Possibilidade de mudança nas regras do Auxílio Emergencial: Acompanhe
Possibilidade de mudança nas regras do Auxílio Emergencial: Acompanhe A rede de proteção social prevê políticas nas áreas de saúde, assistência e previdência social.
O auxílio emergencial é um instrumento de assistência social, de proteção das pessoas vulneráveis, independentemente de qualquer contribuição ou contrapartida direta. Assim também acontece com a saúde. A saúde é universal e a assistência social é seletiva.
Possibilidade de mudança no Auxílio Emergencial
As regras de seleção dos beneficiários infringiram alguns princípios constitucionais, como o de direito de petição, por exemplo.
Quem se sentir necessitado de proteção tem o direito de petição, de exigir prestações positivas que assegurem a dignidade, o bem-estar social, a cidadania, a saúde e a vida.
A Medida Provisória (MP) não prevê o direito de petição. Ela elege as pessoas com base em dados do CadÚnico e do Auxílio Emergencial de 2020, como se, de lá para cá, com o agravamento da pandemia, mais pessoas não tivessem ficado vulneráveis.
Como a MP precisa ser analisada pelos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado, as regras podem mudar, como aconteceu no ano passado.
Incapacidade previdenciária
Para os contribuintes da previdência que por algum motivo estão incapacitados para o trabalho, a proteção previdenciária continua a mesma.
Não importa qual é a doença, se é ou não decorrente da Covid, nem se ela é definitiva ou provisória. O que importa é se tem incapacidade.
Se a doença causar incapacidade, tem que ter o afastamento do trabalho, não só para proteger o trabalhador, como também os colegas de trabalho.
Neste caso, a proteção é feita com a concessão de um dos três benefícios por incapacidade: benefício por incapacidade permanente, o auxílio por incapacidade temporária ou o auxílio-acidente. Isso vai depender da perícia.
Planejamento previdenciário
Só há quatro formas de ter renda futura sem trabalhar: ter reserva financeira, depender de terceiros, ser assistido pelo Estado e contribuir para a previdência social.
Se tomarmos por base o que está acontecendo com o auxílio emergencial, não vai ser fácil ter um benefício assistencial e, se tiver, o valor não garante conforto.
Também é difícil guardar dinheiro e fazer uma poupança. No final do mês, a conta não fecha e nunca sobra dinheiro. Depender de ajuda de terceiros, nem pensar.
É aí que entra a previdência. Com pouco investimento (5%, 11% ou 20% do salário mínimo por pelo menos quinze anos) é possível ter, no mínimo, um salário mínimo vitalício, com décimo terceiro e com direito à reversão do benefício em pensão por morte para dependentes.
E se sobrar dinheiro ainda tem a possibilidade de chegar perto do teto do INSS ou ter um plano de previdência privada.
Veja Tambem em Auxílio Emergencial
Governo federal destina socorro financeiro de r$ 800 e adianta benefícios sociais em minas gerais
CAIXA inicia pagamento do Bolsa Família nesta quinta-feira (12)
Trabalhadores de áreas afetadas por chuvas podem sacar mais de seis mil reais do fundo de garantia
Caixa Tem facilita resgate de até R$ 6.220 do FGTS para atingidos por desastres
Bolsa Família 2025 mantém estrutura atual e exige atualização cadastral para mais de 21 milhões de famílias
Governo federal atualiza critérios para benefício social emergencial em 2025 com foco em famílias carentes
Governo mantém Bolsa Família 2025 focado na renda básica e combate à pobreza com cadastro atualizado
Governo estende prazo até 11 de janeiro de 2026 para devolução voluntária de auxílio emergencial irregular
Pescadores artesanais da Região Norte recebem parcela única de R$ 2.824; veja como funciona o pagamento
MDS amplia prazo para devolver Auxílio Emergencial até janeiro de 2026 e evitar dívidas
Bolsa Família 2025 reforça compromisso com famílias de baixa renda e novos valores em todo o país