Preços do petróleo sobem após forte queda da véspera
Por Jessica Resnick-Ault
NOVA YORK (Reuters) – Os contratos futuros do petróleo se recuperaram nesta terça-feira, com os participantes do mercado competindo para tirar vantagem da mínima de dois meses do petróleo atingida na sessão anterior.
A venda generalizada da segunda-feira, estimulada pelos receios de destruição de demanda devido ao avanço dos casos de Covid-19, empurrou o petróleo cerca de 7% abaixo e atingiu outros ativos mais arriscados.
O mercado do petróleo também recuou com notícias de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados, um grupo conhecido como Opep+, havia fechado um acordo para aumentar a oferta nos próximos meses.
O Brent fechou em alta de 0,73 dólar, ou 1,1%, para 69,35 dólares o barril após despencar 6,8% na segunda-feira. A marca de referência mundial recuou do pico de mais de 77 dólares atingido no início de julho – a máxima desde o fim de 2018.
O petróleo dos EUA fechou em alta de 1 dólar, ou 1,5%, para 67,42 dólares no seu último dia de negociação, após atingir mínima de 65,21 dólares nesta terça-feira. O contrato recuou 7,5% na segunda-feira.
(Reportagem Adicional de Aaron Sheldrick e Alex Lawler)
Veja Tambem em Agro
Soja sobe com otimismo sobre China e reabertura do governo dos EUA
Lucro da MBRF cai para R$94 mi no 3º tri; volume vendido é histórico, mas custo sobe 11%
Preços do açúcar bruto sobem seguindo ganhos dos mercados de commodities
Brasil mantém ritmo forte de importação de diesel em outubro, Índia se torna o maior fornecedor
Brasil habilita os primeiros estabelecimentos para exportação de DDGs e sorgo à China
Tyson Foods prevê aumento da receita, com demanda por frango compensando divisão de bovinos
Exportação de carne suína do Brasil registra 2º maior volume mensal da história, diz ABPA
China reduz estimativa de importação de milho em 24/25 e eleva previsão da safra 25/26
Safras & Mercado eleva projeção de colheita de milho do Brasil em 2025/26
Estoques de óleo de palma da Malásia atingem maior nível em 6 anos e meio, com produção em alta
Índia planeja cota de exportação de 1,5 mi t de açúcar devido ao maior excedente doméstico
