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O técnico Carlo Ancelotti confirmou oito mudanças na escalação da Seleção Brasileira para o amistoso contra o Japão, nesta terça-feira (14), às 7h30 (horário de Brasília), no Estádio Ajinomoto, em Tóquio. A partida encerra a Data Fifa de outubro e serve como teste para a Copa do Mundo de 2026. Após a vitória por 5 a 0 sobre a Coreia do Sul, na sexta-feira (10), o treinador prioriza observações de jogadores.

A equipe inicia com Hugo Souza no gol, em sua primeira partida como titular pela Seleção. Paulo Henrique, do Grêmio, assume a lateral-direita pela primeira vez como titular. A formação adotada é o 4-3-3, com ênfase em transições rápidas.

  • Mantidos: Casemiro, Bruno Guimarães e Vinícius Júnior.
  • Estreias como titulares: Hugo Souza e Paulo Henrique.
  • Alterações táticas: Passagem do 4-2-4 para o 4-3-3.

Ancelotti justificou as trocas como forma de avaliar opções para diferentes sistemas de jogo. O Brasil chega ao confronto com invencibilidade em 2025, somando quatro vitórias e um empate nos últimos cinco amistosos.

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Formação brasileira em detalhes

Hugo Souza defende o gol pela primeira vez como titular. O goleiro do Corinthians, convocado pela terceira vez, entra no lugar de Bento. Ele acumula 38 jogadores testados por Ancelotti em 45 convocados desde maio.

A defesa conta com Paulo Henrique na direita, Fabrício Bruno e Lucas Beraldo no miolo, e Carlos Augusto na esquerda. Fabrício Bruno, do Cruzeiro, ganha sequência após não atuar contra a Coreia do Sul. Beraldo, do PSG, reforça a zaga jovem.

No meio-campo, Casemiro e Bruno Guimarães formam a base, com Lucas Paquetá completando o trio. Bruno Guimarães é o único titular em todos os cinco jogos do italiano. Paquetá retorna após suspensão em Eliminatórias.

O ataque tem Luiz Henrique na ponta direita, Vinícius Júnior centralizado como falso nove, e Gabriel Martinelli na esquerda. Luiz Henrique, do Fluminense, testa versatilidade. Martinelli estreia como titular na era Ancelotti.

Escalação japonesa e desfalques

O Japão, 17º no ranking da Fifa e classificado para a Copa de 2026, entra em campo com Zion Suzuki no gol. A defesa inclui Seko, Watanabe e Junnosuke Suzuki. No meio, Sano, Tanaka e Nakamura organizam o jogo.

O ataque japonês depende de Minamino, Doan e Ogawa. Hajime Moriyasu, técnico da equipe, ajustou a formação após empate por 2 a 2 com o Paraguai. O time busca a primeira vitória histórica contra o Brasil.

Desfalques afetam os nipônicos. Wataru Endo, do Liverpool, Daizen Maeda, do Celtic, e Ko Itakura, do Feyenoord, foram cortados por lesões. Mitoma também está fora por motivos médicos. Esses ausentes enfraquecem o setor ofensivo.

A arbitragem é sul-coreana, com Jong Hyeok Kim no apito principal. Auxiliares são Kyunyong Park e Jongpil Jang. O VAR não foi informado para o amistoso.

Histórico de confrontos

As seleções se enfrentam pela 14ª vez. O primeiro duelo ocorreu em 1989, com vitória brasileira por 1 a 0 no Maracanã. Desde então, o Brasil soma 11 triunfos e dois empates.

Em solo japonês, o retrospecto é perfeito: oito jogos e oito vitórias. O último confronto, em 2022, terminou 1 a 0 para o Brasil, gol de Neymar. A média de gols brasileiros é de 2,8 por partida.

O Japão marcou cinco gols em 13 jogos. Os empates vieram em 2001 e 2005, fora do país asiático. Esses números destacam a superioridade técnica da Seleção.

Jogadores em foco

Vinícius Júnior atua mais avançado, próximo ao gol. Em 2025, o atacante do Real Madrid registra recorde na Premier League e nascimento de filha. Ele participa de 152 ações de gol em 201 partidas sob Ancelotti.

Casemiro vive melhor fase pela Seleção. O volante do Manchester United jogou todos os cinco duelos do italiano e celebra consistência. Sua presença equilibra o meio-campo.

Gabriel Martinelli ganha chance inicial. O Arsenalista, de 23 anos, busca minutos após bom início de temporada na Europa. Sua velocidade complementa o ataque.

Caio Henrique pode entrar na lateral-esquerda. O Monaco atua como opção para Carlos Augusto. João Gomes e Joelinton, no elenco, aguardam oportunidades no segundo tempo.

O Brasil testou 38 atletas em 2025. Ancelotti planeja mais observações em novembro, contra africanos e europeus. A pausa segue até março de 2026.

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