Diferença entre saque do PIS e saque do PASEP em 2025
Com a aproximação de 2025, muitos trabalhadores se perguntam sobre os detalhes do saque do PIS e do PASEP, dois importantes benefícios destinados a diferentes grupos da população brasileira. Apesar de serem frequentemente mencionados juntos, há diferenças cruciais entre o PIS (Programa de Integração Social) e o PASEP (Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público), que é essencial entender para garantir o acesso correto a cada um desses benefícios.
O que é o PIS?
O PIS foi criado em 1970 com o objetivo de integrar o trabalhador do setor privado ao desenvolvimento das empresas, proporcionando a ele uma renda adicional. Esse benefício é destinado exclusivamente aos trabalhadores de empresas privadas, aqueles que atuam com carteira assinada sob o regime da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). A arrecadação do PIS é realizada pelas próprias empresas, que fazem contribuições para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), de onde são destinados os valores que os trabalhadores podem sacar.
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Os trabalhadores que têm direito ao PIS em 2025 são aqueles que cumprem critérios específicos, como:
- Estar inscrito no programa há pelo menos cinco anos.
- Ter exercido atividade remunerada por, no mínimo, 30 dias no ano-base de 2023.
- Receber uma remuneração média mensal de até dois salários mínimos.
O que é o PASEP?
O PASEP, por sua vez, foi criado com a mesma finalidade do PIS, mas voltado para os servidores públicos. A arrecadação é feita por órgãos públicos, como governos estaduais, federais, prefeituras e autarquias. Assim, apenas funcionários de instituições públicas têm direito ao benefício, que é administrado pelo Banco do Brasil. O saque do PASEP segue um cronograma específico, com base no final do número de inscrição dos servidores, ao invés do mês de nascimento, como acontece com o PIS.
Os servidores públicos que têm direito ao PASEP devem:
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- Estar inscritos no programa há pelo menos cinco anos.
- Ter recebido uma remuneração mensal média de até dois salários mínimos no ano-base de 2023.
- Ter exercido atividade remunerada por pelo menos 30 dias no ano-base.
Diferenças entre o saque do PIS e do PASEP em 2025
- Público-alvo: A principal diferença entre os dois programas está no público-alvo. O PIS é destinado aos trabalhadores de empresas privadas, enquanto o PASEP é voltado exclusivamente para servidores públicos. Essa distinção é fundamental para determinar quem pode sacar cada um dos benefícios.
- Banco responsável: Outra diferença significativa está no banco responsável pelo pagamento. No caso do PIS, a Caixa Econômica Federal é a instituição que libera os valores para os trabalhadores. Já no PASEP, o Banco do Brasil é o responsável por realizar o pagamento aos servidores públicos. Além disso, enquanto o PIS é liberado com base no mês de nascimento, o PASEP segue o número de inscrição dos servidores.
- Datas de pagamento: Os calendários de pagamento do PIS e do PASEP também apresentam variações. O saque do PIS segue o mês de nascimento do trabalhador, com pagamentos liberados de fevereiro a dezembro. Já o PASEP, embora também siga um calendário anual, libera os valores com base no final do número de inscrição do servidor, que pode variar conforme a organização do Banco do Brasil.
Como realizar o saque?
O saque do PIS pode ser feito em agências da Caixa Econômica, por meio de crédito em conta para aqueles que já possuem vínculo com o banco, ou utilizando o aplicativo Caixa Tem, onde o valor pode ser transferido para uma conta poupança social digital. Além disso, é possível realizar o saque em lotéricas ou terminais de autoatendimento da Caixa, usando o Cartão Cidadão.
Já para o saque do PASEP, os servidores públicos podem receber o valor diretamente em suas contas correntes no Banco do Brasil, caso sejam correntistas. Aqueles que não possuem conta no banco podem solicitar o saque em qualquer agência, ou ainda optar pelo crédito via PIX, utilizando o CPF como chave.
Expectativas para 2025
Em 2025, o governo continuará seguindo os mesmos critérios adotados em anos anteriores, garantindo que tanto os trabalhadores da iniciativa privada quanto os servidores públicos possam acessar os valores a que têm direito. Além disso, espera-se que o calendário seja novamente unificado, facilitando a liberação dos recursos para quem precisa.
Para aqueles que ainda não realizaram o saque das cotas do fundo PIS/PASEP, é importante estar atento às novas regulamentações e prazos. O prazo final para saque das cotas acumuladas entre 1971 e 1988, por exemplo, é até maio de 2025. Após esse período, os valores não retirados serão considerados abandonados e revertidos para o Tesouro Nacional. Portanto, é essencial que os trabalhadores e servidores públicos que ainda não sacaram suas cotas fiquem atentos a essa data para não perderem o direito aos valores.
Conclusão
Entender a diferença entre o PIS e o PASEP é fundamental para que os beneficiários possam realizar o saque correto e dentro do prazo. Enquanto o PIS é voltado para trabalhadores de empresas privadas e pago pela Caixa Econômica Federal, o PASEP é destinado a servidores públicos e administrado pelo Banco do Brasil. Ambos os programas têm como objetivo oferecer uma renda extra aos trabalhadores e servidores, mas com critérios e calendários distintos.
Com o avanço para 2025, a expectativa é de que os prazos e regras se mantenham, facilitando o acesso aos valores de direito. Trabalhadores e servidores devem ficar atentos ao calendário de pagamentos e aos critérios de elegibilidade para garantir que o benefício seja sacado de maneira correta e dentro dos prazos estabelecidos.

















