Sem freio! Golaço de Estêvão dá vantagem ao Brasil x Chile nas Eliminatórias da Copa do Mundo 2025

7 min de leitura
bicicleta de estevao Foto: bicicleta de estevao - Foto: GE TV

Em um Maracanã pulsante, o Brasil enfrenta o Chile pelas Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026, nesta quinta-feira, 4 de setembro de 2025, às 21h30, e lidera o placar por 1 a 0 aos 38 minutos do primeiro tempo, graças a um golaço de Estêvão. A jovem promessa do ataque brasileiro marcou aos 37 minutos, em uma jogada coletiva que envolveu João Pedro, Douglas Santos e Raphinha, culminando em uma finalização de puxeta na pequena área. A Seleção Brasileira domina a posse de bola e as ações ofensivas, enquanto o Chile, acuado, tenta reagir com jogadas esporádicas, mas sem sucesso até o momento. A partida, sob o comando do técnico Carlo Ancelotti, reforça a busca do Brasil por consolidar seu desempenho nas Eliminatórias, após atuações sólidas contra o Paraguai. O jogo, que marca os 100 jogos de Marquinhos pela Seleção, segue em andamento, com o Brasil pressionando por mais gols.

A torcida lota as arquibancadas do estádio carioca, criando um ambiente eletrizante para a partida. O Brasil, que retorna ao Maracanã após quase dois anos, busca apagar a memória da derrota para a Argentina em 2023 e manter a boa fase na competição.

  • Domínio brasileiro: 74% de posse de bola contra 26% do Chile.
  • Finalizações: Brasil já acumula seis tentativas, enquanto o Chile não finalizou.
  • Pressão constante: A Seleção cria chances, mas esbarra na defesa chilena e no goleiro Vigouroux.

Ataque brasileiro em destaque

O Brasil começou a partida com intensidade, impondo seu ritmo desde o apito inicial. A escalação de Carlo Ancelotti, com um 4-2-4 ofensivo, colocou Estêvão e Raphinha como protagonistas nas pontas, enquanto João Pedro e Gabriel Martinelli completam o quarteto de ataque. Aos 37 minutos, a jogada do gol envolveu troca de passes precisa: João Pedro abriu para Douglas Santos, que encontrou Raphinha na área; após defesa de Vigouroux, Estêvão aproveitou a sobra e, com categoria, marcou de puxeta. O lance demonstrou a qualidade técnica e a velocidade do ataque brasileiro, que tem criado dificuldades constantes para a defesa chilena, organizada em um 3-4-3 sob o comando de Nicolás Córdova.

A pressão brasileira não se limitou ao gol. Gabriel Magalhães, logo aos 2 minutos, quase abriu o placar com uma cabeçada em escanteio cobrado por Raphinha, mas parou em grande defesa de Vigouroux. Casemiro também teve um gol anulado por impedimento aos 4 minutos, após análise do VAR, o que gerou reclamações da torcida no Maracanã. A Seleção mantém a posse de bola e busca espaços na compacta defesa chilena, que aposta em contra-ataques raros.

Minutagem dos principais lances

A partida tem sido marcada por momentos de domínio brasileiro, com lances que mostram a superioridade da Seleção até os 38 minutos do primeiro tempo. Abaixo, os principais momentos:

  • 2’: Gabriel Magalhães cabeceia após escanteio de Raphinha, mas Vigouroux faz grande defesa.
  • 4’: Casemiro marca de cabeça, mas o gol é anulado por impedimento, confirmado pelo VAR.
  • 15’: Estêvão tenta finalização na área, é travado, e Raphinha, na sobra, para na marcação chilena.
  • 23’: Brereton Díaz, do Chile, tem chance cara a cara com Alisson, mas o lance é anulado por impedimento.
  • 37’: Estêvão marca golaço de puxeta após jogada coletiva envolvendo João Pedro, Douglas Santos e Raphinha.

Chile acuado e sem resposta

O Chile, escalado em um esquema defensivo com três zagueiros, tem encontrado dificuldades para sair do campo de defesa. Até o momento, a equipe comandada por Nicolás Córdova não conseguiu nenhuma finalização, enquanto o Brasil acumula seis tentativas. A única chance chilena veio aos 23 minutos, quando Brereton Díaz driblou Alisson, mas o lance foi invalidado por impedimento. A posse de bola chilena, de apenas 26%, reflete a dificuldade em construir jogadas, com a equipe apostando em bolas longas que são facilmente neutralizadas pela defesa brasileira, liderada por Marquinhos e Gabriel Magalhães.

O técnico Córdova parece buscar ajustes táticos para o restante do primeiro tempo, com Loyola e Vicente Pizarro tentando organizar o meio-campo. No entanto, a pressão brasileira, liderada por Bruno Guimarães e Casemiro, tem dificultado qualquer tentativa de reação. A torcida chilena, presente em menor número no Maracanã, tenta incentivar, mas o domínio brasileiro é evidente.

Marquinhos e Alisson: marcos históricos

A partida tem um significado especial para dois jogadores brasileiros. Marquinhos, capitão da Seleção, completa 100 jogos com a camisa verde e amarela, entrando para uma lista seleta de atletas que alcançaram essa marca. O zagueiro, peça fundamental no esquema de Ancelotti, lidera a defesa com segurança e experiência. Já Alisson, goleiro titular, busca consolidar sua posição como o arqueiro com mais jogos sem sofrer gols pela Seleção no século, aproximando-se de marcas históricas de Taffarel.

  • Marquinhos: 100 jogos, com status de intocável e liderança em campo.
  • Alisson: Seguro, com destaque em lance decisivo contra Brereton Díaz.
  • Defesa sólida: Brasil não sofreu finalizações válidas até os 38 minutos.

Ambiente festivo no Maracanã

O retorno da Seleção ao Maracanã após quase dois anos trouxe um clima de festa às arquibancadas. A torcida brasileira, que lota o estádio, canta sem parar e transforma o jogo em um espetáculo. Antes do apito inicial, a abertura da ge tv, com Regina Casé, e a presença de Ivete Sangalo agitaram o público. A execução do Hino Nacional, seguida pela entrevista de Sofia Miranda com um sósia de Éder Militão, adicionou um toque de descontração ao pré-jogo.

A transmissão da partida, com narração de Luis Roberto na TV Globo e Jorge Iggor na ge tv, reforça o peso do confronto para as Eliminatórias. O Brasil, já classificado para a Copa de 2026, busca consolidar sua posição na tabela, onde ocupa o 4º lugar com 26 pontos, enquanto o Chile, em 10º com 11 pontos, luta para subir na classificação.

Estratégias táticas em campo

O Brasil de Ancelotti aposta em um jogo ofensivo, com Wesley e Douglas Santos avançando pelas laterais e Raphinha e Estêvão abertos para criar jogadas de velocidade. O meio-campo, com Casemiro e Bruno Guimarães, garante equilíbrio, permitindo que o time mantenha a posse e pressione sem perder solidez defensiva. O Chile, por outro lado, adota uma postura mais cautelosa, com três zagueiros e um meio-campo congestionado, mas sofre com a falta de criatividade para sair da pressão brasileira.

  • Brasil: Jogo vertical, com trocas de passe rápidas e pressão alta.
  • Chile: Defesa compacta, mas sem saída de bola eficiente.
  • Chave do jogo: Estêvão e Raphinha exploram as pontas contra a lenta defesa chilena.

Momentos de tensão e polêmica

A partida não esteve livre de momentos de tensão. Aos 17 minutos, João Pedro preocupou a torcida ao cair na área após choque com Martinelli, recebendo atendimento médico e chegando a vomitar em campo. O atacante, no entanto, voltou ao jogo sem maiores problemas. Outro momento marcante foi a anulação do gol de Casemiro, aos 4 minutos, que gerou polêmica entre os torcedores, embora o VAR tenha confirmado o impedimento. A arbitragem, liderada por Alexis Herrera, da Venezuela, tem mantido o controle do jogo, com poucas faltas marcadas até agora.

O Brasil segue buscando ampliar o placar, enquanto o Chile tenta se reorganizar para evitar uma derrota mais expressiva no Maracanã. A partida, que continua em andamento, promete mais emoções no restante do primeiro tempo.

Luís Henrique Costa é jornalista formado pela FMU, editor-chefe e fundador do Mix Vale, portal de notícias em atividade desde 2013. Responde pela direção editorial do veículo, que cobre Brasil e mundo em economia, benefícios sociais, esportes, tecnologia, ciência e entretenimento. Atua na área há mais de 15 anos e lidera uma equipe de cerca de 15 colaboradores.

Notícias relacionadas