Blake Lively cobra na justiça vídeo completo de parto de esposa de produtor exibido no set de filmagensPor Bruna
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A atriz Blake Lively apresentou uma moção em 30 de outubro exigindo que o produtor Jamey Heath entregue todas as versões de um vídeo de parto domiciliar de sua esposa, Natasha Heath. O material foi mostrado a ela durante as gravações de É Assim que Acaba, sem aviso prévio ou consentimento. Lively descreveu as imagens como inapropriadas para o ambiente de trabalho.
O vídeo foi exibido por Heath e pelo diretor Justin Baldoni como referência para uma cena de nascimento no filme. A atriz afirma que o conteúdo mostrava a esposa do produtor completamente nua. Ela solicitou que o juiz determine a entrega do arquivo integral em até três dias.
Heath forneceu apenas um trecho de três minutos, que não corresponde ao exibido no set. A defesa de Lively alega descumprimento de ordem judicial de agosto.
- O caso integra ação maior de assédio sexual movida por Lively contra Baldoni e produtores.
- O julgamento está marcado para março de 2026.
- Baldoni e Heath negam as acusações e contrapõem com processos por difamação.
Detalhes da moção judicial
Lively protocolou o pedido no Tribunal Distrital Sul de Nova York. Seus advogados argumentam que Heath reteve deliberadamente o material completo.
O produtor alega que o clipe entregue é o único existente. A equipe da atriz contesta essa versão e pede sanções por obstrução.
Heath e Baldoni afirmam que o vídeo captura um momento familiar sem conotação sexual. Eles classificam a caracterização de Lively como distorcida.
Contexto das filmagens
As gravações de É Assim que Acaba ocorreram em 2023 e 2024. O filme adapta o livro de Colleen Hoover e aborda temas de relacionamentos abusivos.
Lively interpreta Lily Bloom, personagem central em cena de parto. Produtores usaram o vídeo para ilustrar visão criativa da sequência.
A atriz relatou desconforto com improvisações e falta de protocolos para cenas íntimas. Uma reunião em janeiro de 2024 abordou demandas por coordenador de intimidade.
Posições das partes envolvidas
Baldoni nega irregularidades e processou Lively por extorsão e difamação. Ele pediu US$ 400 milhões em indenização.
Heath reforça que o vídeo foi mostrado com consentimento da esposa. A defesa destaca o caráter pessoal da gravação.
Lively mantém que a exibição violou limites profissionais. Seus representantes buscam proibir depoimentos de Heath sobre o tema caso não entregue o arquivo.
Avanços no processo
Juiz Lewis Liman analisa a moção. Anteriormente, arquivou contraprocesso de Baldoni por falta de emenda. Depoimentos de elenco e equipe ocorreram ao longo de 2025. Ryan Reynolds não foi convocado.
O filme arrecadou US$ 350 milhões mundialmente. Polêmicas afetaram promoção e recepção pública.
Repercussão no setor
Casos como esse reforçam debates sobre protocolos em sets. Sindicatos de atores exigem coordenadores para cenas de nudez ou intimidade.
Produtoras enfrentam escrutínio maior após movimentos como Me Too. Wayfarer Studios, de Baldoni, é alvo central das alegações.
Próximos passos legais
Audiência sobre a moção está prevista para novembro. Lively pede exclusão de provas relacionadas ao vídeo se Heath não cumprir.
Defesa de Baldoni planeja apelação em ações arquivadas. Processo principal avança para discovery de documentos. Partes evitam comentários públicos detalhados. Advogados trocam petições sobre evidências digitais.
Linha do tempo das ações
- Dezembro de 2024: Lively abre queixa inicial por assédio.
- Janeiro de 2025: Baldoni contrapõe com US$ 250 milhões contra New York Times.
- Junho de 2025: Juiz arquiva parte das demandas de Baldoni.
- Outubro de 2025: Nova moção sobre o vídeo de parto.
O caso envolve múltiplas jurisdições e valores superiores a US$ 500 milhões em disputas.







