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Escalação confirmada Chelsea x Hull City pela quarta rodada da FA Cup

Estêvão Chelsea
Foto: Estêvão Chelsea - X

O Chelsea visita o Hull City nesta sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026, às 19h45 (horário de Londres), no MKM Stadium, em Hull, pela quarta rodada da FA Cup. O confronto é mata-mata, com o vencedor avançando diretamente às oitavas de final da competição mais antiga do futebol mundial. As escalações foram confirmadas pelas comissões técnicas, destacando formações táticas distintas para cada equipe.

O Hull City atua em casa e busca surpreender o favoritismo do adversário da Premier League. O Chelsea chega com histórico dominante nos confrontos diretos e mantém sequência invicta contra os Tigers há 16 jogos. A partida transmite ao vivo pela Disney+ em vários países.

Os torcedores locais esperam lotação no MKM Stadium, que tem capacidade para cerca de 25 mil pessoas. O árbitro Farai Hallam apita o jogo, com média baixa de cartões em partidas anteriores.

Escalações confirmadas

As equipes entraram com formações já definidas pelos treinadores. O Hull City adota o 3-4-2-1, priorizando solidez defensiva e transições rápidas pelos flancos. O Chelsea responde com o 4-2-3-1, esquema que equilibra controle de meio-campo e velocidade no ataque.

  • Hull City (3-4-2-1): D. Phillips; P. McNair, J. Egan, C. McCarthy; L. Coyle (c), R. Slater, A. Hadžiahmetović, R. Giles; Y. Hirakawa, L. Millar; L. Koumas.
  • Chelsea (4-2-3-1): R. Sánchez; R. James (c), W. Fofana, M. Sarr, J. Hato; A. Santos, M. Caicedo; P. Neto, Estêvão, A. Garnacho; L. Delap.

Os bancos contam com opções para alterações. No Hull City, destacam-se Ivor Pandur, Akin Famewo e Joe Gelhardt. O Chelsea tem Malo Gusto, Benoît Badiashile e Enzo Fernández como principais reservas.

Placar ao Vivo Hull City – Chelsea

Jogadores em destaque

Certos atletas chamam atenção pelo desempenho recente e potencial impacto no jogo. No Hull City, L. Koumas atua como referência no ataque e busca espaços contra a defesa adversária. Oli McBurnie, mesmo não escalado de início, representa ameaça aérea em bolas paradas.

Pelo Chelsea, Estêvão e Alejandro Garnacho formam duo veloz nas pontas e exploram contra-ataques. Enzo Fernández, caso entre, adiciona qualidade na distribuição e visão de jogo. Moisés Caicedo e André Santos formam dupla robusta no meio, responsável por recuperar bolas e iniciar jogadas.

A comparação direta entre setores mostra equilíbrio em criação, mas superioridade técnica do Chelsea na maioria das posições. Os duelos individuais nos flancos devem definir momentos importantes da partida.

Histórico de confrontos

O retrospecto favorece amplamente o Chelsea nos encontros anteriores. Os Blues venceram os últimos oito jogos contra o Hull City em todas as competições e permanecem invictos há 16 partidas, com 14 vitórias e dois empates.

Na FA Cup especificamente, o Chelsea mantém 100% de aproveitamento contra os Tigers. Exemplos recentes incluem vitória por 2 a 1 em 2020, fora de casa, e 4 a 0 em 2018, em Stamford Bridge.

  • Últimos cinco confrontos:
    • 2020: Hull City 1 x 2 Chelsea (FA Cup)
    • 2018: Chelsea 4 x 0 Hull City (FA Cup)
    • 2017: Chelsea 2 x 0 Hull City (Premier League)
    • 2016: Hull City 0 x 2 Chelsea (Premier League)
    • Outros jogos mais antigos seguem padrão similar de domínio dos londrinos.

O Hull City registra apenas quatro vitórias em toda a história contra o Chelsea, nenhuma delas na FA Cup. Esse cenário reforça o status de favorito dos visitantes.

Situação das equipes

O Hull City disputa a Championship na temporada atual e ocupa posições intermediárias na tabela, com campanha sólida em casa. A equipe de Liam Rosenior prioriza organização tática e aproveita o fator local em competições de copa.

O Chelsea compete na Premier League e busca títulos para consolidar o projeto sob comando de Sergej Jakirović. Os Blues chegam com sequência positiva recente e elenco profundo, permitindo rotações sem perda de qualidade.

Ambos os times avançaram nas rodadas anteriores da FA Cup com atuações convincentes. O confronto representa oportunidade para o Hull City alcançar feito histórico, enquanto o Chelsea visa manter tradição vitoriosa na competição.

Ausências e equipe de arbitragem

Lesões e suspensões afetam os planejamentos. O Hull City não conta com Mohamed Belloumi, fora do jogo, além de dúvidas sobre Eliot Matazo e Darko Gyabi.

No Chelsea, Marc Cucurella, Roméo Lavia, Dário Essugo e Jamie Gittens estão confirmadamente fora. Reece James e outros nomes aparecem como não confirmados, mas escalados.

Farai Hallam comanda a arbitragem central. O juiz registra média de 3,71 cartões por partida e apenas 0,02 vermelhos, indicando condução equilibrada.

Importância do mata-mata

A quarta rodada da FA Cup reúne clubes de diferentes divisões e tradicionalmente reserva surpresas. O vencedor deste duelo avança às oitavas, aproximando-se das fases decisivas em Wembley.

O Hull City sonha com campanha semelhante à de 2014, quando chegou à final. O Chelsea, multicampeão da competição, utiliza o torneio para dar ritmo a jovens talentos e manter elenco competitivo.

O MKM Stadium recebe jogos de copa com atmosfera intensa e apoio maciço da torcida local. A partida atrai atenção internacional pela disparidade técnica e possibilidade de zebra.

Contexto tático do duelo

O 3-4-2-1 do Hull City explora largura com wing-backs e dupla de atacantes criativos. A estratégia visa pressionar alto e explorar erros na saída de bola adversária.

O Chelsea contrapõe com posse qualificada e transições rápidas pelas pontas. Os meio-campistas defensivos protegem a zaga, permitindo liberdade aos jogadores ofensivos.

Bolas paradas representam arma para ambos os lados. O Hull conta com altura em defensores, enquanto o Chelsea tem precisão em cobranças.