Google lança Nano Banana 2.1 com suporte a 14 imagens de referência

Nano Banana 2.1 - Reprodução

Nano Banana 2.1 - Reprodução

O modelo de inteligência artificial generativa Nano Banana 2.1 foi oficializado pelo Google em Mountain View, na Califórnia, para a produção e edição de conteúdos visuais em resoluções de até 4K. A nova ferramenta opera sobre a arquitetura Gemini 3.6 Flash e substitui a geração anterior da tecnologia, trazendo maior velocidade de processamento aliada a uma redução direta nos gastos operacionais cobrados de desenvolvedores.

O anúncio ocorreu na terça-feira (6), às 17h30 pelo horário de Brasília, disponibilizando o identificador técnico gemini-nano-banana-2.1 para integração direta com a interface de programação de aplicativos da empresa. Em comunicado institucional, a companhia afirmou que a atualização supera os sistemas antecessores “em todos os aspectos”, com foco principal na estabilidade de elementos visuais ao longo de sucessivas instruções de comando.

Recursos técnicos e valores do Nano Banana 2.1

A nova versão foi estruturada para solucionar dificuldades históricas de continuidade visual na computação gráfica gerada por inteligência artificial, permitindo o envio de até 14 imagens de referência em um único prompt. Esse volume de dados possibilita sustentar a consistência de até quatro personagens diferentes e a fidelidade estrita de até dez objetos em variações de uma mesma cena, evitando que alterações automáticas desfigurem traços estabelecidos em etapas anteriores do projeto.

Foto: Google Gemini – Reprodução

O modelo multimodal incorpora edição baseada em máscaras, técnica comparável à de softwares tradicionais de tratamento visual que viabiliza selecionar áreas pontuais de uma ilustração sem modificar o restante da imagem. O sistema também oferece integração com a busca do Google para aterrissagem factual de dados, além de disponibilizar três níveis selecionáveis de raciocínio, divididos entre mínimo, médio e alto. Todas as saídas visuais geradas ou modificadas pela plataforma recebem a aplicação da marca d’água digital invisível SynthID, voltada a certificar a procedência sintética dos arquivos.

Estrutura operacional e detalhes de disponibilidade

As especificações comerciais e técnicas do lançamento reúnem os seguintes parâmetros confirmados pelo Google:

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  • Data e horário do anúncio global: terça-feira, 6 de outubro de 2026, às 17h30 no horário de Brasília
  • Local de desenvolvimento: Mountain View, Califórnia, Estados Unidos
  • Preço na interface de programação: US$ 0,0336 por imagem padrão gerada em resolução 1K
  • Formatos de saída gráfica: resoluções de 1K, 2K e 4K
  • Capacidade de entrada de referências: limite de 14 imagens simultâneas por comando
  • Identificador oficial da API: gemini-nano-banana-2.1

Pontuação em testes e integração no ecossistema Gemini

Avaliações conduzidas internamente pelo Google demonstraram avanços métricos no processamento do modelo, que registrou 1.050 pontos na classificação Elo para preferências de texto para imagem, superando a marca de 990 obtida pela versão anterior. Em testes específicos voltados à precisão de infográficos, o índice de factualidade do sistema alcançou a marca de 0,521, número substancialmente superior à taxa de 0,179 registrada pelas tecnologias precedentes da corporação.

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O Nano Banana 2.1 teve distribuição estabelecida de forma simultânea em produtos voltados a consumidores finais e ferramentas dedicadas a programadores e empresas corporativas. A integração alcança o aplicativo do chatbot Gemini, o Modo IA na Busca do Google, o Google AI Studio, a plataforma Stitch para desenvolvimento de interfaces de usuário, o Google Flow para produção gráfica e de vídeos, o Google Ads para criação publicitária e a Gemini Enterprise Platform.

Transição técnica após a substituição do Nano Banana 2

A linhagem começou originalmente como um codinome interno na equipe de inteligência artificial antes de ser transformada no nome oficial dos recursos de imagem do ecossistema Gemini. O antecessor direto da ferramenta, o Nano Banana 2 baseado no Gemini 3.1 Flash Image, havia sido lançado pela corporação em 26 de fevereiro de 2026 e passa agora à classificação formal de depreciado dentro da infraestrutura oferecida aos programadores.

Com a alteração de categoria na interface de desenvolvimento, o custo de US$ 0,0336 por imagem padrão gerada em 1K estabelece um patamar que representa cerca de metade do valor cobrado durante o período de vigência da segunda versão. O Google, liderado pelo diretor executivo Sundar Pichai na Alphabet e que conta com Liz Reid na chefia da Busca e Koray Kavukcuoglu como diretor de tecnologia da Google DeepMind, ainda não divulgou a data exata em que o modelo antecessor Nano Banana 2 terá o sinal totalmente desligado na API.

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