Maya Massafera revela inchaço no rosto após peeling e explica processo

Maya Massafera- Instagram

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A influenciadora digital Maya Massafera, de 45 anos, utilizou suas redes sociais na manhã desta quinta-feira, 16 de julho de 2026, para compartilhar a condição de seu rosto depois de realizar um peeling. O procedimento tem como objetivo principal estimular a renovação celular e tratar marcas na pele.

A publicação feita no Instagram trouxe à tona os detalhes do processo pós-peeling. Maya explicou aos seus seguidores que a inflamação e o inchaço na região facial, que se intensificaram dois dias após o tratamento, são, na verdade, um sinal positivo de que o método está funcionando conforme o esperado.

Influenciadora compartilha os detalhes da recuperação facial

Em um dos vídeos postados, Maya Massafera comentou sobre o desconforto inicial da recuperação. “Mano do céu, não consigo nem rir. Hoje faz dois dias que eu fiz. Amanhã é o dia mais inchado. Olha isso”, disse a influenciadora, mostrando o rosto visivelmente inchado. Ela enfatizou que quanto maior o inchaço, melhor o resultado, pois indica uma produção mais intensa de colágeno, essencial para a regeneração da pele.

Ainda sobre a recuperação, Maya explicou uma orientação médica importante. A profissional responsável pelo peeling a instruiu a não fazer hiperbárica nos primeiros dias. O motivo é que o objetivo do tratamento é justamente permitir que a pele inflame, potencializando a ação do colágeno e a renovação celular.

A razão principal por trás do peeling facial

A decisão de realizar o peeling não foi aleatória. Maya Massafera revelou que optou pelo procedimento para corrigir imperfeições decorrentes de um tratamento anterior. Durante sua transição de gênero, que ocorreu em 2023 e foi mantida em sigilo, ela precisou fazer eletrólise no rosto.

Este método de depilação permanente deixou “buraquinhos” em sua pele. A eletrólise, que é um processo mais intenso que a depilação a laser, utiliza uma agulha que entra em cada folículo capilar, queimando-o por dentro e causando essas pequenas marcas que a influenciadora buscava remediar.

Processo de eletrólise e a discrição na transição

A técnica da eletrólise foi descrita por Maya como um processo meticuloso e invasivo para remover os pelos. “É como se fosse uma agulha que entra em cada cabelinho e queima por dentro, então fez muito buraquinho na minha pele”, detalhou. A necessidade de esconder os efeitos desses procedimentos, como o inchaço e as marcas temporárias, explica a discrição em torno de sua transição de gênero. “Vocês não viram como meu rosto tinha ficado porque eu me transacionei escondida”, complementou ela.

Para muitas pessoas em processo de transição de gênero, a eletrólise e outros procedimentos estéticos são etapas cruciais para alinhar a aparência física à identidade de gênero, mesmo que gerem efeitos colaterais temporários. O peeling, nesse contexto, surge como uma solução para refinar a textura da pele e restaurar a confiança após procedimentos mais agressivos.

Impacto estético e a importância da renovação

O caso de Maya Massafera ilustra a complexidade e a dedicação envolvidas em procedimentos estéticos pós-transição. A busca por uma pele uniforme e saudável, livre das marcas deixadas pela eletrólise, é um passo importante para o bem-estar e a autoestima. O peeling facial, ao promover a renovação celular e a produção de colágeno, atua diretamente na recuperação da vitalidade e da uniformidade da pele. A visibilidade que Maya dá a esses temas contribui para desmistificar e informar sobre os desafios e as soluções disponíveis no universo dos tratamentos estéticos.

Carolina Costa: Carolina Costa é colaboradora da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2019. Formação: Administração
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