A Disney anunciou nesta terça-feira (13) que o remake em live-action de Moana estreará no catálogo do serviço de streaming Disney+ em 21 de outubro de 2026. O longa-metragem ficará disponível sem custo adicional para os assinantes da plataforma exatos 103 dias após o lançamento nos cinemas dos Estados Unidos.
O comunicado oficial da empresa não divulgou o horário exato em que a produção será liberada no sistema em 21 de outubro de 2026, embora as estreias do serviço ocorram tradicionalmente entre 4h e 5h no horário de Brasília. Para marcar a chegada do título ao ambiente digital, o estúdio e a organização ambiental Heal the Bay realizam um mutirão comunitário de limpeza na praia de Santa Monica, no estado norte-americano da Califórnia, neste sábado (17), com apresentação de Tiana Nonosina Liufau, coreógrafa e produtora associada do filme.
Cronograma de lançamento do live-action de Moana
Antes da inclusão no catálogo de assinatura, a adaptação percorreu as janelas comerciais de exibição em salas de cinema, aluguel digital e venda de mídia física ao longo do segundo semestre de 2026:
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- 8 de julho de 2026: estreia nos cinemas do Brasil;
- 10 de julho de 2026: lançamento nos cinemas dos Estados Unidos;
- 8 de setembro de 2026: liberação nas plataformas digitais para compra e aluguel;
- 6 de outubro de 2026: chegada às lojas em mídia física nos formatos DVD, Blu-ray e 4K Ultra HD;
- 21 de outubro de 2026: disponibilização no catálogo do Disney+.
Elenco e equipe técnica de Moana
Situada no Pacífico Sul antigo, a trama acompanha a jornada de uma adolescente em busca de uma ilha lendária ao lado do semideus Maui, enfrentando criaturas marinhas e mundos submersos. O longa é protagonizado pela atriz estreante Catherine Laga’aia no papel-título e marca o retorno do ator Dwayne Johnson como o personagem Maui. O elenco reúne ainda John Tui como o Chefe Tui, pai da jovem, Frankie Adams como a mãe Sina, Rena Owen no papel da avó Tala e Jemaine Clement reprisando a voz de Tamatoa.
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A direção é assinada por Thomas Kail, vencedor dos prêmios Emmy e Tony pela peça musical Hamilton, a partir do roteiro escrito por Jared Bush e Dana Ledoux Miller. Na equipe de bastidores, Dwayne Johnson atua também como produtor ao lado de Beau Flynn, Dany Garcia, Hiram Garcia e Lin-Manuel Miranda, enquanto Thomas Kail acumula a função de produtor executivo junto de Scott Sheldon, Charles Newirth e Auli’i Cravalho, dubladora original da protagonista na animação de 2016. A trilha sonora mantém composições de Lin-Manuel Miranda, Opetaia Foa’i e Mark Mancina, incluindo as faixas “How Far I’ll Go”, “I Am Moana” e a música inédita “Along The Way”.
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Desempenho de Moana nas bilheterias e recepção
O desempenho comercial do remake nos cinemas ficou abaixo das projeções da indústria, acumulando mais de US$ 315 milhões na bilheteria mundial — sendo US$ 162 milhões arrecadados no mercado doméstico norte-americano — frente a um orçamento de produção estimado em US$ 250 milhões. No fim de semana de estreia global, em julho de 2026, o filme somou US$ 95 milhões totais (US$ 43 milhões nos Estados Unidos e US$ 52 milhões no circuito internacional), número inferior à meta do estúdio de alcançar entre US$ 130 milhões e US$ 140 milhões, em um período de concorrência direta nas salas com as animações Toy Story 5 e Minions e Monstros.
Executivos da companhia, incluindo a presidente da Disney Entertainment, Dana Walden, atribuíram parte do resultado financeiro ao curto intervalo entre o lançamento do remake e a chegada de Moana 2 aos cinemas em 2024. A sequência animada ultrapassou US$ 1 bilhão em arrecadação global, quase o triplo do valor obtido pela versão com atores reais, enquanto o filme original Moana: Um Mar de Aventuras, lançado em 2016, mantém o posto de produção mais assistida da história do Disney+, com mais de 1,5 bilhão de horas reproduzidas mundialmente.
Nos agregadores de notas, a adaptação dividiu as avaliações entre os analistas de cinema e os espectadores pagantes. O título obteve nota 42 de 100 no Metacritic e aprovação próxima de 32% a 33% da crítica especializada no Rotten Tomatoes, com ressalvas direcionadas ao uso de computação gráfica e à semelhança quadro a quadro com a obra de 2016. Sobre as avaliações negativas, Dwayne Johnson declarou, em tradução livre: “É assim mesmo que funciona porque estamos neste negócio… Se você amar, ótimo. Se não amar, sem problema”. Entre o público, o longa registrou 88% de aprovação da audiência verificada no Rotten Tomatoes e nota média A- no índice CinemaScore.
