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Pesquisa Reuters/Ipsos mostra Biden à frente de Trump em Michigan e disputa apertada na Carolina do Norte

Por Jason Lange

WASHINGTON (Reuters) – O candidato democrata à Presidência dos Estados Unidos, Joe Biden, manteve uma vantagem significativa sobre o presidente Donald Trump, um republicano, em Michigan, mas os dois candidatos estão praticamente empatados na Carolina do Norte, mostraram pesquisas Reuters/Ipsos nesta terça-feira.

Pesquisas Reuters/Ipsos estão entrevistando prováveis eleitores em seis Estados –Wisconsin, Pensilvânia, Michigan, Carolina do Norte, Flórida e Arizona– que desempenharão papéis fundamentais na votação que decidirá se Trump vai conquistar um segundo mandato ou se Biden vai substituí no comando do país.

Abaixo estão números das pesquisas por Estado, com base nas respostas online de prováveis eleitores, que incluem respostas de alguns que votaram antes do dia formal da eleição, em 3 de novembro — o que é cada vez mais comum devido ao coronavírus.

MICHIGAN (7-13 Out):

* Votos em Biden: 51%

* Votos em Trump: 43%

* Resultado inalterado em relação à semana anterior

* 22% disseram que já votaram

* 51% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 41% dizem que Trump se sairia melhor.

* 47% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 46% dizem que Biden se sairia melhor.

CAROLINA DO NORTE (7-13 Out):

* Votos em Biden: 48%

* Votos em Trump: 47%

* Na semana anterior o placar mostrava 47% para os dois candidatos

* 12% disseram que já votaram

* 47% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 45% dizem que Trump se sairia melhor.

* 52% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 42% dizem que Biden se sairia melhor.

WISCONSIN (6-11 Out):

* Votos em Biden: 51%

* Votos em Trump: 44%

* Semana anterior mostrava 50%-44%

* 20% disseram que já votaram

* 52% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 38% dizem que Trump se sairia melhor.

* 47% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 46% dizem que Biden se sairia melhor.

PENSILVÂNIA (6-11 Out):

* Votos em Biden: 51%

* Votos em Trump: 44%

* Semana anterior mostrava 50%-44%

* 6% dizem que já votaram

* 51% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 42% dizem que Trump se sairia melhor.

* 50% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 45% dizem que Biden se sairia melhor.

FLÓRIDA (29 Set – 6 Out):

* Votos em Biden: 49%

* Votos em Trump: 45%

* Pesquisa anterior mostrava empate em 47%

* 50% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 41% dizem que Trump se sairia melhor.

* 49% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 45% dizem que Biden se sairia melhor.

* 7% dizem que já votaram.

ARIZONA (29 Set- 7 Out):

* Votos em Biden: 48%

* Votos em Trump: 46%

* 49% dizem que Biden enfrentaria melhor a pandemia do coronavírus; 43% dizem que Trump se sairia melhor.

* 52% dizem que Trump seria melhor na condução da economia; 42% dizem que Biden se sairia melhor.

* 3% dizem que já votaram.

NOTAS

As pesquisas de opinião Reuters/Ipsos são conduzidas online em todos os seis Estados em inglês, assim como em espanhol no Arizona e na Flórida.

* Em Michigan, a pesquisa reuniu respostas de 985 adultos, incluindo 620 prováveis eleitores, e com um intervalo de credibilidade de 5 pontos percentuais.

* Na Carolina do Norte, a pesquisa reuniu respostas de 1.000 adultos, incluindo 660 prováveis eleitores, e com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* Em Wisconsin, a pesquisa reuniu respostas de 1.002 adultos, incluindo 577 prováveis eleitores, e com um intervalo de credibilidade de 5 pontos percentuais.

* Na Pensilvânia, reuniu respostas de 1.002 adultos, incluindo 622 prováveis eleitores, e com um intervalo de credibilidade de 5 pontos percentuais.

* Na Flórida, reuniu respostas de 1.100 adultos, incluindo 678 prováveis eleitores, e com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

* No Arizona, reuniu respostas de 1.099 adultos, incluindo 663 prováveis eleitores, e com um intervalo de credibilidade de 4 pontos percentuais.

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