Levou amante e deixou a taça! Após eliminação e denúncia de gastos na Copa, Samir Xaud sofre pressão na presidência da CBF

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Samir Xaud - Instagram Foto: Samir Xaud - Instagram

A crise na Confederação Brasileira de Futebol (CBF) se aprofundou consideravelmente após a eliminação da seleção brasileira na Copa do Mundo. Agora, as denúncias sobre o suposto uso de recursos da entidade para bancar despesas de acompanhantes durante o Mundial somam-se à derrota esportiva, colocando o presidente Samir Xaud sob intensa pressão.

Acusações de uso indevido de verba durante a Copa do Mundo

O principal ponto de tensão envolve as recentes acusações contra o dirigente da CBF. Reportagens apontaram que Samir Xaud teria utilizado verbas ligadas à confederação para custear viagens e hospedagens de mulheres em compromissos internacionais da instituição. Embora a CBF tenha negado as irregularidades, afirmando que todas as despesas seguem critérios institucionais, o caso se tornou um forte catalisador para a pressão por sua destituição.

Levou amante e deixou a taça!”, diz torcedor brasileiro, que ficou indignado com a eliminação e a falta de compromisso da seleção brasileira.

Controvérsias passadas marcam a trajetória de Samir Xaud

A chegada de Samir Xaud à presidência da CBF em 2025, após a queda de Ednaldo Rodrigues, já foi marcada por uma eleição com chapa única e o boicote de parte dos clubes, gerando questionamentos. Seu nome carregava diversas controvérsias antes mesmo do escândalo da Copa, incluindo ações trabalhistas, um processo por suposta fraude em hospital público de Roraima, acusações de gestão ausente na saúde municipal e dúvidas sobre regularização de terras em área ambiental. Essas questões preexistentes contribuem para a fragilidade de sua posição atual.

O técnico Carlo Ancelotti também vira alvo após a eliminação

Além da cúpula da CBF, o técnico da seleção, Carlo Ancelotti, também foi alvo de críticas. Elia Junior expressou que, se estivesse no lugar do treinador italiano, sentiria “vergonha” de assumir o comando da equipe brasileira nas atuais circunstâncias. A eliminação precoce para a Noruega expôs as fragilidades não apenas dos jogadores como Neymar e Vini Jr., mas também da própria estrutura de gestão e comando técnico.

Se as previsões se concretizarem, a CBF poderá enfrentar uma nova troca de comando, em meio a um dos períodos mais conturbados e decepcionantes da história recente da seleção brasileira. A situação aponta para uma novela com novos e imprevisíveis capítulos.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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