Uma moradora de Apucarana acionou a Polícia Militar após suspeitar que a casa dela estava sendo invadida por criminosos. Ao vistoriarem o imóvel e o quintal, os policiais constataram que os ruídos ouvidos pela mulher foram provocados por um gambá que circulava pela propriedade.
O caso ocorreu na Rua Dom Pedro II, no bairro Jardim Ponta Grossa. A idosa informou que ouviu sons compatíveis com pessoas tentando pular a estrutura do muro, momento em que acendeu as luzes e notou forte agitação dos cães de guarda.
Apucarana: varredura policial descarta furto e localiza gambá
A equipe da Polícia Militar fez uma inspeção em todo o perímetro do terreno e não encontrou qualquer sinal de arrombamento ou dano estrutural. Durante a averiguação, os militares avistaram o animal silvestre perto da residência, o que explicou o barulho e a reação imediata dos cachorros.
Após afastar a possibilidade de crime patrimonial no local, os policiais realizaram rondas preventivas pelas vias adjacentes no Jardim Ponta Grossa. Nenhum suspeito foi encontrado na região, e os agentes repassaram orientações à moradora antes de encerrar o atendimento.
Acompanhe: Jenny quebra recorde do Guinness com a cauda de cavalo mais longa do mundo
Dados da ocorrência registrada pela Polícia Militar em Apucarana
- Horário aproximado do chamado: 3h30 da madrugada de 1 de outubro de 2026
- Local do atendimento: Rua Dom Pedro II, Jardim Ponta Grossa, Apucarana
- Idade da solicitante: mulher de 66 anos
- Resultado da inspeção: nenhum indício de invasão e localização de um animal silvestre
- Medidas adotadas: vistoria no quintal, rondas nas ruas vizinhas e orientação no local
Gambás em áreas urbanas explicam chamados na madrugada
Ocorrências de falsos alarmes envolvendo gambás e outros animais silvestres em bairros residenciais costumam ocorrer durante a madrugada. Esse comportamento está associado aos hábitos noturnos das espécies, período em que saem dos esconderijos naturais para buscar alimento e abrigo em quintais e telhados.
Leia também: Presença de tamanduá-mirim em avenida de Bauru expõe riscos da fauna na área urbana
A identidade e o nome completo da idosa de 66 anos não foram divulgados pela Polícia Militar, que preservou os dados pessoais da moradora no boletim de ocorrência.
A corporação finalizou os trabalhos na residência sem alterações e manteve o patrulhamento de rotina no município de Apucarana.
