Economia de São Paulo cresce 2,8% em 2019
Governo do Estado de São Paulo
A economia paulista teve crescimento de 2,8% em seu Produto Interno Bruto (PIB), em 2019, segundo dados do Banco Central divulgados nessa segunda-feira (17). Com esse desempenho, o Estado teve expansão maior que o triplo da média nacional, que esteve em 0,9%.
O crescimento da economia paulista destacou-se em todos os setores. Na indústria, enquanto o Brasil recuou 1,1%, São Paulo cresceu 0,2%. Já o comércio estadual expandiu-se 2,4%, acima do 1,8% da média nacional. Para o setor de serviços, o crescimento foi de 3,3% em São Paulo, ante 1% nacional.
“Os números do Banco Central mostram que nosso trabalho tem apresentado ótimos resultados e vem sendo decisivo para a recuperação da economia brasileira”, avaliou o Secretário de Fazenda e Planejamento do Estado de São Paulo, Henrique Meirelles.
Meirelles destaca que a aceleração da economia paulista foi essencial para o desempenho do país. “São Paulo foi o principal motor do crescimento brasileiro em 2019, graças a uma melhora em todos os nossos setores, que tiveram desempenho bem acima do que o restante do país”, avalia.
Em 2019, São Paulo gerou quase 185 mil novos empregos – cerca de um terço do total de 644 mil gerados em todo o país, a melhor performance entre todas as unidades da federação. A taxa de desemprego paulista, que estava acima da nacional desde o fim de 2014, praticamente retornou à média nacional. Em relação a dezembro de 2018, a taxa recuou 0,9% (de 12,4% para 11,5%), enquanto a nacional recuou 0,6% (de 11,6% para 11,0%).
Para o Governador João Doria, esses dados demonstram que o crescimento da economia do Estado é consistente. “Isso não se deu por acaso nem de forma fortuita. Se deve a um programa consistente de planejamento e execução e uma boa equipe de trabalho”, afirmou Doria, em palestra na terça-feira (18), na capital paulista.
Diversas ações do Estado vêm contribuindo para esses resultados, com foco no fortalecimento da indústria, na realização de concessões e de privatizações e na melhoria do ambiente de negócios. Novos modelos de incentivos ao setor produtivo, como os concedidos aos setores hortifrutigranjeiro e automobilístico, contribuíram para esse resultado.
Esses benefícios têm estimulado a economia, sem fragilizar a situação fiscal de São Paulo. No ano passado, o Estado teve superávit de R$ 18,3 bilhões – o melhor resultado primário desde 2010 –, graças às medidas de cortes de gastos e de aprimoramento e à expansão das receitas. Sem elevar alíquotas e nem criar novos tributos, o Estado aumentou sua arrecadação em 3,4% no ano.
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