Um levantamento do Grupo PLL divulgado nesta quarta-feira (14) mostra que o iPhone 13 foi o smartphone que mais passou por reparos no Brasil nos primeiros oito meses de 2026. O aparelho da Apple concentrou 5% de todos os atendimentos de assistência técnica e pós-venda realizados pela companhia entre os meses de janeiro e agosto, superando outros 617 modelos distintos analisados no país.
Na segunda colocação do estudo aparece o Samsung Galaxy S23 Ultra 5G, que respondeu por 4% do volume de consertos registrados no período. O terceiro lugar ficou com o iPhone 15, responsável por 3% dos serviços efetuados nos laboratórios da empresa.
Quais são os 15 celulares mais reparados no Brasil segundo o Grupo PLL?
A relação dos 15 smartphones com maior presença nas bancadas de manutenção entre janeiro e agosto de 2026 reúne exclusivamente aparelhos de três fabricantes: Apple, Motorola e Samsung. No caso da empresa norte-americana, a lista abrange diferentes gerações de dispositivos, indo desde o iPhone 11 até o iPhone 16 Pro Max, enquanto a Motorola figura com quatro modelos das linhas Moto G e Edge, e a sul-coreana Samsung marca presença com duas versões da família Galaxy S Ultra.
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Para o sócio-fundador do Grupo PLL, Lucas Linhares, a divisão de espaço entre lançamentos recentes e aparelhos de gerações antigas impõe exigências operacionais diretas para o setor de manutenção no país. Segundo o executivo, esse comportamento do mercado faz com que as empresas de assistência técnica precisem lidar diariamente com uma variedade maior de dispositivos e com especificidades distintas de reparo para cada geração.
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- 1º lugar: iPhone 13 (5% de participação nos reparos)
- 2º lugar: Samsung Galaxy S23 Ultra 5G (4% de participação)
- 3º lugar: iPhone 15 (3% de participação)
- 4º lugar: iPhone 11 (2% de participação)
- 5º lugar: iPhone 14 (2% de participação)
- 6º lugar: iPhone 15 Pro Max (2% de participação)
- 7º lugar: Moto G35 5G (2% de participação)
- 8º lugar: iPhone 16 (2% de participação)
- 9º lugar: iPhone 12 (2% de participação)
- 10º lugar: iPhone 16 Pro Max (2% de participação)
- 11º lugar: Moto G84 (2% de participação)
- 12º lugar: Motorola Edge 50 Pro (1% de participação)
- 13º lugar: iPhone 14 Pro Max (1% de participação)
- 14º lugar: Samsung Galaxy S24 Ultra (1% de participação)
- 15º lugar: Motorola Edge 50 Fusion (1% de participação)
Metodologia e números da operação do Grupo PLL em 2026
O Grupo PLL esclarece que os percentuais divulgados no relatório retratam apenas a fatia de cada modelo dentro dos atendimentos executados pela própria companhia. Os números sofrem influência direta do tamanho da base de clientes e da quantidade de aparelhos em circulação no mercado brasileiro, razão pela qual o ranking não deve ser interpretado como um índice geral de propensão a defeitos de fábrica dos celulares comercializados no território nacional.
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O número absoluto total de consertos realizados entre janeiro e agosto de 2026 não foi divulgado nas publicações sobre o levantamento, que detalharam apenas os percentuais de participação e a variedade de modelos. Abaixo estão os parâmetros operacionais confirmados pela empresa que embasam o estudo divulgado em 14 de outubro de 2026:
- Período de apuração do ranking: janeiro a agosto de 2026
- Diversidade de aparelhos registrados: 618 modelos distintos de smartphones
- Volume médio da empresa: cerca de 20 mil atendimentos mensais somando todas as frentes de seguros
- Participação de mercado da operadora: aproximadamente 80% da volumetria de seguros de celulares do Brasil passa pela empresa
Histórico de quebras de tela e vendas de usados do iPhone 13
Fundado em 2005 e tendo também Pablo Linhares como sócio-fundador, o Grupo PLL atua no mercado brasileiro como parceiro de fabricantes e seguradoras na área de pós-venda e BPO mobile — sigla em inglês para terceirização de processos de negócios voltada a dispositivos móveis. Em um levantamento anterior divulgado em 30 de julho de 2026, referente ao balanço do primeiro semestre do ano, a companhia já havia mapeado a origem dos chamados: 61% dos sinistros de smartphones processados decorreram de quebras acidentais, enquanto 39% tiveram como causa roubos e furtos. Naquele mesmo corte de julho de 2026, a substituição de tela representava aproximadamente 75% de todos os reparos executados nos laboratórios da empresa.
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A presença do iPhone 13 no topo dos atendimentos de assistência técnica acompanha o alto volume de circulação do modelo no comércio nacional. De acordo com um estudo da plataforma de comércio eletrônico OLX divulgado em fevereiro de 2026, com base nos negócios fechados ao longo do ano de 2025, o aparelho da Apple foi o líder
de vendas entre os smartphones usados no Brasil, fator que amplia a quantidade de unidades ativas suscetíveis a manutenções de rotina.