O personagem, interpretado por Lázaro Ramos, amplia seus atos cruéis contra Alika, vivida por Duda Santos, após conduzir a princesa à força para Batanga em 21 de setembro de 2026. O monarca descobre no palácio que a jovem espera um bebê gerado com Tonho, personagem de Ronald Sotto, e define que assassinará a criança logo depois do parto. O plano cruel surpreendeu a corte.
As previsões indicam que Alika e sua mãe Niara, interpretada pela atriz Erika Januza, continuam sob cárcere fechado como prisioneiras do governante autoritário durante toda a travessia imposta até o continente africano para atender aos caprichos da coroa. O soberano constata a enorme influência popular mantida pela jovem entre os habitantes locais e reformula as decisões iniciais de seu governo.
A protagonista comunica a gestação decorrente do relacionamento com Tonho exatamente quando a confirmação do herdeiro provoca a ira imediata do ditador de Batanga.
Jendal poupa a vida da princesa neste primeiro instante e opta por aguardar o término da gestação para executar o recém-nascido. O ditador afirma que pretende prolongar o sofrimento emocional da jovem e determina o confinamento dela nas dependências internas do palácio real.
Grupo rebelde planeja contra-ataque contra o tirano
Os opositores estruturam ações coordenadas para combater a administração ilegítima instaurada pelos golpistas no país. Tonho assume papel ativo nos confrontos armados previstos para o desfecho da narrativa. O combatente se une aos aliados Omar, interpretado por Rodrigo Simas, e Dumi, papel de Licínio Januário, na investida militar para libertar Alika e reconquistar Batanga.

