Seleção brasileira na Copa 2026: cinco jogadores se destacam na fase de grupos ao lado de Vini Jr

Vinicius Jr. e Luiz Henrique

Vinicius Jr. e Luiz Henrique - Nelson Terme/CBF

O encerramento da etapa inicial da Copa do Mundo trouxe à tona novos talentos e consolidou performances na equipe comandada por Carlo Ancelotti. A Seleção Brasileira assegurou a liderança do Grupo C, acumulando sete pontos após duas vitórias e um empate contra Marrocos, Escócia e Haiti.

É inegável o papel central de Vini Jr, com quatro gols e uma assistência, atraindo os holofotes do torneio. Contudo, a fase de grupos também revelou a importância de outros atletas que, com atuações consistentes, contribuíram de maneira decisiva para o desempenho da equipe, mostrando uma profundidade de elenco que será crucial para as fases eliminatórias.

O levantamento a seguir, baseado na média das notas atribuídas às atuações dos jogadores, apresenta os cinco principais nomes do Brasil durante a primeira etapa do Mundial.

O desempenho estelar de Vini Jr. lidera o ataque brasileiro

Vini Jr. demonstrou na Copa do Mundo a mesma capacidade que exibe no Real Madrid, consolidando-se como uma peça fundamental para o Brasil. Ele figura entre os melhores atletas desta fase, registrando quatro gols e uma assistência nos três primeiros jogos, além de assumir protagonismo em momentos importantes.

O camisa 7 teve participação direta em todos os gols marcados pela Seleção Brasileira até o momento na competição, firmando-se como o grande destaque sob o comando de Ancelotti.

As avaliações recebidas pelo jogador incluem 7,5 contra Marrocos, 8,0 contra Haiti e 8,5 contra Escócia, resultando em uma média de 8,0.

A ascensão de Bruno Guimarães no meio-campo da Seleção

Bruno Guimarães, que antes enfrentava alguma desconfiança ao vestir a camisa da Seleção, apesar de seu excelente rendimento no Newcastle, reverteu essa percepção. Sua performance recente tem sido crucial para o time.

Bruno Guimarães – Instagram

Com três assistências, Bruno se iguala a Olise, da França, como o principal passador da Copa do Mundo. Além dos passes decisivos, o volante assumiu a responsabilidade de dinamizar o meio-campo e demonstrou eficácia defensiva, antecipando-se a jogadas adversárias.

Suas notas foram 7,0 contra Marrocos, 8,0 contra Haiti e 8,0 contra Escócia, totalizando uma média de 7,6.

A eficácia goleadora de Matheus Cunha na linha de frente

Mesmo iniciando como reserva no confronto com Marrocos, Matheus Cunha foi essencial para a melhoria da equipe a partir da segunda rodada. Sua característica de atacante com alta mobilidade conferiu maior leveza ao time, concedendo mais liberdade aos demais jogadores ofensivos para avançar à área.

Além disso, o atacante cumpriu o que se espera de um camisa 9 da Seleção, marcando gols importantes. Ele balançou as redes três vezes em três partidas.

As notas obtidas pelo jogador foram 6,5 contra Marrocos, 8,5 contra Haiti e 7,5 contra Escócia, com uma média de 7,5.

Douglas Santos: a consistência silenciosa na lateral-esquerda

A atuação de Douglas Santos se caracterizou pela regularidade e discrição. O lateral-esquerdo consegue ser notado pela ausência de erros, sem comprometer a defesa. O setor sob sua responsabilidade não sofreu com investidas adversárias em nenhuma das partidas.

Considerado um jogador de confiança da comissão técnica, Douglas Santos justifica a escolha de Carlo Ancelotti ao convocá-lo do Zenit, da Rússia, no ano anterior.

O jogador recebeu as seguintes notas: 6,0 contra Marrocos, 7,0 contra Haiti e 6,0 contra Escócia, atingindo uma média de 6,3.

A recuperação de Alisson após um início instável

Alisson teve um começo de torneio abaixo do esperado contra Marrocos, onde poderia ter saído melhor no lance que resultou no gol de Saibari. No entanto, o goleiro conseguiu se reabilitar nas rodadas seguintes da fase de grupos.

No jogo contra o Haiti, ele realizou defesas importantes durante o segundo tempo, em um momento de intensa pressão da seleção caribenha. Diante da Escócia, Alisson teve uma intervenção crucial ao defender uma cabeçada de McTominay à queima-roupa.

Suas notas foram 5,0 contra Marrocos, 6,5 contra Haiti e 7,0 contra Escócia, com uma média final de 6,1.

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