterina Antropova, do Scandicci, é campeã olímpica e marca 15 pontos por partida em média.

A sérvia Maja Ognjenović levanta no mesmo time, com 90% de acerto em passes. Essas atletas elevam o nível técnico do torneio.

Ingressos e acesso ao público

A Arena Pacaembu tem capacidade para 11 mil espectadores. Apenas sessões do dia 10 têm vagas restantes, a R$ 80 inteira ou R$ 40 meia.

Pré-venda priorizou sócios do Osasco. A FIVB estima público total acima de 50 mil na semana.

Fase final e premiação

Semifinais ocorrem em 13 de dezembro, às 13h e 16h30. A disputa pelo bronze e a final seguem no dia 14, nos mesmos horários.

O campeão recebe US$ 100 mil em premiação, além de troféu. O vice leva US$ 50 mil, e o terceiro US$ 30 mil.

Contribuição para o vôlei nacional

O evento impulsiona a modalidade no Brasil. A Superliga feminina registrou 20% mais audiência em 2025 comparado a 2024.

Clubes como Osasco investem em base, com 200 atletas em projetos sociais. A FIVB apoia com clínicas técnicas durante o torneio.

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