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Trump vence Biden segue na frente em mais uma região

Trump avança em mercados de aposta britânicos, mas Biden ainda é favorito

Nesta noite de terça-feira (03) o Portal Mix Vale irá acompanhar as eleições dos EUA 2020 em tempo real. Nos primeiros dados informados, o presidente replublicano Donald Trump segue com a primeira conquista sobre o democrata Biden em New Hampshire, sendo 16 a 10. Conforme os dados pulbicados por volta de 19h30.

Acompanhe neste link as informações da apuração das Eleições Americanas.

Confira o print da apuração em tempo real com a fonte do The New York Times.

trump e biden
trump e biden – Informações The New York Times

* New Hampshire – Trump 61,65% com 16 votos contra Joseph R. Biden Jr. 38,5% com 10 votos

Iremos atualizar a qualquer momento.

nova atualização: 20:11h

trump vence

Eleições nos EUA: entenda como funciona a escolha do presidente pelo colégio eleitoral

O sistema que elege um presidente nos Estados Unidos é diferente do usado no Brasil e em outros países. Não basta ter a maioria dos votos diretos dos eleitores no dia da eleição.

Na verdade, algumas vezes isso nem adianta. Em 2016, por exemplo, Hillary Clinton teve mais votos, mas não foi eleita e Donald Trump virou presidente.

Por isso este ano, por mais que Joe Biden apareça à frente nas pesquisas, ainda é possível que Trump consiga se reeleger mesmo perdendo novamente nas urnas.

O que um candidato à presidência dos Estados Unidos precisa mesmo é conquistar a maioria dos votos dos delegados que compõem o Colégio Eleitoral. Ou seja, pelo menos 270 dos 538 em disputa.

Isso porque quando os eleitores norte-americanos votam, eles na verdade estão decidindo para quem vão entregar os delegados de seus estados. E estados com mais habitantes têm mais delegados no Colégio Eleitoral.

A Califórnia, por exemplo, estado mais populoso do país, com quase 40 milhões de habitantes, está dividida em 53 distritos eleitorais. Já o Kansas, um estado pequeno, com menos de 3 milhões de pessoas, tem apenas quatro distritos eleitorais.https://audioglobo.globo.com/widget/widget.html?audio=290074&podcast=702&color=C4170C20 vídeos

Considerando que cada estado ganha um delegado por distrito e mais dois (um para cada senador que possui no Congresso), a Califórnia tem no total 55 delegados e o Kansas seis – o que deixa bem clara a influência de cada um.https://7edf25b52c0f3a1f1a86d5badf3194b7.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

O sistema do Colégio Eleitoral existe justamente para que estados mais populosos tenham peso maior na decisão. Por isso os candidatos lutam tanto para se dar bem em estados como Califórnia, Flórida e Texas, por exemplo, que, juntos, têm 133 delegados – quase 25% do total.

Ganhador leva tudo

Para ajudar, quase todos os estados – com exceção apenas de Maine e Nebraska – adotam um sistema chamado winner-take-all (ganhador leva tudo), no qual o candidato que conseguir o maior número de delegados fica com todos. Ou seja, se alguém conquistar 28 dos delegados da Califórnia…leva os 55.

Em geral, existem estados que são tradicionalmente republicanos, outros onde democratas ganham praticamente sempre – mas a briga de verdade acontece naqueles conhecidos como “swing states”, onde não há tanta fidelidade e os resultados variam de acordo com cada eleição. Carolina do Norte, Ohio, Pensilvânia e mesmo a Flórida estão entre eles e podem ser decisivos.

Somando todos os 50 estados dos EUA (mais o distrito de Columbia), existem 538 delegados em disputa, e se torna presidente o candidato que assegurar o voto de pelo menos 270 deles.

Veja abaixo quantos votos são atribuídos por cada estado:

  • Alabama – 9 votos
  • Alasca – 3 votos
  • Arizona – 11 votos
  • Arkansas – 6 votos
  • Califórnia – 55 votos
  • Carolina do Norte – 15 votos
  • Carolina do Sul – 9 votos
  • Colorado – 9 votos
  • Connecticut – 7 votos
  • Dakota do Norte – 3 votos
  • Dakota – 3 votos
  • Delaware – 3 votos
  • Distrito de Columbia – 3 votos
  • Flórida – 29 votos
  • Georgia do Sul – 16 votos
  • Havaí – 4 votos
  • Idaho – 4 votos
  • Illinois – 20 votos
  • Indiana – 11 votos
  • Iowa – 6 votos
  • Kansas – 6 votos
  • Kentucky – 8 votos
  • Louisiana – 8 votos
  • Maine – 4 votos
  • Maryland – 10 votos
  • Massachusetts – 11 votos
  • Michigan – 16 votos
  • Minnesota – 10 votos
  • Mississippi – 6 votos
  • Missouri – 10 votos
  • Montana – 3 votos
  • Nebraska – 5 votos
  • Nevada – 6 votos
  • New Hampshire – 4 votos
  • Nova Jersey – 14 votos
  • Novo Mexico – 5 votos
  • Nova York – 29 votos
  • Ohio – 18 votos
  • Oklahoma – 7 votos
  • Oregon – 7 votos
  • Pensilvânia – 20 votos
  • Rhode Island – 4 votos
  • Tennessee – 11 votos
  • Texas – 38 votos
  • Utah – 6 votos
  • Vermont – 3 votos
  • Virginia – 13 votos
  • Washington – 12 votos
  • West Virginia – 5 votos
  • Wisconsin – 10 votos
  • Wyoming – 3 votos

Wall St encerra em alta sob esperanças de estímulo no dia das eleições nos EUA

Por Chuck Mikolajczak

NOVA YORK (Reuters) – As ações dos Estados Unidos encerraram em forte alta nesta terça-feira, com os norte-americanos depositando seus votos em uma das eleições presidenciais mais polarizadas do país e os investidores apostando que o pleito iria ser decidido sem um processo prolongado, levando a um acordo rápido por mais estímulo fiscal.

A liderança do democrata Joe Biden sobre o presidente republicano Donald Trump em pesquisas de opinião nacional aumentou as expectativas de um resultado decisivo e de um pacote de estímulo pós-eleitoral que cumpriria as promessas de Biden de gastos com infraestrutura.

Alguns analistas afirmaram que os fortes ganhos do mercado também refletiram uma recuperação do movimento generalizado de venda da semana passada, quando o S&P registrou a maior queda percentual semanal em mais de sete meses.

“Parece que as pesquisas estreitaram, o que torna as coisas um pouco mais difíceis para Biden, mas o mercado reagindo da forma como está reagindo agora me diz que o mercado acha que vamos obter uma resolução bem rápida”, disse Randy Frederick, vice-presidente de negociação e derivativos para Charles Schwab em Austin, Texas.

“Se por algum motivo não tivermos um quadro claro, se houver uma indisposição de ceder por parte do perdedor e isso acabar tendo que ir aos tribunais, teremos, por algum tempo, alguns mercados instáveis ​​e voláteis.” Na noite das eleições presidenciais de 2016, os futuros dos índices acionários norte-americanos despencaram quando se tornou aparente que Trump poderia obter uma surpreendente vitória contra a democrata Hillary Clinton. Desde então, o índice S&P 500 valorizou-se 55%, com impostos mais baixos de Trump impulsionando os lucros corporativos e a recompra de ações. O Dow Jones subiu 2,06%, para 27.480,03 pontos, o S&P 500 ganhou 1,78%, para 3.369,16 pontos, e o ​​Nasdaq teve alta de 1,85%, para 11.160,57 pontos.

Os ganhos foram amplos, com 10 dos 11 principais setores S&P apresentando valorização, liderados pelos segmentos financeiro e industrial, cada um com alta superior a 2%, enquanto os investidores reduziram algumas apostas na volatilidade pós-voto que dominava nas últimas semanas.

O índice VIX –considerado uma medida do medo em Wall Street– atingiu a mínima de uma semana após atingir a máxima de quatro meses e meio na semana passada.

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