Messi recebe 28,3 milhões no Inter Miami e Tim Payne ganha US$ 59 mil no Wellington Phoenix

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A disparidade salarial no futebol profissional ganhou destaque nos últimos dias. Tim Payne, defensor da seleção da Nova Zelândia, virou fenômeno nas redes sociais. O jogador saltou de menos de 5 mil seguidores para mais de 4,6 milhões no Instagram. Tudo por causa de uma campanha que o apontou como o atleta menos conhecido da Copa do Mundo de 2026.

O contraste com Lionel Messi chama atenção. O argentino recebe US$ 28,3 milhões por ano no Inter Miami. Payne, por sua vez, ganha cerca de AU$ 1.600 por semana no Wellington Phoenix, o que equivale a aproximadamente US$ 59 mil anuais.

Campanha nas redes impulsiona nome de Tim Payne

O influenciador argentino Valen Scarsini iniciou o movimento. Ele analisou os jogadores das seleções classificadas e escolheu Payne como o menos conhecido. A ação pediu que torcedores seguissem o perfil do neozelandês. O resultado superou expectativas.

  • Seguidores de Payne passaram de 4.700 para mais de 4,6 milhões em poucos dias
  • O jogador ganhou mais seguidores que muitos atletas neozelandeses famosos
  • Memes, músicas e interações em várias línguas viralizaram
  • Payne respondeu aos fãs com humildade e até gravou vídeos em espanhol

A Nova Zelândia disputa sua terceira Copa do Mundo. O time integra o Grupo G e estreia contra o Irã no dia 15 de junho. A visibilidade extra chega em momento importante para os All Whites.

Detalhes dos salários destacam realidade do futebol

Lionel Messi lidera a lista de maiores salários da MLS. Os dados da MLS Players Association confirmam o valor de US$ 28,3 milhões em compensação garantida para a temporada 2026. O montante inclui salário base e bônus.

No outro extremo está Tim Payne. O defensor de 32 anos atua no Wellington Phoenix desde 2019. Seu contrato atual vai até 2028. O salário semanal de AU$ 1.600 gera cerca de US$ 83 mil brutos por ano, mas o valor líquido fica próximo de US$ 59 mil conforme estimativas.

Essa diferença reflete realidades distintas. Grandes estrelas recebem pacotes milionários com direitos de imagem. Jogadores de ligas menores e seleções menores dependem basicamente do salário do clube.

Tim Payne acumula experiência na carreira

O defensor nasceu em 10 de janeiro de 1994. Ele estreou pela seleção neozelandesa ainda jovem e soma mais de 50 jogos com a camisa dos All Whites. No clube, Payne se firmou como titular versátil, atuando na defesa e lateral.

Recentemente, ele assinou extensão de contrato com o Wellington Phoenix. O acordo de três anos mostra o apreço do clube pelo jogador. Apesar da fama repentina, Payne mantém o foco no campo.

A Nova Zelândia busca surpreender na Copa. O time enfrenta desafios no Grupo G, mas a onda de apoio nas redes pode gerar motivação extra.

Preparação para a Copa do Mundo avança

A seleção neozelandesa disputou amistosos recentes. Um deles contra o Haiti serviu como teste. Payne deve ser titular na estreia contra o Irã.

Enquanto isso, a Argentina de Messi começa sua campanha no dia 16 de junho contra a Argélia. Os dois jogadores estarão em campo na mesma competição, mas em situações muito diferentes.

A visibilidade de Payne já gerou repercussão global. Torcedores de vários países adotaram o “No Payne, No Gain” como bordão.

Impacto da fama repentina no dia a dia do jogador

Payne reagiu com tranquilidade. Ele agradeceu o apoio e brincou sobre a ajuda da esposa para traduzir mensagens. A família acompanha o momento com surpresa positiva.

O futebol mostra essas histórias. Um jogador comum vira sensação mundial por causa de uma ideia criativa nas redes. O caso de Tim Payne ilustra como a Copa do Mundo amplifica tudo.

A diferença salarial continua existindo. Messi vive o auge da carreira com contratos bilionários. Payne representa a base da pirâmide, onde a paixão pelo jogo sustenta a carreira.

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