Marrocos e Áustria mostram que a Copa pode ser cheia de surpresa

Marrocos

Marrocos - X

A Áustria derrotou a Tunísia por 1 a 0 em Viena. O gol saiu no segundo tempo com Marcel Sabitzer. A equipe europeia jogou com um homem a menos desde os 37 minutos após expulsão de Konrad Laimer. A Noruega, por sua vez, goleou a Suécia por 3 a 1 no clássico escandinavo. Jørgen Strand Larsen marcou duas vezes. Esses resultados recentes mostram que a Copa do Mundo de 2026 pode ter zebras importantes.

O torneio com 48 seleções começa em junho nos Estados Unidos, Canadá e México. Times tradicionais enfrentam adversários que chegam em boa fase. A Áustria integra o Grupo J com Argentina, Argélia e Jordânia. A Noruega está no Grupo I ao lado de França, Senegal e Iraque. A Suécia caiu no Grupo F com Holanda, Japão e Tunísia.

Áustria resiste à expulsão e conquista vitória magra

A partida contra a Tunísia serviu como último teste antes da Copa. A Áustria dominou a posse de bola mesmo após ficar com 10 jogadores. Marcel Sabitzer decidiu o jogo aos 63 minutos. O técnico Ralf Rangnick viu o time demonstrar garra e organização defensiva.

A Tunísia pressionou no início, mas não conseguiu converter as chances. O resultado mantém a confiança austríaca alta. A seleção europeia chega à Copa após boa campanha nas eliminatórias. Jogadores como Sabitzer, Laimer e David Alaba lideram o elenco experiente.

Noruega domina Suécia em clássico nórdico

A Noruega não contou com Erling Haaland e Martin Odegaard, mas mesmo assim venceu com autoridade. Strand Larsen abriu o placar cedo. Antonio Nusa ampliou ainda no primeiro tempo. A Suécia descontou com Alexander Isak no segundo tempo, mas não evitou a derrota por 3 a 1.

O time sueco vive processo de renovação. Apesar do histórico de quatro semifinais em Copas, a equipe atual depende de jovens promessas. A Noruega, de volta ao Mundial após 28 anos, mostrou poder de fogo mesmo sem suas estrelas.

Marrocos mantém bom momento em preparação

A seleção africana goleou Burundi por 5 a 0 em amistoso recente. O time de Walid Regragui segue como uma das forças do continente. Marrocos foi semifinalista em 2022 e quer repetir campanha de destaque. O time integra grupo competitivo na Copa 2026.

  • Marrocos tem defesa sólida e transições rápidas
  • Hakim Ziyech e Achraf Hakimi seguem como principais nomes
  • Equipe acumula vitórias expressivas nos últimos meses
  • Técnico mantém filosofia de jogo coletivo
  • Expectativa alta para confronto contra potências europeias

Grupo da Argentina pode ter pedreira

A Áustria promete complicar a vida da Argentina. O time europeu tem meio-campo forte e boa estrutura tática. Sabitzer e companheiros já mostraram capacidade de jogar contra favoritos. A Tunísia, por outro lado, precisa melhorar finalização para surpreender.

A Argentina chega como uma das principais candidatas ao título. Porém, amistosos recentes indicam que nenhum jogo será fácil. A Áustria tem potencial para pontos importantes no grupo.

Suécia busca adaptação rápida na fase de grupos

A derrota para a Noruega expôs fragilidades da Suécia. O time renovado tem qualidade individual, mas ainda falta entrosamento coletivo. A presença no Grupo F com Holanda e Japão exige atenção imediata. A Tunísia completa o grupo e também pode complicar.

Seleções europeias e africanas costumam crescer durante a Copa. Histórico recente de zebras reforça que o equilíbrio aumentou com o formato de 48 times.

Preparação das seleções revela nível técnico equilibrado

Os amistosos de junho serviram para ajustes finais. Técnicos observaram desempenho sob pressão e em diferentes cenários. A Áustria mostrou resiliência ao vencer com desvantagem numérica. A Noruega confirmou força ofensiva mesmo desfalcada.

Marrocos segue em ascensão e pode repetir o papel de surpresa. Outras seleções africanas e asiáticas também buscam espaço. A Copa de 2026 promete mais equilíbrio que edições anteriores.

A fase de grupos começa com jogos espalhados pelos três países-sede. Times como Brasil, França e Argentina são favoritos, mas zebras aparecem com frequência. Os resultados de Áustria, Noruega e Marrocos servem de alerta para todos.

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