Como estão as musas das Copas? Veja trajetórias de Larissa Riquelme e Patrícia Jordane

Larissa Riquelme - Reprodução/larissariquelme

Larissa Riquelme - Reprodução/larissariquelme

Figuras que marcaram as arquibancadas durante as Copas do Mundo ganharam projeção internacional. Algumas transformaram o momento de fama em carreira sólida. Outras preferiram recolhimento após o auge.

Larissa Riquelme se tornou um dos símbolos da Copa de 2010, na África do Sul. A modelo paraguaia viralizou com imagens nas arquibancadas torcendo pela seleção de seu país. Mais de 15 anos depois, ela mantém atuação como influenciadora digital, apresentadora e modelo. Larissa se formou em jornalismo e deve trabalhar na cobertura do Mundial de 2026.

Larissa Riquelme mantém carreira ativa e se prepara para novo Mundial

A paraguaia conquistou atenção mundial ao aparecer com o celular entre os seios durante os jogos. A foto se tornou icônica. Hoje, Larissa acumula seguidores nas redes sociais e participa de eventos. Ela já comentou publicamente sobre o sonho de retornar à Copa como profissional da imprensa. A expectativa cresce com a proximidade do torneio de 2026.

A trajetória mostra reinvenção. Do status de musa para credencial de jornalista, o percurso reflete adaptação ao longo do tempo. Larissa segue ligada ao futebol e ao entretenimento.

Larissa Riquelme – foto: Instagram

Ivana Knoll transforma viral da Copa do Catar em carreira internacional

Ivana Knoll chamou atenção na Copa de 2022, no Catar. A croata usou roupas com as cores da seleção e desafiou regras locais de vestimenta. As imagens rodaram o mundo. Aos 33 anos, ela atua como influenciadora digital e DJ. Acumula milhões de seguidores e viaja para eventos esportivos e festas.

  • Participa de turnês e shows em diferentes países
  • Lançou produção musical própria
  • Comparece a grandes eventos como o GP de Miami

A croata mantém presença forte nas redes. Postagens recentes mostram atividades em Dallas e Phoenix. Ela mescla futebol, música e entretenimento na rotina.

Ivana Knol – Reprodução/ Ivana Knol

Patrícia Jordane opta por vida reservada após Copa de 2014

Patrícia Jordane ganhou visibilidade durante a Copa do Mundo no Brasil. Rumores de relacionamento com Neymar ajudaram na exposição. Ela estampou capas de revistas nacionais e internacionais. Depois do período intenso, a modelo escolheu perfil mais discreto. Mudou-se para Miami, nos Estados Unidos. Casou-se com o produtor Richard Raymond e lançou marca de beachwear. Hoje, evita falar sobre o auge da fama.

A decisão por low profile marcou transição. Patrícia trocou holofotes por bastidores da moda. O negócio próprio ocupa espaço principal na carreira atual.

Patrícia Jordane – Reprodução/Instagram

Estela Pereira se afastou de oportunidades por relacionamento ciumento

Estela Pereira foi eleita musa da Copa da Alemanha, em 2006. Participou de programas de TV e ensaios para Playboy internacional. Usou o dinheiro para comprar casa, trocar de carro e investir em estudos. Viajou para vários países. No entanto, a carreira perdeu força pouco depois. Em entrevistas, ela citou influência de um relacionamento marcado por ciúmes excessivos. Isso a levou a recusar trabalhos. Aos 40 anos, mantém presença mais contida nas redes.

O caso ilustra como fatores pessoais interferem em trajetórias públicas. Estela priorizou vida particular após o sucesso inicial.

Estela Pereira – Reprodução/Estela Pereira

Rosiane Pinheiro segue no entretenimento décadas após 1998

Rosiane Pinheiro representou a Copa da França em 1998. Já era conhecida como integrante do Gang do Samba. A exposição rendeu trabalhos na televisão e em programas de humor. Ela retornou ao balé do grupo, participou de realities e hoje atua como repórter, atriz e madrinha de bateria da Vai Vai. A ligação com o samba e o entretenimento continua forte.

  • Retorno ao Gang do Samba
  • Participações em realities shows
  • Atuação como repórter e atriz

A carreira demonstra longevidade. Rosiane transita por diferentes frentes do mundo artístico brasileiro.

Rosiane Pinheiro – Reprodução/rosianepinheiro

Outras histórias marcam memória das Copas

Rosenery Mello do Nascimento, conhecida como Fogueteira do Maracanã, ganhou notoriedade em 1989 durante Eliminatórias para a Copa de 1990. O episódio envolveu lance polêmico com goleiro chileno. Ela posou para revistas e participou de programas de TV. Rosenery morreu em 2011, aos 45 anos, vítima de aneurisma cerebral. A menção serve como registro de caso à margem das Copas, mas ligado à história do futebol.

Essas trajetórias mostram variedade de destinos. Algumas musas construíram impérios digitais. Outras escolheram recolhimento ou voltaram às raízes artísticas. O impacto das Copas vai além do campo e continua a reverberar anos depois.

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