As chuteiras representam um dos itens mais caros para quem busca réplicas do uniforme da Seleção Brasileira. Os modelos disponíveis no mercado variam de R$ 800 a R$ 2.300. Nem todas as marcas já divulgaram as versões oficiais para a Copa do Mundo de 2026.
A lista de convocados conta com predominância de quatro fabricantes. Nike aparece em 11 jogadores. Adidas veste 8. Puma tem 4 e New Balance, 1. Dois atletas ainda não têm patrocínio oficial confirmado por chuteiras, mas usam produtos das marcas em campo.
Marcas dominam pés dos 26 convocados
Quatro empresas controlam praticamente todo o calçado da equipe. Nike lidera com folga entre os atacantes e meio-campistas mais velozes. Adidas concentra defensores e jogadores de força. Puma aparece em goleiros e laterais. New Balance tem presença pontual.
O levantamento considera fotos recentes e informações repassadas pelos fabricantes. Gabriel Martinelli usa Adidas F50 Elite. Raphinha prefere Adidas Predator Elite. Vini Jr. trocou recentemente para o modelo Mercurial Zoom Vapor 17 Elite, da Nike.
- Nike: 11 jogadores
- Adidas: 8 jogadores
- Puma: 4 jogadores
- New Balance: 1 jogador
Dois nomes ainda aparecem sem vínculo formal. Ibañez usa produtos Adidas em registros visuais. Igor Thiago aparece com equipamentos Nike.
Preços variam conforme tecnologia e lançamento
Modelos de entrada saem na casa dos R$ 800 em lojas on-line. Versões Elite, com cabedal premium e travas otimizadas, chegam a R$ 2.300. Esses valores refletem o que o torcedor encontra no varejo brasileiro no final de maio.
A Nike Mercurial Vapor 17 Elite, por exemplo, é o calçado atual de Vini Jr. O preço oficial gira em torno de R$ 2.300. A linha foca em leveza e velocidade, com placa FlyLite e cabedal Atomknit.
Adidas F50 Elite aparece com frequência. Gabriel Magalhães e Luiz Henrique usam variações da F50. O modelo prioriza aceleração e toque de bola. Preços ficam na faixa superior, com possibilidade de aumento após anúncios de coleção 2026.
Puma e New Balance completam o quadro. Suas chuteiras seguem na mesma faixa de R$ 800 a R$ 2.000, dependendo da versão campo ou society. Atualizações para a Copa devem influenciar os valores finais.
Detalhes por posição e fabricante
Atacantes concentram as opções mais leves. Meia-campistas misturam controle e velocidade. Defensores optam por estabilidade. Goleiros usam cortes diferentes, muitas vezes com cano mais baixo.
No ataque, Raphinha e Gabriel Martinelli representam Adidas. Casemiro e Bruno Guimarães aparecem com Predator e F50. A tabela da Adidas confirma esses pares.
Gabriel Magalhães, zagueiro do Arsenal, usa F50 LL. Bremer, da Juventus, prefere Predator. Fabinho e Casemiro seguem na linha Predator.
Nike cobre nomes como Vini Jr., que trocou de modelo há pouco. O novo Vapor 17 traz avanços em ajuste e resposta. Outros atletas da marca incluem Alisson, entre os goleiros.
Puma aparece em quatro convocações. New Balance tem um representante. A distribuição mostra equilíbrio entre velocidade e força no elenco.
Adidas prepara novidades para os próximos dias
A marca alemã deve lançar atualizações na coleção 2026 em breve. Isso pode elevar os preços de modelos como F50 e Predator. Jogadores já testam versões em treinos e amistosos.
Raphinha usou Predator Elite na goleada recente. O modelo oferece estrutura para chutes de média e longa distância. Luiz Henrique, por sua vez, opta pela F50 LL, focada em velocidade pura.
Essas mudanças acompanham o ciclo da Copa. Fabricantes ajustam tecnologias para gramados variados nos Estados Unidos, Canadá e México.
Nike reforça presença com Vapor 17
Vini Jr. deixou a Mercurial Vapor 16 para trás. A versão 17 Elite chega com peso reduzido e maior sensibilidade na bola. O preço de R$ 2.300 coloca o modelo entre os mais caros do mercado nacional.
Outros atletas Nike seguem com linhas consolidadas. O domínio da marca persiste desde edições anteriores de Copa, embora Adidas ganhe espaço em posições específicas.
O torcedor que quer montar o uniforme completo encontra opções em lojas on-line. Versões réplica saem mais baratas, mas perdem tecnologias das Elite.
Impacto no dia a dia de quem joga
Chuteiras influenciam performance. Modelos leves ajudam em arrancadas. Opções com mais amortecimento protegem em jogos intensos. A escolha varia por estilo de cada atleta.
Preços altos refletem pesquisa e materiais. Cabedais sintéticos premium, travas moldadas e amortecedores específicos elevam o custo. Nem sempre o mais caro é o melhor para amadores.
Especialistas recomendam testar no pé antes da compra. Ajuste correto evita lesões. Marcas oferecem guias de tamanho e características técnicas nos sites.
A Seleção Brasileira segue preparação para 2026. Chuteiras fazem parte do equipamento diário nos treinos. Convocados ajustam detalhes conforme gramado e adversário.

