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Chuteiras da Seleção Brasileira custam de R$ 800 a R$ 2.300 na Copa de 2026

Chuteiras Brasil
Foto: Chuteiras Brasil - Rafael Ribeiro/CBF

As chuteiras representam um dos itens mais caros para quem busca réplicas do uniforme da Seleção Brasileira. Os modelos disponíveis no mercado variam de R$ 800 a R$ 2.300. Nem todas as marcas já divulgaram as versões oficiais para a Copa do Mundo de 2026.

A lista de convocados conta com predominância de quatro fabricantes. Nike aparece em 11 jogadores. Adidas veste 8. Puma tem 4 e New Balance, 1. Dois atletas ainda não têm patrocínio oficial confirmado por chuteiras, mas usam produtos das marcas em campo.

Marcas dominam pés dos 26 convocados

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Chuteiras Brasil – Rafael Ribeiro/CBF

Quatro empresas controlam praticamente todo o calçado da equipe. Nike lidera com folga entre os atacantes e meio-campistas mais velozes. Adidas concentra defensores e jogadores de força. Puma aparece em goleiros e laterais. New Balance tem presença pontual.

O levantamento considera fotos recentes e informações repassadas pelos fabricantes. Gabriel Martinelli usa Adidas F50 Elite. Raphinha prefere Adidas Predator Elite. Vini Jr. trocou recentemente para o modelo Mercurial Zoom Vapor 17 Elite, da Nike.

  • Nike: 11 jogadores
  • Adidas: 8 jogadores
  • Puma: 4 jogadores
  • New Balance: 1 jogador

Dois nomes ainda aparecem sem vínculo formal. Ibañez usa produtos Adidas em registros visuais. Igor Thiago aparece com equipamentos Nike.

Preços variam conforme tecnologia e lançamento

Modelos de entrada saem na casa dos R$ 800 em lojas on-line. Versões Elite, com cabedal premium e travas otimizadas, chegam a R$ 2.300. Esses valores refletem o que o torcedor encontra no varejo brasileiro no final de maio.

A Nike Mercurial Vapor 17 Elite, por exemplo, é o calçado atual de Vini Jr. O preço oficial gira em torno de R$ 2.300. A linha foca em leveza e velocidade, com placa FlyLite e cabedal Atomknit.

Adidas F50 Elite aparece com frequência. Gabriel Magalhães e Luiz Henrique usam variações da F50. O modelo prioriza aceleração e toque de bola. Preços ficam na faixa superior, com possibilidade de aumento após anúncios de coleção 2026.

Puma e New Balance completam o quadro. Suas chuteiras seguem na mesma faixa de R$ 800 a R$ 2.000, dependendo da versão campo ou society. Atualizações para a Copa devem influenciar os valores finais.

Detalhes por posição e fabricante

Atacantes concentram as opções mais leves. Meia-campistas misturam controle e velocidade. Defensores optam por estabilidade. Goleiros usam cortes diferentes, muitas vezes com cano mais baixo.

No ataque, Raphinha e Gabriel Martinelli representam Adidas. Casemiro e Bruno Guimarães aparecem com Predator e F50. A tabela da Adidas confirma esses pares.

Gabriel Magalhães, zagueiro do Arsenal, usa F50 LL. Bremer, da Juventus, prefere Predator. Fabinho e Casemiro seguem na linha Predator.

Nike cobre nomes como Vini Jr., que trocou de modelo há pouco. O novo Vapor 17 traz avanços em ajuste e resposta. Outros atletas da marca incluem Alisson, entre os goleiros.

Puma aparece em quatro convocações. New Balance tem um representante. A distribuição mostra equilíbrio entre velocidade e força no elenco.

Adidas prepara novidades para os próximos dias

A marca alemã deve lançar atualizações na coleção 2026 em breve. Isso pode elevar os preços de modelos como F50 e Predator. Jogadores já testam versões em treinos e amistosos.

Raphinha usou Predator Elite na goleada recente. O modelo oferece estrutura para chutes de média e longa distância. Luiz Henrique, por sua vez, opta pela F50 LL, focada em velocidade pura.

Essas mudanças acompanham o ciclo da Copa. Fabricantes ajustam tecnologias para gramados variados nos Estados Unidos, Canadá e México.

Nike reforça presença com Vapor 17

Vini Jr. deixou a Mercurial Vapor 16 para trás. A versão 17 Elite chega com peso reduzido e maior sensibilidade na bola. O preço de R$ 2.300 coloca o modelo entre os mais caros do mercado nacional.

Outros atletas Nike seguem com linhas consolidadas. O domínio da marca persiste desde edições anteriores de Copa, embora Adidas ganhe espaço em posições específicas.

O torcedor que quer montar o uniforme completo encontra opções em lojas on-line. Versões réplica saem mais baratas, mas perdem tecnologias das Elite.

Impacto no dia a dia de quem joga

Chuteiras influenciam performance. Modelos leves ajudam em arrancadas. Opções com mais amortecimento protegem em jogos intensos. A escolha varia por estilo de cada atleta.

Preços altos refletem pesquisa e materiais. Cabedais sintéticos premium, travas moldadas e amortecedores específicos elevam o custo. Nem sempre o mais caro é o melhor para amadores.

Especialistas recomendam testar no pé antes da compra. Ajuste correto evita lesões. Marcas oferecem guias de tamanho e características técnicas nos sites.

A Seleção Brasileira segue preparação para 2026. Chuteiras fazem parte do equipamento diário nos treinos. Convocados ajustam detalhes conforme gramado e adversário.