‘Minoria barulhenta’ no auxílio emergencial? Saiba mais

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‘Minoria barulhenta’ no auxílio emergencial? Saiba mais. O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta quinta-feira, durante a sua live semanal transmitida pelas redes sociais, que uma “minoria barulhenta” aguarda pelo pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 destinado à população de baixa renda afetada pelos impactos econômicos do coronavírus. Nesta quinta-feira, o governo federal divulgou que 17 milhões de pedidos do Auxílio Emergencial estão represados. Baixe o Aplicativo Gratuito do Portal Mix Vale

Ao abrir a transmissão, Bolsonaro disse que estava ao lado presidente da Caixa, Pedro Guimarães, que trataria do pagamento do benefício.

— O Pedro Guimarães, presidente da Caixa, que vai falar alguma coisa sobre o pessoal que caiu em (inaudível), que está sob análise. É uma minoria barulhenta, uns realmente têm razão, outros se equivocaram e outros não têm direito — afirmou o presidente.

Em outro trecho, Guimarães afimou que o pagamento do auxílio para uma parcela da população entre 6 e 8 milhões de pessoas ocorrerá na próxima semana.

Bolsonaro não conseguiu concluir a live por problemas de sinal. O presidente se mostrou irritado, lembrando que a mesma coisa já havia ocorrido na semana passada. Ele disse que a questão será resolvida para a próxima semana.

Antes de encerrar, Bolsonaro afirmou que recebeu cerca de dez empresários no Palácio do Planalto nesta quinta-feira e ouviu outras centenas deles por videoconferência. Segundo o presidente, esses empresários representam 45% do PIB e são responsáveis por 30 milhões de empregos.

— Eles falaram da necesidade de voltar ao trabalho. Dizem que agora estão na UTI. A gente sabe depois da UTI ou vai para casa ou vai para o repouso eterno — disse o presidente.

Bolsa Família sem Auxílio emergencial na Caixa?(Abre numa nova aba do navegador)

Bolsonaro ainda destacou que colocou duas novas atividades como serviços essenciais por meio de decreto nesta quinta-feira (construção civil e atividades industriais) para se contrapor à medidas de restrição tomadas por governos estaduais e municipais. Seu objetivo ao assinar o decreto foi “desafogar a questão do emprego no Brasil”.

— O que botamos no nosso decreto lá de trás foram as atividades essenciais e o restante ficou a cargo de prefeitos e governadores. Como do lado de lá teve muitas profissões que o pessoal foi impedido de trabalhar, nós começamos a abrir do lado de cá.

O presidente também elogiou o ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), por ter rejeitado uma ação do partido Rede Sutenatabilidade pela demarcação de terrras indígenas.

Novas categorias não deverão ser inclusas no Auxílio emergencial(Abre numa nova aba do navegador)