VAR intervém em confusão: Criciúma cria oportunidades contra Novorizontino em partida pelo BrasileirãoPor Jeronimo Santos
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VAR domina o palco no primeiro tempo: Criciúma e Novorizontino protagonizam partida tensa pela Série B do Campeonato Brasileiro, com o jogo empatado em 0 a 0 no Estádio Heriberto Hülse, em Criciúma, Santa Catarina, nesta sexta-feira, 21h35. A intervenção do VAR paralisou a partida aos 30 minutos para analisar uma dividida entre Felipinho e Raí Ramos, gerando confusão com empurrões e cartões amarelos para quatro jogadores, incluindo Luciano Castán e Rafael Donato. O Tigre catarinense, em quinto lugar com 34 pontos, pressiona pelo G-4 contra o quarto colocado paulista, com 37 pontos, em um duelo crucial para a classificação. A torcida lota as arquibancadas, criando uma atmosfera vibrante, enquanto o árbitro gerencia os ânimos acirrados. Até os 40 minutos, o placar permanece zerado, com chances claras para o time da casa, como cabeceios de Diego Gonçalves, mas sem gols concretizados. O confronto segue em andamento, com o Novorizontino resistindo à pressão inicial.
A saída de bola coube ao Novorizontino, que trocou passes no campo de defesa sob a marcação intensa do Criciúma. Logo no primeiro minuto, Caio Dantas pressionou o goleiro Alisson, forçando um chutão para afastar o perigo. A torcida local, presente em grande número, incentivou o time da casa desde o apito inicial, com luzes e cores iluminando a entrada dos jogadores.
O pré-jogo destacou a importância da rodada, com outros jogos como Athletic 0 x 4 Chapecoense já finalizados e confrontos como Coritiba x Remo em curso. Pendurados como Sassá e Felipinho pelo Criciúma, e vários do Novorizontino, adicionavam tensão extra.
Final do primeiro tempo. Tudo igual no placar.
— Criciúma E.C. 🐯 (@CriciumaEC) August 23, 2025
Criciúma 0x0 Novorizontino
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- Pendurados no Criciúma: Sassá, Felipinho e Nicolas.
- Pendurados no Novorizontino: Airton, César Martins, Jean Irmer, Luís Oyama, Raí Ramos e Patrick Brey.
Ausências por lesão e suspensão impactaram as escalações, com o Tigre sem Matheus Trindade e Luiz Henrique, e o time paulista sem Renato Palm e outros.
Pressão inicial do Criciúma
O time catarinense assumiu o controle logo cedo, trabalhando a bola com paciência perto da área adversária. Aos 5 minutos, uma falta a favor permitiu que Jhonata Robert cobrasse para a pequena área, mas o goleiro Airton defendeu com tranquilidade. A partida começou tranquila, sem grandes emoções, mas o Criciúma explorava as laterais para criar brechas.
Aos 11 minutos, Jhonata Robert recebeu um levantamento de Diego Gonçalves e finalizou sem direção, mandando a bola para fora. Isso refletia a tentativa de avançar pelo setor ofensivo, embora o Novorizontino se defendesse de forma organizada. Aos 12 minutos, uma troca de xingamentos entre Caio Dantas e Rodrigo perto da área esquentou os ânimos, com o árbitro intervindo para acalmar.
O panorama da noite reforçava a motivação: três pontos separavam as equipes na tabela, com o Novorizontino em quarto e o Criciúma em quinto, tornando a vitória essencial para o G-4.
Chances desperdiçadas na área
Aos 16 minutos, o Criciúma trocava passes de pé em pé, buscando infiltrações. Diego Gonçalves tentou colocar a bola na área, mas Rafael Donato afastou de cabeça, antecipando Rodrigo. Essa jogada exemplificava a superioridade técnica do time da casa no momento, pressionando o setor defensivo paulista.
Minutos depois, aos 18 minutos, o mesmo Diego Gonçalves cruzou novamente, e a defesa do Novorizontino rebateu o perigo. Aos 20 minutos, Léo Naldi arriscou de longe, mandando a bola por cima do gol de Airton, que observou a trajetória. O meio-campista continuou ativo, finalizando de cabeça aos 21 minutos após cruzamento de Marcinho, mas novamente errou o alvo.
O jogo fluía com o Criciúma dominando a posse, enquanto o Novorizontino apostava em contra-ataques esporádicos.
Ataques pelo flanco direito
Marcinho se destacava pela direita, ganhando duelos e cruzando com precisão. Aos 23 minutos, ele rolou para Nicolas entrar na área, mas Raí Ramos interceptou e saiu jogando. Essa iniciativa mostrava a velocidade do lateral, explorando a fraqueza do Novorizontino na marcação lateral.
Aos 24 minutos, um cruzamento de Marcinho encontrou Diego Gonçalves, que errou o cabeceio de forma clara, apesar de um possível impedimento sinalizado pelo auxiliar – posição que parecia legal. Aos 25 minutos, a partida mantinha o ritmo tranquilo, com poucas emoções no Majestoso.
O Criciúma seguia melhor na partida, criando as melhores oportunidades até ali.
Confusão e cartões amarelos
Aos 27 minutos, uma dividida entre Felipinho e Raí Ramos gerou confusão generalizada, com empurrões e xingamentos envolvendo jogadores de ambos os lados. O árbitro parou o jogo para apaziguar, e aos 28 minutos, cartões amarelos foram distribuídos para Felipinho, Rafael Donato, Luciano Castán e, posteriormente, Waguininho aos 30 minutos.
Essa sequência de eventos elevou a tensão, com o gramado virando palco de rivalidade acirrada. O incidente destacou a competitividade do duelo pela Série B.
Intervenção decisiva do VAR
Aos 30 minutos, o jogo parou novamente para análise do VAR sobre a dividida entre Felipinho e Raí Ramos. A paralisação durou cerca de dois minutos, retomando aos 31, com o árbitro avaliando possíveis faltas mais graves. Essa interrupção mudou o fluxo, mas o placar permaneceu inalterado.
O VAR se tornou o centro das atenções, influenciando o andamento da partida e gerenciando os ânimos exaltados. Aos 32 minutos, uma bola para Nicolas foi defendida por Airton, mantendo o equilíbrio.
Finalizações de longe testam goleiros
Aos 33 minutos, Léo Naldi arriscou de fora da área, mas a bola saiu pela linha de fundo, com Airton se preparando para o tiro de meta. Isso contrastava com a ousadia do meio-campista, que já havia tentado antes.
Aos 35 minutos, Marcinho arrancou pela lateral, superando Mayk, e cruzou para Diego Gonçalves, que não alcançou dentro da área. Aos 36 minutos, Rômulo finalizou rasteiro para o Novorizontino, mas Alisson defendeu com segurança, mostrando equilíbrio nas defesas.
O primeiro tempo se encaminhava para o fim com poucas finalizações certeiras.
Cabeceios perigosos na pequena área
Diego Gonçalves quase abriu o placar aos 36 minutos, cabeceando um cruzamento de Marcinho na pequena área, mas mandou pela linha de fundo. Essa foi uma das melhores chances do Criciúma, explorando a altura do atacante contra a defesa paulista.
Aos 37 minutos, o jogo seguia sem gols, com o tempo esgotando no primeiro tempo. Jean Irmer caiu aos 38 minutos, mas levantou sem atendimento, permitindo a continuidade.
Ataque isolado do Novorizontino
Em um raro momento ofensivo, aos 26 minutos, Jean Irmer soltou uma bomba de esquerda para o Novorizontino, mas errou o alvo, mandando pela linha de fundo. Essa finalização de longe representava uma das poucas iniciativas do time visitante, que priorizava a defesa.
Aos 13 minutos, um escanteio cobrado por Raí Ramos levou à área, com Jean Irmer pegando a sobra e finalizando longe do gol de Alisson. Aos 6 minutos, uma falta a favor do Novorizontino resultou em cobrança forte de Jean Irmer, que explodiu na barreira.
Minutagem dos principais lances
O primeiro tempo registrou momentos chave que definiram o ritmo da partida, com intervenções e oportunidades marcantes:
- Aos 1 minuto: Saída de bola do Novorizontino pressionada por Caio Dantas, forçando chutão de Alisson.
- Aos 12 minutos: Xingamentos entre Caio Dantas e Rodrigo esquentam os ânimos perto da área.
- Aos 20 minutos: Léo Naldi arrisca de longe e manda por cima do gol de Airton.
- Aos 27 minutos: Dividida entre Felipinho e Raí Ramos gera confusão com empurrões no gramado.
- Aos 30 minutos: VAR analisa a jogada polêmica, paralisando o jogo por dois minutos.
- Aos 36 minutos: Diego Gonçalves cabeceia cruzamento de Marcinho pela linha de fundo na pequena área.
Esses lances capturam a essência do confronto até os 40 minutos, com foco em disputas e chances perdidas.
Equilíbrio tático no Majestoso
A partida no Estádio Heriberto Hülse mantinha o equilíbrio, com o Criciúma superior em posse, mas o Novorizontino sólido na defesa. Aos 3 minutos, Caio Dantas caiu após dividida, mas levantou rapidamente. Aos 4 minutos, o ritmo era calmo, contrastando com a intensidade posterior.
A torcida do Criciúma contribuía para a pressão, com comparecimento expressivo nas arquibancadas. O protocolo pré-jogo, com hinos e entrada dos times, preparou o terreno para o duelo.
Desafios nas bolas paradas
Faltas foram recorrentes, como aos 5 minutos para o Criciúma, cobrada por Jhonata Robert e defendida por Airton, e aos 6 minutos para o Novorizontino, com Jean Irmer acertando a barreira. Aos 8 minutos, outra cobrança de Irmer reforçou a importância das bolas paradas, embora sem efetividade.
Essas oportunidades testaram as barreiras e goleiros, adicionando camadas táticas ao jogo.
Posse de bola e trocas de passes
Desde o início, o Novorizontino iniciou com trocas no campo de defesa, mas o Criciúma respondeu com pressão alta. Aos 16 minutos, o time da casa trabalhava de pé em pé perto da área rival, buscando espaços. Aos 20 minutos, a circulação continuou, com Léo Naldi como peça central.
Essa dinâmica de posse destacava a estratégia do técnico do Criciúma em controlar o meio-campo.







