West Ham e Chelsea protagonizam um clássico londrino eletrizante nesta sexta-feira, 22 de agosto de 2025, às 16h (horário de Brasília), no Estádio Olímpico de Londres, pela segunda rodada da Premier League 2025/26. O grande destaque até agora é o golaço de Lucas Paquetá, que abriu o placar aos 5 minutos do primeiro tempo com um chutaço de fora da área, levando os torcedores dos Hammers à loucura. Sob o comando de Graham Potter, o West Ham busca recuperação após derrota na estreia, enquanto o Chelsea, treinado por Enzo Maresca, tenta a primeira vitória na temporada. O jogo, que segue em andamento, promete intensidade e rivalidade, com ambos os times precisando de pontos para embalar no campeonato. A partida é transmitida ao vivo no Brasil pela ESPN e Disney+, com cobertura em tempo real em portais como o ge.
O confronto no Estádio Olímpico de Londres reúne dois times com trajetórias distintas na primeira rodada. O West Ham sofreu uma derrota pesada por 3 a 0 para o recém-promovido Sunderland, aumentando a pressão sobre o técnico Graham Potter, que assumiu o comando em janeiro de 2025. Já o Chelsea, atual campeão mundial de clubes, ficou no empate sem gols contra o Crystal Palace, mostrando dificuldades em converter chances em gols.
- Principais pontos do jogo até agora:
- Lucas Paquetá abriu o placar com um golaço aos 5 minutos.
- Chelsea pressiona, mas West Ham se mantém sólido na defesa.
- Estêvão é titular após Cole Palmer sentir problema no aquecimento.
Minutagem dos principais lances
O jogo começou com alta intensidade, e os primeiros minutos já definiram o tom do clássico londrino. Abaixo, os principais momentos até os 12 minutos do primeiro tempo, com base no relato em tempo real:
- 00′: Bola rolando no Estádio Olímpico de Londres, com as duas equipes mostrando disposição.
- 02′: Chelsea sofre desfalque de última hora: Cole Palmer sente problema no aquecimento, e Estêvão assume a titularidade, trazendo expectativa para os torcedores dos Blues.
- 04′: Chelsea tenta pressionar a saída de bola do West Ham, buscando controlar o jogo desde o início.
- 05′: Golaço de Lucas Paquetá! O brasileiro recebe na intermediária, avança e solta um chutaço de fora da área, sem chances para o goleiro Robert Sánchez.
- 08′: Atendimento médico para Niclas Füllkrug, do West Ham, após disputa com Tosin Adarabioyo, mas o atacante já está de volta ao jogo.
Paquetá rouba a cena com talento brasileiro
Lucas Paquetá, mais uma vez, prova ser o diferencial do West Ham. O meio-campista brasileiro, que já havia declarado no pré-jogo a confiança do elenco em fazer uma boa temporada, mostrou sua qualidade técnica com um gol de rara beleza. Aos 5 minutos, ele dominou a bola na intermediária, driblou um marcador e acertou um chute potente, que explodiu no ângulo do gol de Robert Sánchez. O golaço não apenas abriu o placar, mas também incendiou a torcida no Estádio Olímpico, que busca apoiar o time após o tropeço na estreia. Paquetá, conhecido por sua visão de jogo e capacidade de decidir em momentos cruciais, é a principal esperança dos Hammers para conquistar a primeira vitória na temporada.
O West Ham, sob o comando de Graham Potter, aposta em uma formação 3-4-3, com ênfase na solidez defensiva e transições rápidas. A escalação conta com Mads Hermansen no gol, uma linha de três zagueiros formada por Jean-Clair Todibo, Max Kilman e Nayef Aguerd, além de Aaron Wan-Bissaka e El Hadji Diouf nas alas. No meio, James Ward-Prowse e Tomas Soucek dão suporte, enquanto Paquetá tem liberdade para criar, ao lado de Jarrod Bowen e Niclas Füllkrug no ataque.
Chelsea busca reação com jovens talentos
Do outro lado, o Chelsea, treinado por Enzo Maresca, entra em campo com um 4-3-3, mesclando experiência e juventude. A ausência de Cole Palmer, um dos principais jogadores do time, foi um golpe inesperado, mas a entrada de Estêvão, ex-Palmeiras, traz um elemento de imprevisibilidade. A escalação dos Blues inclui Robert Sánchez no gol, uma linha defensiva com Malo Gusto, Tosin Adarabioyo, Trevoh Chalobah e Marc Cucurella, além de Moisés Caicedo e Enzo Fernández no meio-campo. No ataque, Pedro Neto, João Pedro e Liam Delap formam o trio ofensivo, com Estêvão ganhando chance como titular.
Maresca, que conquistou a UEFA Europa Conference League e o Mundial de Clubes em 2025, enfrenta pressão para fazer o Chelsea engrenar na Premier League. A equipe, que terminou a temporada passada em quarto lugar, busca consolidar seu projeto com jovens talentos, como João Pedro e Liam Delap, contratados no último mercado de transferências. No entanto, a falta de gols na estreia contra o Crystal Palace evidenciou dificuldades no setor ofensivo, algo que o técnico italiano espera corrigir neste confronto.
- Fatores que podem definir o jogo para o Chelsea:
- Adaptação de Estêvão como titular inesperado.
- Capacidade de converter chances criadas no ataque.
- Solidez defensiva diante da pressão do West Ham em casa.
Histórico do confronto favorece os Blues
O clássico entre West Ham e Chelsea tem uma longa história na Premier League, com os Blues levando vantagem. Nos últimos 39 encontros, o Chelsea venceu 24 vezes, contra apenas 8 vitórias do West Ham e 7 empates. A última partida entre as equipes, em fevereiro de 2025, terminou com vitória do Chelsea por 2 a 1, com gols de Pedro Neto e um contra de Aaron Wan-Bissaka. No entanto, o West Ham tem se mostrado competitivo em casa, vencendo 6 dos últimos 11 jogos contra o Chelsea no Estádio Olímpico e no antigo Boleyn Ground.
O confronto de setembro de 2024, também no Estádio Olímpico, terminou com uma vitória convincente do Chelsea por 3 a 0, mas o West Ham respondeu com um triunfo por 3 a 1 na temporada 2023/24, com gols de Nayef Aguerd, Michail Antonio e Lucas Paquetá. Essa rivalidade londrina promete mais um capítulo intenso, especialmente com a necessidade de ambos os times reagirem após resultados decepcionantes na primeira rodada.
Pressão sobre Graham Potter aumenta
Graham Potter, que assumiu o West Ham em janeiro de 2025, enfrenta um momento delicado. Após a derrota por 3 a 0 para o Sunderland, a torcida já demonstra sinais de impaciência, cobrando uma postura mais agressiva do time. Apesar do apoio declarado da vice-presidente Karren Brady, que afirmou que o clube não entra em pânico com seus treinadores, Potter precisa de resultados imediatos para conquistar a confiança dos torcedores. O técnico inglês, que já passou pelo Chelsea, conhece bem o adversário e aposta na força do Estádio Olímpico, com capacidade para 60 mil pessoas, para impulsionar sua equipe.
A estratégia de Potter para o jogo passa por explorar as transições rápidas, com Paquetá e Bowen como protagonistas no ataque. A defesa, no entanto, precisa corrigir os erros da estreia, quando foi facilmente superada pelo Sunderland. A média de apenas 2 finalizações por jogo na primeira rodada reflete a dificuldade do West Ham em criar chances, algo que Paquetá começou a mudar com seu golaço.
- Desafios do West Ham no jogo:
- Manter a solidez defensiva contra o ataque dinâmico do Chelsea.
- Aproveitar o apoio da torcida para pressionar o adversário.
- Evitar erros individuais, como os vistos na estreia contra o Sunderland.
Chelsea aposta na adaptação de Maresca
Enzo Maresca, por sua vez, tenta implementar sua filosofia no Chelsea, com foco em posse de bola e intensidade. O empate sem gols contra o Crystal Palace expôs a dificuldade do time em finalizar, apesar de dominar a posse de bola. A ausência de Cole Palmer, que não joga uma partida de Premier League desde março, é um desafio extra, mas a oportunidade para Estêvão mostrar seu potencial pode ser um diferencial. O jovem brasileiro, contratado por cerca de R$ 95 milhões, é visto como uma das maiores promessas do futebol mundial.
O Chelsea também lida com desfalques importantes, como Benoit Badiashile, Levi Colwill, Omari Kellyman e Romeo Lavia, todos lesionados. Tosin Adarabioyo, que estava em dúvida, foi confirmado na escalação, mas a defesa dos Blues ainda não inspira total confiança. A média de 11 escanteios por jogo na estreia mostra que o time cria oportunidades, mas a falta de precisão no ataque precisa ser corrigida.
O que esperar do restante do jogo
Com o placar em 1 a 0 para o West Ham aos 12 minutos do primeiro tempo, o jogo segue aberto. O Chelsea, que estava pressionando a saída de bola antes do gol de Paquetá, deve intensificar suas investidas ofensivas, especialmente com a entrada de Estêvão, que pode explorar os espaços pelas pontas. O West Ham, por sua vez, tenta manter a vantagem com uma defesa sólida e contra-ataques rápidos liderados por Paquetá e Bowen.
A atmosfera no Estádio Olímpico é elétrica, com a torcida dos Hammers empurrando o time. O clássico londrino, conhecido por sua rivalidade histórica, promete mais emoções, com ambos os times precisando de pontos para ganhar confiança na temporada. A arbitragem de Michael Oliver, um dos principais juízes da Premier League, garante um jogo bem conduzido, mas a intensidade pode levar a momentos de tensão.
- Elementos que podem influenciar o jogo:
- Desempenho de Estêvão no lugar de Cole Palmer.
- Capacidade do West Ham em segurar a vantagem no placar.
- Impacto da torcida no Estádio Olímpico para pressionar o Chelsea.
Curiosidades do clássico londrino
O confronto entre West Ham e Chelsea é um dos mais tradicionais de Londres, com momentos marcantes ao longo dos anos. Além do histórico favorável aos Blues, o jogo sempre traz rivalidade e emoção, com destaque para duelos memoráveis, como o empate por 2 a 2 em 2006, com dois gols de Frank Lampard pelo Chelsea.
- Fatos históricos do confronto:
- O West Ham venceu 6 dos últimos 11 jogos em casa contra o Chelsea.
- O Chelsea não vence o West Ham em jogos consecutivos fora de casa há 11 anos.
- Lucas Paquetá marcou em dois dos últimos três confrontos contra o Chelsea.
O jogo segue em andamento, e os próximos minutos prometem mais lances decisivos. A Premier League 2025/26 está apenas começando, mas clássicos como este mostram por que o campeonato inglês é um dos mais disputados do mundo.
