Uma jovem de 21 anos faleceu instantaneamente em um acidente grave, enquanto participava de um “salto de bungee jumping sem corda”, conforme informações divulgadas nas redes sociais.
O lamentável incidente ocorreu no estado de São Paulo, no Brasil. Uma mulher de 21 anos que estava prestes a realizar um salto de corda, modalidade esportiva ao ar livre que envolve saltar de grandes alturas preso por um cabo, foi tragicamente lançada de cerca de 40 metros sem o devido equipamento de proteção, resultando em sua morte. Detalhes apurados por veículos locais e depoimentos da força policial expuseram múltiplas falhas e negligências dos responsáveis pela atividade.
A vítima da tragédia, Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, foi impulsionada de uma altura aproximada de 40 metros sem estar devidamente conectada à corda de segurança. Registros visuais do instante da fatalidade circularam amplamente.
A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas era a pessoa envolvida no triste acontecimento. Em 13 de junho, ela integrava um grupo excursionista organizado por uma firma particular e se dirigiu à Ponte do Esqueleto para experimentar o salto com corda. Contudo, no momento do salto, Maria não estava conectada ao dispositivo de segurança essencial e desabou sobre o leito da ponte, desprovida de qualquer equipamento protetor. Testemunhas registraram o ocorrido em vídeo. “Embora diversos colaboradores estivessem no local, aparentemente ninguém notou a falta de fixação da corda em Maria. Vários deles tentaram evadir-se, mas foram detidos pouco depois, totalizando seis prisões. Três dos indivíduos capturados no próprio local já enfrentam acusações de homicídio doloso, configurado quando o autor age com consciência do risco de causar a morte de outrem”, explicou um repórter focado em questões internacionais. Andrea Dantas Levy, titular da delegacia de polícia do estado de São Paulo, declarou à mídia local que a companhia que oferecia a atividade de salto “operava sem a devida licença”.
Prevalência de saltos clandestinos em pontes do Brasil
Este lamentável episódio não representa o primeiro caso envolvendo empresas que oferecem “bungee jumping ilegal” no território paulista. No mês de outubro anterior, uma mulher de 26 anos sofreu um sério traumatismo craniano ao participar de um salto de bungee jumping em outra estrutura, situada na região oeste de São Paulo. “A ponte em questão era um ponto onde a prática de bungee jumping era terminantemente proibida pela administração municipal, contudo, a modalidade popularmente conhecida como ‘bungee jumping ilegal’ mostrava-se uma ocorrência habitual. Tatiane Rosa Costa, a pessoa vitimada no incidente, foi convidada por um conhecido que já havia efetuado saltos no mesmo local em várias ocasiões e aderiu à atividade desconhecendo os riscos ou a interdição estabelecida”, adiciona a reportagem.
Conforme as orientações do responsável pela atividade, Tatiane recebeu uma corda elástica e o aparato de segurança, executando o salto de uma altura aproximada de 30 metros da ponte. Naquele instante, ela foi tranquilizada com a afirmação de que “inexistia perigo de choque”. “Entretanto, após a descida, a potência da corda em sua extensão máxima, ao retrair-se bruscamente, impulsionou seu corpo para cima, resultando em uma forte colisão de sua cabeça contra a estrutura inferior da ponte. Um intenso estrondo, um ‘bang!’, reverberou por todo o ambiente. Felizmente, sua vida foi poupada, mas as dores persistiram por cinco dias, e ela foi orientada a realizar uma ressonância magnética em uma clínica. De acordo com Tatiane, durante o incidente, os promotores não apenas falharam em oferecer socorro médico imediato no local, como também exigiram o pagamento completo pelo serviço prestado”, complementa o relato.
O total de pessoas feridas em decorrência de atividades de bungee jumping irregulares segue em ascensão. Diante desse cenário preocupante, a população local intensifica as solicitações por uma supervisão mais estrita e medidas mais firmes contra essas operações clandestinas.

