Ciência

3I/Atlas registrado brilhando no céu e sofre perda de 16% de massa perto do Sol, indica Loeb

3I ATLAS
Foto: 3I ATLAS - REPRODUÇÃO X

O cometa interestelar 3I/Atlas registrou perda de cerca de 16% de sua massa total durante aproximação próxima ao Sol. Astrônico Avi Loeb, da Universidade Harvard, examinou imagens de espaço profundo e identificou possível fragmentação do objeto. O fenômeno ocorreu em período recente, com dados capturados por observatórios especializados.

Imagens mostram o 3I/Atlas brilhando intensamente no céu sem cauda visível. Loeb sugere que o aquecimento solar causou a desintegração parcial. Alternativamente, o comportamento indica possibilidade de origem não natural.

  • Perda estimada: 16% da massa original.
  • Ausência de cauda: observada em capturas recentes.
  • Hipótese alternativa: estrutura artificial.

Comportamento observado em imagens

Câmeras astrofotográficas registraram o 3I/Atlas cruzando o céu com brilho elevado. O objeto manteve trajetória interestelar sem alterações significativas na forma.

Loeb analisou dados coletados em novembro de 2025. As imagens revelam ejeções de material consistentes com atividade cometária.

Explicações naturais para anomalias

Astrônomo Jason T. Wright, da Penn State, contestou as hipóteses de Loeb. Ele afirma que jatos e órbita do 3I/Atlas seguem padrões de cometas interestelares.

Cometas apresentam diversidade em composição e comportamento. O 3I/Atlas exibe características previsíveis para objetos de origem externa ao sistema solar.

Wright destaca que ejeções ocorrem devido a sublimação de gelos. A ausência de cauda resulta de baixa produção de poeira.

Detalhes da trajetória e composição

O 3I/Atlas entrou no sistema solar interno em rota hiperbólica. Sua velocidade excedeu a escape solar em pontos específicos.

Espectroscopia indica presença de monóxido de carbono e cianeto. Esses compostos ativam-se com o calor solar.

A massa inicial estimada era de bilhões de toneladas. A perda representa fração significativa do núcleo.

Respostas da comunidade astronômica

Observatórios monitoram o objeto desde sua detecção inicial. Dados de dezembro fornecerão confirmação sobre integridade.

Wright reforça que cometas interestelares variam em respostas térmicas. O 3I/Atlas segue modelo de núcleo poroso.

Registro visual e capturas

Fotografias de Chuck’s Astrophotography mostram brilho sem cauda. O objeto apareceu em múltiplas exposições longas.

Imagens profundas revelam halo difuso ao redor do núcleo. Essa emissão indica liberação de gases voláteis.

Análise de massa perdida

Loeb calculou a redução com base em brilho e albedo. A massa ejetada forma nuvem temporária.

O material disperso não formou cauda estruturada. Partículas seguem trajetória balística.

Monitoramento contínuo

Telescópios terrestres acompanham o 3I/Atlas em tempo real. Observações infravermelhas medem temperatura superficial.

Dados acumulados até novembro indicam atividade sustentada. O núcleo mantém diâmetro reduzido.