Lua hoje atinge fase crescente gibosa antes da cheia de setembro

Lua crescenteLua crescente

Lua crescente - Foto: Annandistock/ Istockphoto.com

O disco lunar avançou para a fase crescente gibosa com índice de iluminação visível registrado entre 94% e 97%, marcando o estágio que antecede o ápice do ciclo orbital. O fenômeno astronômico registrado na quinta-feira (24) prepara a chegada da Lua Cheia no final do mês, de acordo com as coordenadas astronômicas oficiais monitoradas no território brasileiro.

Os registros astronômicos catalogados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) apontam que a fração iluminada cresce continuamente até atingir a totalidade no sábado (26), exatamente às 13h50 pelo horário de Brasília. As medições técnicas diferenciam o período visual intermediário das quatro etapas consolidadas do calendário, caracterizando o momento em que mais da metade da superfície visível reflete a luz solar em direção à Terra.

Horários e datas do calendário lunar de setembro de 2026

O acompanhamento das posições astronômicas detalha os horários exatos calculados para as viradas de fase ao longo do mês, conforme as tabelas do Inmet:

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  • Lua Minguante: dia 4 de setembro, às 04h52
  • Lua Nova: dia 11 de setembro, às 0h27
  • Lua Crescente: dia 18 de setembro, às 17h44
  • Lua Cheia: dia 26 de setembro, às 13h50
  • Próximo Quarto Minguante: 3 de outubro de 2026, às 10h26

Comportamento orbital e dinâmica das interfases

A lunação, denominação atribuída ao intervalo temporal completo decorrido entre duas luas novas consecutivas, apresenta uma média regular de duração fixada em 29,5 dias. Durante esse intervalo, o satélite natural percorre as quatro fases principais denominadas nova, crescente, cheia e minguante, demandando cerca de sete dias de desenvolvimento em cada uma delas. A mecânica celeste também engloba as interfases técnicas, que compreendem o quarto crescente e a crescente gibosa na transição para a cheia, além da minguante gibosa e do quarto minguante no percurso posterior de retorno à escuridão.

Na configuração de Lua Nova, o corpo celeste posiciona-se em alinhamento entre a Terra e o Sol, mantendo a sua face voltada para o globo terrestre totalmente sem iluminação direta e invisível a olho nu na abóbada celeste noturna. Conforme a órbita avança dia após dia, a porção sob incidência de luz solar surge de forma gradativa a partir do horizonte, expandindo-se até formar a metade luminosa no Quarto Crescente e ultrapassar essa marca na fração gibosa observada na quinta-feira (24), que exibe quase todo o disco iluminado.

Diferenças de luminosidade e ausência de superlua

As variações apontadas nos índices de observação decorrem da progressão contínua da luminosidade ao longo das 24 horas do dia, gerando marcações que oscilam entre 94% nos cálculos analíticos e 97% nos picos finais de acompanhamento na quinta-feira (24). As divergências pontuais de um minuto nos horários oficiais decorrem de critérios de arredondamento de segundos aplicados pelos sistemas de medição observacional.

O evento de Lua Cheia previsto para o sábado (26) não é classificado cientificamente como superlua, visto que o perigeu da órbita lunar no mês ocorreu no dia 6 de setembro de 2026, quando o corpo celeste esteve no ponto de maior proximidade física do planeta. O ciclo do mês também não apresenta ocorrência de eclipse lunar, mantendo a visibilidade plena desprovida de sombreamentos atmosféricos, após ter registrado em 14 de setembro de 2026 uma conjunção aparente visível na direção oeste entre a Lua e o planeta Vênus.

A fase de iluminação máxima de sábado (26) se estenderá até que a área visível comece a declinar gradativamente em direção ao Quarto Minguante, marcado formalmente para o dia 3 de outubro de 2026, às 10h26 no horário de Brasília.