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PM Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, morre após ser baleado em operação no Rio de Janeiro

Policia Morto em Rocha Miranda RIo - Globo
Foto: Policia Morto em Rocha Miranda RIo - Globo

Um policial militar morreu após ser atingido na cabeça durante uma operação na comunidade Faz Quem Quer, localizada em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O incidente fatal ocorreu na manhã desta segunda-feira, 1º de junho de 2026, em meio a um confronto com grupos criminosos na região. O agente, identificado como Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, foi socorrido e encaminhado ao Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, na área central da cidade, mas não resistiu aos ferimentos.

Policial atingido em confronto durante ação em Rocha Miranda

A operação conjunta, que envolve policiais civis e militares do 9º Batalhão de Polícia Militar (Honório Gurgel), tinha como objetivo principal combater quadrilhas de criminosos que utilizam a comunidade Faz Quem Quer como refúgio e base para suas atividades ilegais. Desde as primeiras horas da manhã, diversos tiroteios foram relatados por moradores, indicando a intensidade do confronto entre as forças de segurança e os grupos armados. O cenário de instabilidade marcou o início do dia na localidade.

Agentes do 9º BPM estavam patrulhando a área quando o policial Adriano Pereira de Sousa foi baleado. Uma equipe de policiais trabalhou intensamente para realizar o resgate do militar, que se encontrava no alto do morro. Helicópteros da Polícia Militar e da Polícia Civil foram acionados e sobrevoaram a região, prestando apoio aéreo e auxiliando na logística da ação. A presença das aeronaves reforçou a visibilidade da operação e a urgência da situação.

Detalhes sobre a carreira do militar falecido

Adriano Pereira de Sousa ingressou na corporação da Polícia Militar em 2011, dedicando-se por anos à segurança pública do estado. Ao longo de sua trajetória profissional, ele atuou em diferentes unidades, acumulando experiência e servindo em diversas missões. Antes de ser lotado no 9º BPM, onde servia atualmente, o agente havia passado pelo Batalhão de Polícia de Choque (BPChq), uma unidade especializada em operações de maior complexidade e controle de distúrbios.

A Polícia Militar expressou profundo pesar pela morte do agente, reconhecendo sua dedicação e serviço à sociedade. O policial deixa dois filhos, que agora ficam órfãos de pai em decorrência do incidente. A perda representa um luto para toda a corporação e para a família do militar.

    A trajetória de Adriano Pereira de Sousa é marcada por seu compromisso com a instituição:

  • Ingresso na Polícia Militar: Ano de 2011.
  • Idade no falecimento: 36 anos.
  • Unidades onde serviu: Batalhão de Polícia de Choque (BPChq) e 9º Batalhão de Polícia Militar (Honório Gurgel).
  • Situação familiar: Deixa dois filhos.

Policiamento reforçado e apuração dos fatos

Após o falecimento do policial militar, o policiamento na comunidade Faz Quem Quer e nas áreas adjacentes foi imediatamente reforçado. O aumento da presença policial visa garantir a segurança dos moradores e impedir novas ações de criminosos na região. A intensificação da vigilância é uma resposta direta ao confronto e à perda do agente.

As autoridades responsáveis já iniciaram a apuração das circunstâncias em que o policial foi baleado, buscando identificar os autores do disparo. Perícias e investigações estão em andamento para esclarecer todos os detalhes do ocorrido. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações divulgadas sobre os arranjos para o velório e sepultamento de Adriano Pereira de Sousa, que serão definidos pela família e pela Polícia Militar.