Um render divulgado por Jon Prosser mostra o possível iPhone Ultra, o primeiro smartphone dobrável da Apple. O vídeo publicado no canal fpt. destaca o vinco discreto do aparelho, a espessura reduzida e outros detalhes de design. O lançamento está especulado para ocorrer junto da linha iPhone 18 Pro.
O YouTuber apresentou imagens que retratam o dispositivo em formato livro. Quando fechado, ele mede cerca de 9,5 mm de espessura. Aberto, a espessura cai para aproximadamente 4,5 mm. Essas medidas colocam o modelo como uma opção fina no segmento de dobráveis.
Vinco quase imperceptível no display dobrável
A dobradiça usa metal líquido com peças impressas em 3D. Essa escolha ajuda a reduzir a profundidade do vinco para cerca de 0,15 mm. Para comparação, modelos atuais de concorrentes registram vinco maior.
O render sugere que a Apple aplicou uma placa de metal sob o display para distribuir a pressão da dobra. O resultado aparece como uma superfície mais uniforme quando o aparelho está aberto. A tela interna tem 7,8 polegadas, tamanho próximo ao de um tablet pequeno.
A tela externa mede 5,5 polegadas. Ela permite o uso básico do dispositivo sem abrir o aparelho. Os renders mostram o iPhone Ultra com acabamento que lembra outros modelos premium da marca.
Espessura e gerenciamento de espaço interno
O design prioriza a redução de volume. A espessura de 9,5 mm fechado supera ligeiramente o iPhone 17 Pro Max, que tem 8,75 mm. Já a medida aberta de 4,5 mm fica abaixo da espessura do iPhone Air, de 5,6 mm.
Esse equilíbrio de dimensões abre espaço para componentes maiores. A bateria é um dos destaques. Ela deve chegar a 5.800 mAh com células de alta densidade. O valor representa o maior já visto em um iPhone até o momento.
O gerenciamento interno permite acomodar a tela maior sem comprometer excessivamente a portabilidade. Ainda assim, o aparelho mantém proporções que facilitam o transporte no bolso.
- Tela externa de 5,5 polegadas
- Tela interna de 7,8 polegadas
- Espessura fechado de 9,5 mm
- Espessura aberto de 4,5 mm
- Bateria de cerca de 5.800 mAh
Ausência de Face ID e retorno do Touch ID
A engenharia do Face ID não se adapta ao formato dobrável atual. Por isso, o render indica a volta do Touch ID. O sensor fica integrado ao botão lateral.
Essa solução simplifica o espaço interno e mantém a segurança por impressão digital. O botão fica posicionado de forma acessível tanto com o aparelho aberto quanto fechado.
O render também mostra variações na câmera frontal. Uma versão inclui câmera sob a tela na parte interna. Outra opção mantém um furo discreto no canto superior esquerdo.
Conjunto de câmeras e especificações de desempenho
O sistema traseiro conta com duas lentes de 48 megapixels: uma grande-angular e uma ultra-angular. O render não inclui sensor telefoto.
A câmera frontal aparece sob a tela em uma das configurações testadas. Essa escolha busca manter a superfície limpa, mas ainda gera discussões sobre qualidade de imagem.
O processador deve ser o chip A20 Pro. A memória RAM chega a 12 GB. O modem de conectividade é o modelo proprietário C2 da Apple.
Esses componentes seguem o padrão esperado para um lançamento de alto nível em 2026. O aparelho roda a versão mais recente do iOS adaptada para o formato dobrável.
Lançamento e posicionamento no mercado
O vídeo de Prosser reforça a expectativa de que o iPhone Ultra chegue ao mercado em setembro de 2026. A data coincide com o anúncio da linha iPhone 18 Pro.
O nome Ultra sugere posicionamento premium dentro do catálogo da Apple. O dispositivo representa a entrada da empresa no segmento de smartphones dobráveis, dominado até agora por fabricantes como Samsung.
Os renders ajudam a visualizar o conjunto final, embora o produto ainda esteja em fase de desenvolvimento. Detalhes como preço e configurações exatas permanecem sem confirmação oficial.
A Apple costuma manter silêncio sobre produtos futuros. Informações vazadas por canais como o de Jon Prosser servem como base para expectativas do público até o evento de lançamento.
O foco atual da engenharia parece estar na durabilidade da dobradiça e na experiência de tela plana. Esses avanços podem diferenciar o modelo de opções já disponíveis no mercado.
(Parágrafo longo para aprofundar contexto: O desenvolvimento de um iPhone dobrável envolve desafios técnicos específicos. A integração de componentes em um corpo flexível exige novos materiais e processos de fabricação. A escolha pela dobradiça de metal líquido busca aumentar a resistência ao longo do tempo. Ao mesmo tempo, a redução do vinco melhora a imersão em vídeos, jogos e leitura. A bateria maior compensa o consumo da tela grande. No entanto, concessões como a troca de Face ID por Touch ID mostram os limites atuais da tecnologia. Analistas acompanham esses detalhes porque eles indicam o nível de maturidade que a Apple quer alcançar antes de colocar o produto nas lojas. O render divulgado recentemente oferece uma visão mais clara do equilíbrio que a empresa busca entre inovação e usabilidade.)
O que muda com o design dobrável
O formato livro permite usar o aparelho de duas formas principais. Fechado, ele funciona como um smartphone tradicional. Aberto, a tela grande favorece multitarefa e consumo de conteúdo.
Essa flexibilidade pode atrair usuários que buscam um dispositivo versátil. O render mostra transições suaves entre os modos.
A ausência de sensor telefoto simplifica o módulo de câmeras traseiro. As duas lentes de 48 megapixels cobrem os usos mais comuns de fotografia.
O retorno do Touch ID no botão lateral representa uma adaptação prática. Ele mantém a autenticação biométrica sem exigir espaço adicional para o sistema TrueDepth.
Os renders não revelam todas as cores ou materiais finais. Eles focam nos aspectos estruturais e funcionais que definem o conceito.
A Apple deve continuar testes internos até definir a versão comercial. Qualquer mudança ainda pode ocorrer antes do anúncio oficial.

