Descubra a razão pela qual Carlo Ancelotti mantém chiclete na boca durante os jogos da seleção brasileira

Carlo Ancelotti - Rafael Ribeiro/CBF

Carlo Ancelotti - Rafael Ribeiro/CBF

O técnico Carlo Ancelotti, que assumiu recentemente a Seleção Brasileira, tem chamado a atenção não apenas por sua estratégia em campo, mas por um hábito particular: o constante uso de chiclete durante as partidas. Aos 67 anos, o treinador italiano exibe essa característica peculiar à beira do gramado, despertando a curiosidade de muitos.

Observadores dos confrontos liderados por Ancelotti já notaram o costume singular e recorrente, que se estabeleceu como um traço marcante do técnico durante os 90 minutos de jogo. Em vez de recorrer a pranchetas digitais, movimentos amplos ou desabafos com os atletas, o comandante concentra-se em sua goma de mascar, um comportamento que frequentemente atrai olhares e intriga a audiência.

O motivo por trás do hábito de Ancelotti: a troca do cigarro por chicletes

Na realidade, essa prática curiosa acompanha o treinador da Seleção Brasileira há várias décadas e tem uma explicação direta: a substituição do cigarro. Ancelotti foi fumante por grande parte de sua vida, e o chiclete se tornou uma ferramenta eficaz para combater a ansiedade intensa, sustentar o foco e gerenciar o nervosismo inerente aos momentos de alta pressão no cenário do futebol global. Há rumores na imprensa internacional de que o técnico inclusive possui uma marca específica de chicletes americanos para usar nos dias de partida.

A imagem conhecida de Ancelotti substituindo a goma de mascar repetidamente não surpreende aqueles que acompanhavam sua trajetória em clubes como Real Madrid, Milan, Chelsea, Paris Saint-Germain e Bayern de Munique. Nessas passagens, ele já era visto consumindo grandes volumes do produto desde o aquecimento até o término da partida.

Carlo Ancelotti – Rafael Ribeiro/CBF

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