Brasil não vai escapar de consequências, mas crise internacional pode ser oportunidade, diz Maia
América Latina

Brasil não vai escapar de consequências, mas crise internacional pode ser oportunidade, diz Maia

Brasil não vai escapar de consequências, mas crise internacional pode ser oportunidade, diz Maia

Brasil não vai escapar de consequências, mas crise internacional pode ser oportunidade, diz Maia. A piora na economia internacional terá consequências inevitáveis para o Brasil, mas a crise global pode representar uma oportunidade para o país somar forças em busca de soluções necessárias e urgentes, afirmou o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), no domingo, acrescentando que o Congresso está pronto para avançar com a agenda de reformas. Baixe o Aplicativo Gratuito do Portal Mix Vale

Temores sobre o impacto econômico do coronavírus no mundo têm afetado duramente os mercados nas últimas semanas, levando a uma escalada do dólar frente ao real. Nesta segunda-feira, uma forte queda dos preços do petróleo atingia os mercados financeiros em todo o mundo.

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“O cenário internacional exige seriedade e diálogo das lideranças do país. A situação da economia mundial se deteriora rapidamente. O Brasil não vai escapar de sofrer as consequências dessa piora global. É preciso agir já com medidas emergenciais”, disse Maia em publicação no Twitter.

“O Congresso está pronto para avançar com as reformas necessárias capazes de restabelecer a confiança. Se agora os poderes da República agirem em harmonia e com espírito democrático, esta crise pode virar uma oportunidade de se somar forças em busca das soluções necessárias e urgentes”, acrescentou.

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Maia tem pressionado o governo a formalizar o envio da reforma administrativa ao Congresso, ao mesmo tempo em que tramita devagar a reforma tributária — as duas próximas prioridades da agenda de reformas após a aprovação da reforma da Previdência no ano passado.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, cancelou viagem aos Estados Unidos nesta semana para ficar no Brasil para a defesa e o encaminhamento das reformas econômicas.

(Por Pedro Fonseca, no Rio de Janeiro)

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