Reviravoltas em Dona de Mim: o que muda com a saída de Abel

Abel em 'Dona de Mim' Foto: Abel em 'Dona de Mim' - Foto: Reprodução/Tv Globo

A novela Dona de Mim, exibida pela Globo às 19h30, passa por uma transformação radical com a morte de Abel Boaz (Tony Ramos), um dos pilares da trama. O patriarca da família Boaz, dono da tradicional marca de lingerie, morre em um trágico acidente causado pela sabotagem de seu carro, orquestrada por Danilo (Felipe Simas). O evento, previsto para os próximos capítulos a partir de 5 de agosto de 2025, desencadeia três grandes mudanças que alteram o rumo da história, afetando diretamente os personagens centrais, como Leona (Clara Moneke), Samuel (Juan Paiva) e Filipa (Cláudia Abreu). A reviravolta promete elevar a tensão e o drama, mantendo o público grudado na tela. O impacto da morte de Abel não se limita à família, mas também abala a empresa Boaz e os relacionamentos no bairro de São Cristóvão, no Rio de Janeiro.

A saída de Abel, um personagem central, marca uma virada narrativa que reforça o estilo melodramático de Rosane Svartman, autora da novela. A trama, que já conquistou o público com sua mistura de humor, drama e questões sociais, ganha novos contornos com conflitos intensificados. A morte do patriarca abre espaço para disputas de poder, segredos revelados e reconfigurações emocionais, consolidando Dona de Mim como um dos grandes sucessos recentes da Globo.

  • Mudança no comando da empresa: A Boaz, principal cenário econômico da novela, enfrenta uma crise de liderança com a ausência de Abel.
  • Tensões familiares: A família Boaz, já marcada por intrigas, vê os laços se romperem ainda mais.
  • Novas dinâmicas emocionais: Leona e outros personagens reavaliam seus caminhos após o impacto da tragédia.

Novo comando na Boaz

A morte de Abel deixa a presidência da Boaz, tradicional empresa de lingerie de São Cristóvão, em xeque. Jaques (Marcello Novaes), tio de Samuel, assume a sala de Abel, gerando desconfiança imediata. Samuel, interpretado por Juan Paiva, acusa Jaques de estar envolvido no acidente, o que intensifica o conflito entre os dois. A decisão de Jaques de ocupar a mansão da família e liderar a empresa provoca reações negativas, especialmente de Rosa (Suely Franco), que tenta manter a estabilidade.

A ascensão de Jaques traz mudanças drásticas nas políticas da empresa. Ele implementa demissões e decisões controversas, como a exoneração de Natara, o que gera revolta entre os funcionários. A possibilidade de uma greve surge, com Pam (Giovanna Lancellotti), Kami e Natara planejando uma associação para proteger seus direitos trabalhistas. A Boaz, antes um símbolo de união familiar, torna-se palco de disputas de poder que prometem dominar os próximos capítulos.

  • Jaques na presidência: Assume o comando com decisões autoritárias, como demissões.
  • Reação dos funcionários: A insatisfação leva à formação de uma associação trabalhista.
  • Conflito com Samuel: O jovem herdeiro questiona as intenções do tio.
  • Rosa como mediadora: Tenta evitar o colapso da empresa com sua influência.

Intrigas familiares intensificadas

A família Boaz, já marcada por segredos e tensões, enfrenta um abalo ainda maior com a morte de Abel. Filipa, vivida por Cláudia Abreu, lida com o luto enquanto enfrenta acusações de traição, após ser flagrada em um ensaio teatral com Danilo. A proximidade entre os dois, revelada por Jaques, agrava a crise familiar. Sofia (Elis Cabral), filha de Abel, sofre com a ausência do pai e encontra em Leona um apoio emocional, reforçando o laço entre as duas.

Samuel, por sua vez, descobre que Jaques e Katinha (Aline Borges) conspiraram contra ele, o que o leva a romper com a namorada após a revelação de que ela nunca esteve grávida. A mentira de Katinha, aliada à manipulação de Jaques, aprofunda a desconfiança dentro da família. Rosa, matriarca que luta contra problemas de saúde, tenta apaziguar os conflitos, mas sua fragilidade é explorada por Jaques, que busca consolidar seu poder.

  • Filipa sob pressão: Acusada de traição, enfrenta o julgamento da família.
  • Samuel e Katinha: O rompimento expõe traições e mentiras.
  • Sofia e Leona: A relação entre elas se fortalece em meio ao luto.
  • Rosa em conflito: Tenta manter a família unida, apesar da saúde frágil.

Reviravoltas emocionais para Leona

Leona, protagonista vivida por Clara Moneke, é profundamente afetada pela morte de Abel. Como babá de Sofia, ela se torna um pilar para a menina, ajudando-a a lidar com a perda. A tragédia reacende memórias do aborto espontâneo que Leona sofreu anos antes, trazendo à tona sua própria dor. Sua proximidade com Samuel também ganha força, com os dois se unindo para apoiar Sofia e enfrentar Jaques.

A narrativa de Leona, marcada por sua resiliência e humor, ganha camadas mais profundas com esses eventos. Ela se identifica com a dor de Samuel e Sofia, o que a leva a repensar suas escolhas e seu papel na família Boaz. A relação com Marlon (Humberto Morais), seu ex-noivo, também é impactada, já que ele se envolve em conflitos com Ryan (L7NNON), que retorna à trama após um indulto do presídio.

  • Leona e Sofia: A babá se torna a principal referência emocional da menina.
  • Relação com Samuel: A parceria entre os dois se intensifica.
  • Conflitos com Marlon: A volta de Ryan reacende tensões do passado.
  • Resiliência de Leona: A protagonista enfrenta suas dores enquanto ajuda outros.

Impacto na audiência da novela

A morte de Abel chega em um momento em que Dona de Mim já se consolida como um sucesso de audiência. A novela, que bateu recorde no Ibope em 27 de maio de 2025, segundo a Kantar, mantém o público engajado com sua mistura de drama e leveza. A autora Rosane Svartman, conhecida por obras como Bom Sucesso (2019), utiliza a tragédia para reforçar o tom melodramático, sem perder o otimismo que caracteriza a trama. A virada narrativa promete atrair ainda mais espectadores, especialmente com a atuação de peso de Tony Ramos, cuja saída deixa um vazio que será preenchido por novos conflitos.

A trama, ambientada em São Cristóvão, explora temas como maternidade, autoestima e luta por direitos, o que ressoa com o público. A morte de Abel intensifica essas discussões, especialmente no núcleo de Leona, que representa a força de uma mulher batalhadora. A expectativa é que os próximos capítulos mantenham a curva ascendente de audiência, com novos segredos e reviravoltas mantendo o folhetim no topo.

  • Audiência em alta: Recorde no Ibope reforça sucesso da novela.
  • Temas sociais: Maternidade e direitos trabalhistas ganham destaque.
  • Atuações marcantes: Elenco liderado por Clara Moneke e Tony Ramos cativa.

Novas tramas e vilões em destaque

Com a morte de Abel, outros personagens ganham espaço para conduzir a narrativa. Jaques emerge como um vilão central, manipulando a família e a empresa para seus próprios interesses. Sua aliança com Ricardo (Marcos Pasquim) e Tânia (Aline Borges) cria uma rede de intrigas que ameaça os herdeiros da Boaz. Enquanto isso, Vanderson (Armando Babaioff), que sobreviveu a um tiro em capítulos anteriores, retorna com uma suposta sequela, usando a situação para manipular Jaques e chantagear a família.

A volta de Ryan também adiciona camadas à trama. Seu envolvimento com atividades ilícitas, pressionado por Vespa, cria conflitos com Marlon e Kami, que tentam reconstruir suas vidas. Esses novos arcos narrativos garantem que a novela mantenha o ritmo acelerado, com reviravoltas que desafiam os protagonistas e mantêm o público intrigado.

  • Jaques como vilão: Suas manipulações dominam a trama.
  • Vanderson e sua farsa: Usa a suposta perda de memória para chantagear.
  • Ryan e Marlon: Conflitos reacendem com a volta do presidiário.
  • Tânia e Ricardo: A dupla intensifica as intrigas na empresa.

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