Rio de Janeiro espera: Carnaval 2025 com 6 milhões enfrenta golpes como o do beijo

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Carnaval Foto: Carnaval - Foto: Luis War / Shutterstock.com

O Carnaval de 2025 no Rio de Janeiro, previsto para movimentar cerca de 6 milhões de pessoas entre 1 de fevereiro e 9 de março, promete ser um dos maiores da história, mas também um período de alerta máximo contra golpes e furtos que se intensificam na folia. Criminosos aproveitam a descontração e as multidões para aplicar táticas como o golpe do beijo, o Boa Noite Cinderela e o golpe do PIX, que resultaram em 3.362 furtos de celular e 5.695 casos de estelionato em fevereiro de 2024, aumentos de 15% e 28% em relação a 2023. A Polícia Militar prepara um esquema especial com patrulhamento ostensivo, câmeras de reconhecimento facial e o aplicativo 190 RJ em quatro idiomas, enquanto a Riotur estima que os megablocos do Centro e as festas de rua atraiam cariocas e turistas em massa. Esses crimes, que variam de furtos físicos a fraudes digitais, exigem vigilância redobrada dos foliões para proteger pertences e evitar prejuízos em meio aos 50 mil participantes esperados por bloco.

A festa carioca é sinônimo de alegria, mas também de riscos crescentes para os desavisados.

A segurança reforçada tenta coibir os crimes, mas a prevenção pessoal segue crucial.

PM intensifica segurança contra furtos no Carnaval

A Polícia Militar do Rio de Janeiro planeja um esquema robusto para o Carnaval 2025, com o objetivo de conter o avanço de golpes como o do contato e da maquininha, que exploram as aglomerações dos 6 milhões de foliões esperados. O coronel Marcelo de Menezes, secretário de Estado, informou que o reforço inclui patrulhas em blocos, pontos de bloqueio e o uso de câmeras de reconhecimento facial, tecnologia que identificou 50 suspeitos em 2024. O aplicativo 190 RJ, disponível em português, espanhol, inglês e francês, permite chamados rápidos, enquanto o Batalhão de Policiamento em Áreas Turísticas cobre locais como Copacabana e Ipanema. Os dados de 2024, com 3.362 furtos de celular e 5.695 estelionatos, mostram a dimensão do desafio em um carnaval que cresce a cada ano.

Os megablocos do Centro concentram 70% dos furtos, segundo registros recentes.

Foliões precisam estar atentos para não engrossar as estatísticas de crimes.

Raízes dos golpes no Rio

Os golpes no Carnaval começaram a ganhar força nos anos 2000, com a popularização dos blocos.

A tecnologia de reconhecimento facial entrou em ação em 2020, marcando um avanço na segurança.

Principais crimes na folia

  • Golpe do beijo: Beijo distraído facilita furtos de celulares e carteiras.
  • Boa Noite Cinderela: Droga em bebidas deixa vítimas vulneráveis.
  • Golpe do PIX: Troca de valores em transações digitais.
  • Golpe da maquininha: Clonagem de cartões em máquinas adulteradas.
  • Confusão proposital: Tumultos criam chance para roubar pertences.
  • Golpe do contato: Contato físico em multidões leva a furtos.
  • Ingressos falsos: Venda de entradas fraudulentas para festas.

Mecanismos dos golpes em detalhes

O golpe do beijo, que responde por 20% dos furtos relatados em 2024, ocorre quando um criminoso se aproxima da vítima com um beijo, muitas vezes em blocos lotados como os do Centro, e aproveita o momento para furtar celulares ou carteiras, com comparsas dificultando a rastreabilidade. O Boa Noite Cinderela, por sua vez, usa substâncias em bebidas para incapacitar foliões, contribuindo para os 3.362 furtos de celular registrados em fevereiro de 2024, alta de 15% ante os 2.929 de 2023. Já o golpe do PIX e da maquininha explora o uso de tecnologia, com criminosos adulterando máquinas ou alterando valores, o que ajudou a elevar os estelionatos a 5.695 casos no mesmo período, crescimento de 28% sobre os 4.448 de 2023. Esses crimes se concentram em áreas com os 6 milhões de participantes esperados pela Riotur.

A combinação de aglomeração e distração torna os megablocos alvos ideais para os golpistas. A PM usa câmeras de reconhecimento facial, que flagraram 50 suspeitos em 2024, mas a ação rápida dos criminosos, como no golpe do contato ou da confusão proposital, desafia a segurança. O aplicativo 190 RJ facilita denúncias, enquanto a prevenção, como não aceitar bebidas de estranhos ou verificar transações, é a principal arma dos foliões contra os prejuízos.

Cuidados essenciais na festa

Proteger pertences e evitar estranhos são passos básicos para curtir o Carnaval.

Detalhes curiosos da folia

Blocos com mais de 50 mil pessoas registram 70% dos furtos de celular.

O golpe do beijo afetou 20% das vítimas de furtos em 2024 no Rio.

Câmeras de reconhecimento facial capturaram 50 suspeitos no último Carnaval.

Números dos crimes em resumo

  • Furtos de celular 2024: 3.362 casos.
  • Estelionatos 2024: 5.695 registros.
  • Aumento furtos: 15% desde 2023.
  • Aumento estelionatos: 28% desde 2023.
  • Foliões esperados: 6 milhões.
  • Blocos monitorados: Megablocos do Centro.

Evolução dos crimes na festa

Em fevereiro de 2023, os furtos de celular somaram 2.929 casos no Rio.

No ano seguinte, 2024, o número subiu para 3.362, enquanto estelionatos cresceram de 4.448 para 5.695.

Dados que mostram o risco

Furtos de celular aumentaram 15% em 2024, totalizando 3.362 registros em fevereiro.

Estelionatos no mesmo mês atingiram 5.695 casos, alta de 28% sobre os 4.448 de 2023.

A projeção de 6 milhões de foliões em 2025 eleva o potencial de crimes nos blocos.

Reforço policial em ação

A PM emprega câmeras de reconhecimento facial para monitorar os 6 milhões de participantes.

O aplicativo 190 RJ, em quatro idiomas, agiliza denúncias durante a folia.

Áreas de maior atenção

O BPtur patrulha Copacabana, Ipanema e outros pontos turísticos com grande fluxo.

Megablocos do Centro concentram 70% dos furtos, exigindo vigilância extra.

A polícia realiza bloqueios para conter os 5.695 estelionatos registrados em 2024.

Estatísticas detalhadas

Registros de furtos de celular passaram de 2.929 em 2023 para 3.362 em 2024.

Estelionatos subiram de 4.448 para 5.695 no mesmo período, alta de 28%.

Cerca de 50 mil pessoas por bloco ampliam o risco de crimes como o do beijo.

Segurança ao longo dos anos

Nos anos 2000, o aumento dos blocos elevou os registros de furtos no Carnaval.

A tecnologia de câmeras faciais, adotada em 2020, identificou 50 suspeitos em 2024.

Dicas para evitar prejuízos

Evite bebidas de estranhos para escapar do Boa Noite Cinderela.

Confira valores no PIX ou maquininha antes de pagar qualquer coisa.

Mantenha pertences seguros em multidões contra o golpe do contato.

Tecnologia contra o crime

O aplicativo 190 RJ suporta chamados em português, espanhol, inglês e francês.

Câmeras de reconhecimento facial monitoram megablocos com 50 mil foliões.

A PM usa bloqueios para reduzir os 15% de aumento nos furtos de celular.

Foco nos megablocos

Blocos no Centro registram 70% dos 3.362 furtos de celular de 2024.

A expectativa de 6 milhões de pessoas amplia a ação dos golpistas na região.

A segurança ostensiva tenta conter os 5.695 estelionatos do último Carnaval.

Aumento relatado

Fevereiro de 2023 teve 2.929 furtos de celular, contra 3.362 em 2024.

Estelionatos saltaram de 4.448 para 5.695 no mesmo intervalo.

Os 6 milhões de foliões previstos em 2025 elevam os desafios policiais.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

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