Uma ampla operação, que mobiliza tanto forças aéreas quanto equipes em solo, está em andamento para combater o incêndio florestal que atinge o Morro de Santo Antônio, localizado em Santo Antônio de Leverger, Mato Grosso. As ações foram ampliadas em 1 de setembro de 2026 pelo Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), reunindo múltiplas equipes para conter as chamas.
Esforço conjunto contra o fogo no Morro de Santo Antônio
O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) reforçou significativamente o efetivo para enfrentar o incêndio. Três aeronaves e cinco equipes terrestres foram designadas para atuar em pontos estratégicos da área afetada, visando uma contenção eficaz do fogo.
As primeiras detecções do incêndio ocorreram na tarde de 31 de agosto de 2026, quando o monitoramento via satélite identificou focos de calor na região. Imediatamente, as equipes iniciais foram deslocadas para o local, onde deram início ao reconhecimento da extensão e ao combate direto.
Obstáculos iniciais para a atuação aérea
Ainda no dia 31 de agosto de 2026, o Corpo de Bombeiros buscou autorização para empregar aeronaves na operação, essencial para atingir áreas de difícil acesso. Contudo, essa solicitação foi inicialmente negada pelo Aeroporto Internacional de Cuiabá – Marechal Rondon.
A restrição foi imposta devido a questões operacionais relacionadas ao intenso fluxo de voos comerciais na área, o que impediu o uso imediato do apoio aéreo. Essa limitação impactou a capacidade inicial de resposta rápida contra o avanço das chamas em terreno complexo.
Aumento da capacidade de combate com aviões
Com a autorização para as ações aéreas e a garantia das condições de segurança necessárias para os voos em baixa altitude, o combate foi intensificado em 1 de setembro de 2026. Três aeronaves do Grupo de Aviação Bombeiro Militar (GAvBM) e da Defesa Civil Estadual passaram a atuar diretamente na ocorrência.
Este reforço pelo ar permite atacar as frentes de incêndio em diversos pontos, ampliando consideravelmente a capacidade de contenção do fogo. A combinação de forças aéreas e terrestres se mostra crucial para dominar a situação.
Monitoramento contínuo e planos de contenção
A gerência da Unidade de Conservação, onde o Morro de Santo Antônio está inserido, acompanha de perto a operação e colabora de forma integrada com as equipes de resposta. O objetivo principal é conter as frentes de incêndio e prevenir que o fogo atinja áreas ainda preservadas, protegendo a biodiversidade local.
O Batalhão de Emergências Ambientais (BEA) mantém um monitoramento constante sobre o comportamento do incêndio. Essas informações são fundamentais para subsidiar a definição e o ajuste das estratégias de combate, que evoluem conforme a ocorrência se desenvolve. O foco é garantir a segurança das equipes e a máxima eficácia na proteção ambiental.
