Copa do Mundo

Éder Militão e Rodrygo já estão fora; Brasil teme perder mais nomes na Copa do Mundo 2026

Eder Militão
Foto: Eder Militão - Foto: @ Eder Militão

Faltando pouco mais de um mês para o início da Copa do Mundo, as lesões de jogadores de destaque do futebol mundial já começam a redesenhar o cenário das seleções. O Brasil enfrenta a situação mais crítica entre as grandes potências.

A confirmação de que Rodrygo e Éder Militão não estarão presentes na competição marca um baque significativo para a estratégia do técnico.

Rodrygo e Militão: confirmadas as ausências brasileiras

Rodrygo sofreu rompimento do ligamento do joelho em março e está definitivamente fora da Copa do Mundo. A lesão, de natureza grave, eliminou qualquer possibilidade de recuperação no prazo disponível. Éder Militão, por sua vez, terá de ser submetido a cirurgia na coxa e também não poderá participar do torneio. O defensor do Real Madrid recebia monitoramento intenso nas últimas semanas, mas o diagnóstico final decretou seu desligamento da competição.

Vanderson completa a tríade de desfalques confirmados da seleção brasileira. O lateral-direito foi submetido a procedimento cirúrgico e praticamente perdeu a chance de se recuperar a tempo. Três peças importantes que mudanças no planejamento do técnico nos últimos dias antes do torneio começar.

Recuperações em risco: Estêvão, Alisson e Raphinha

Nem todos os problemas no Brasil foram selados como permanentes. Estêvão, Alisson e Raphinha lidam com lesões na coxa e correm contra o relógio em busca da recuperação. Estêvão é uma das joias da base brasileira e sua ausência criaria vácuo no ataque. Alisson, goleiro titular, representa peça essencial na defesa. Raphinha, lateral-esquerdo titular, também tenta bater-se contra o calendário para estar apto.

Os departamentos médicos da confederação trabalham em ritmo acelerado. Prognósticos indicam retorno ao campo ainda em maio para ao menos dois destes nomes. Alisson apresenta evolução ligeiramente mais rápida que seus companheiros.

Seleções europeias também sofrem com ausências

A França perde Ekitiké, jovem atacante que sofreu rompimento do tendão de aquiles. Mbappé, por sua vez, trata lesão na coxa e segue em calendário de volta estimado para antes do torneio. A Alemanha terá ausência confirmada de Serge Gnabry, com lesão na coxa que inviabiliza sua participação. Lamine Yamal, da Espanha, estava fora da temporada, mas perspectiva médica aponta retorno a tempo para a Copa. Rodri, meia ofensivo espanhol de destaque, trata lesão na virilha e deve retornar ainda em maio.

A Holanda segue em alerta com Xavi Simons, que sofreu ruptura de ligamento e não estará presente. Memphis iniciou transição física e tem projeção de retorno antes do início do torneio.

Países fora do eixo principal também enfrentam desfalques

Portugal lida com lesão de Rúben Dias na coxa, mas perspectiva é de volta anterior ao torneio. A Croácia monitora Luka Modric, que recupera-se de lesão na maçã do rosto. A Argentina acompanha lesão no joelho de Cristian Romero, zagueiro de importância na defesa. Arda Güler, da Turquia, trata lesão no bíceps femoral. Piquerez, do Uruguai, foi submetido a cirurgia e tenta recuperação nas semanas finais antes do torneio.

A distribuição de lesões entre as seleções revela padrão preocupante. Muitos desfalques ocorreram em março e abril, período intenso de competições clubísticas. O calendário europeu pressiona os jogadores e amplia exposição a riscos.

Quadro geral das ausências confirmadas e em recuperação

  • Fora definitivamente: Rodrygo (Brasil), Éder Militão (Brasil), Vanderson (Brasil), Ekitiké (França), Serge Gnabry (Alemanha), Xavi Simons (Holanda)
  • Em recuperação com retorno previsto: Estêvão (Brasil), Alisson (Brasil), Raphinha (Brasil), Mbappé (França), Lamine Yamal (Espanha), Rodri (Espanha), Memphis (Holanda), Rúben Dias (Portugal), Luka Modric (Croácia), Cristian Romero (Argentina), Arda Güler (Turquia), Piquerez (Uruguai)

O cenário mantém-se fluido. Algumas seleções correm maior risco que outras de sofrer recuos no cronograma de recuperação. Cada decisão médica nos próximos 30 dias pode alterar significativamente o elenco de candidatos ao título mundial. O Brasil, especialmente, vê suas opções reduzidas e concentra esperanças em que Estêvão e Alisson consigam estar à disposição no prazo.

↓ Continue lendo ↓