Poderá atender metade dos Beneficiários novas parcelas do Auxílio emergencial
Poderá atender metade dos Beneficiários novas parcelas do Auxílio emergencial. O ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) defenderam hoje um novo “socorro emergencial” em função da pandemia de covid-19. Em coletiva após reunião com Pacheco, Guedes afirmou que número de beneficiados por um novo auxílio emergencial pode ser reduzido para a metade em relação ao que foi ano passado.
“Em vez de 64 milhões, pode ser a metade disso, porque a outra metade já retorna para os programas sociais já existentes. E isso nós vamos entender rapidamente, porque a situação do Brasil exige essa rapidez”, disse Guedes.
O ministro explicou que, das 64 milhões de pessoas que receberam o auxílio emergencial, 26 milhões já estavam cadastradas em outros programas sociais, como o Bolsa Família, e que o foco do governo agora será nas que não recebem outras ajudas do governo.
“O outro grupo, que era os invisíveis, é esse que nós estamos agora focalizando a ajuda. É possível, nos temos como orçamentar isso, desde que seja dentro de um novo marco fiscal, robusto o suficiente para enfrentar eventuais desequilíbrios. É isso que estamos avaliando juntos”, afirmou Guedes.
Discurso alinhado sobre o futuro
Em discursos semelhante, Guedes e Pacheco concordaram que o valor a ser gasto com esta nova ajuda deve estar dentro do orçamento do governo federal.
“A pandemia continua, e agora eu vim ao ministro da Economia externar, o que é uma preocupação do Congresso Nacional”, afirmou Pacheco. O senador disse que se antecipou à reunião do colégio de líderes para defender a implantação deste novo auxílio à camada mais vulnerável da população.
“Obviamente com cautela, com prudência, com observância de critérios, para evitar que as coisas piorem”, ressalvou.
Paulo Guedes, por sua vez, se mostrou favorável ao apelo de Pacheco, mas também bateu na tecla do respeito ao orçamento. “É muito importante que seja dentro de um quadro de recuperação das finanças”, reforçou. Fonte: Economia Uol
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