Whindersson Nunes confessa gastos com drogas em ano de faturamento de R$ 40 milhões
O comediante Whindersson Nunes, aos 31 anos, abriu detalhes inéditos sobre o auge financeiro de sua carreira durante participação no canal da influenciadora Maya Massafera no YouTube. Em conversa descontraída, ele confirmou ter faturado R$ 40 milhões em um único ano e relatou haver gasto toda essa quantia com substâncias ilícitas, além de outras despesas consideradas improdutivas.
A revelação começou quando Maya estimou quanto o humorista já tinha ganhado anualmente. Ela sugeriu valores ao redor de R$ 15 milhões, mas Whindersson corrigiu a previsão com números muito mais altos. O comediante respondeu com tom bem-humorado, mencionando períodos de ganhos exponenciais seguidos de gastos equivalentes.
Detalhes do faturamento e das despesas
Whindersson não poupou sinceridade ao detalhar como o dinheiro desapareceu. “Já teve ano aí que eu ganhei uns 40 milhões. E gastei tudo com droga. Gastei tudo com gente e com o que não presta. Com o que não presta e também com o que presta”, afirmou rindo durante a conversa. A confissão marca um momento raro em que o artista reflete publicamente sobre decisões financeiras do passado, abordando o tema com leveza apesar da gravidade das questões envolvidas.
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O humorista também tocou em outras dimensões de seus gastos extraordinários:
- Investimentos em relacionamentos e amizades
- Consumo de produtos e serviços considerados supérfluos
- Despesas ligadas ao estilo de vida acelerado do período
- Aquisições que, em retrospectiva, ele considera desnecessárias
Negativa sobre gastos com profissionais do sexo
A conversa tomou um rumo inesperado quando Maya perguntou se Whindersson tinha gasto dinheiro com garotas de programa. O comediante negou categoricamente. “Não, não, não. Isso aí eu não gasto dinheiro, não. Porque eu não preciso, não”, respondeu de forma direta e sem rodeios.
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Porém, ao aprofundar a discussão, Whindersson revelou ter se envolvido romanticamente com uma mulher que, posteriormente, descobriu-se ter trabalhado nesse segmento. Ele descreveu o cenário com tom pragmático, equiparando qualquer trabalho como legítimo. “É alguém que eu fiquei. Aí, cada um trabalha do que quer. É igual eu dizer que eu já fui garçom. Tem muita gente que não sabe que eu já fui garçom, e trabalhei de garçom. É um trabalho, eu estou trabalhando”, justificou.
Trajetória profissional anterior ao auge
O humorista mencionou passagens profissionais anteriores ao sucesso consolidado nas redes sociais e plataformas digitais. Whindersson trabalhou como garçom em períodos anteriores à explosão de sua carreira cômica, detalhe que poucos de seus seguidores conhecem. Essa experiência, conforme sua perspectiva, ajuda a entender sua visão sobre trabalho e dignidade profissional, independentemente da natureza da ocupação.
A conversa com Maya Massafera trouxe à superfície aspectos pouco discutidos publicamente sobre a vida financeira de influenciadores e criadores de conteúdo no Brasil. O relato de Whindersson ilustra o ciclo de ganhos acelerados seguido de gastos igualmente vertiginosos que caracteriza a trajetória de muitos artistas quando alcançam o pico de popularidade em plataformas digitais.