Astronauta da Apollo 14 afirma que alienígenas impediram guerra nuclear entre EUA e União Soviética
O sexto homem a pisar na Lua fez uma declaração que reacendeu debates sobre vida além da Terra. Edgar Mitchell participou da missão Apollo 14 em 1971. Ele falou sobre relatos de objetos voadores não identificados em áreas de testes militares americanos.
Essas afirmações envolvem o período da Guerra Fria. Mitchell mencionou conversas com militares sobre presença de naves em instalações estratégicas. O tema ganhou atenção novamente com discussões recentes sobre fenômenos aéreos não explicados.
Declarações do astronauta sobre White Sands
Edgar Mitchell apontou o White Sands Missile Range, no Novo México, como ponto central. O local sediou o primeiro teste de bomba atômica em 1945. Ele disse que extraterrestres demonstravam interesse na capacidade militar dos Estados Unidos.
Oficiais da Força Aérea teriam relatado a ele episódios em que mísseis foram desativados ou derrubados. Esses eventos ocorreriam durante testes no auge da tensão entre Estados Unidos e União Soviética. Mitchell cresceu na região do Novo México, próximo a Roswell.
- White Sands serviu como campo de provas para armas atômicas
- Relatos indicam voos frequentes de objetos não identificados sobre o local
- Militares mencionaram interferências em equipamentos de teste
- Interesse dos supostos visitantes focava em tecnologia nuclear
A declaração partiu de entrevista concedida ao Mirror Online em 2015. O astronauta baseou suas palavras em conversas com fontes militares e de inteligência. Ele não afirmou ter visto pessoalmente qualquer nave.
Contexto da missão Apollo 14
A Apollo 14 chegou à Lua em fevereiro de 1971. Edgar Mitchell passou nove horas na superfície lunar, na região de Fra Mauro. Ele foi o sexto homem a caminhar no satélite natural. A missão cumpriu objetivos científicos e de exploração.
Após o retorno, Mitchell dedicou parte da vida a estudos sobre consciência e fenômenos paranormais. Ele fundou o Institute of Noetic Sciences. O ex-astronauta faleceu em 2016, aos 85 anos.
Debates em torno das alegações
Membros da família de Edgar Mitchell comentaram as visões dele em entrevistas recentes. A filha Kimberly Mitchell disse que o pai conversou com muitos pilotos, engenheiros e cientistas ao longo dos anos. Ela estimou que ele via cerca de 90% de chance de existência de vida fora da Terra.
Outros relatos de militares sobre objetos não identificados surgiram em documentos liberados pelo Pentágono. Esses arquivos renovaram o interesse público pelo tema. Especialistas destacam a diferença entre relatos pessoais e evidências verificáveis.
O ex-astronauta sempre defendeu maior transparência do governo sobre o assunto. Ele mencionou que alguns militares viam os objetos como ameaça ou curiosidade tecnológica. As conversas, segundo ele, indicavam intenção de evitar conflito nuclear.
Detalhes técnicos da missão Apollo 14
A Apollo 14 decolou em 31 de janeiro de 1971. A tripulação incluiu Alan Shepard, Stuart Roosa e Edgar Mitchell. O módulo lunar Antares pousou com sucesso. Os astronautas realizaram experimentos e coletaram amostras de solo lunar.
- Duração total da missão: nove dias
- Tempo na superfície lunar: cerca de 33 horas e 31 minutos
- Distância percorrida na Lua: mais de 9 quilômetros com o carrinho
- Experimentos incluíram sismômetros e reflexores laser
A missão superou problemas técnicos iniciais. Mitchell contribuiu com soluções durante a descida. O retorno à Terra ocorreu em 9 de fevereiro de 1971.
Repercussão no meio científico e militar
Astronautas e cientistas debatem o tema de vida extraterrestre há décadas. Mitchell era um dos poucos que falava publicamente sobre possíveis visitas. Ele insistia que evidências existiam, mas permaneciam classificadas.
Documentos oficiais recentes sobre fenômenos aéreos não confirmam origem extraterrestre. As autoridades classificam a maioria dos casos como drones, balões ou fenômenos naturais. O interesse público, porém, continua alto.
Edgar Mitchell manteve a posição até o final da vida. Suas palavras continuam a gerar discussões em fóruns, documentários e publicações especializadas.
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