A atriz italiana Pilar Fogliati descartou as críticas sobre seu relacionamento com Fabio Paratici, técnico da Fiorentina. Em entrevista à revista semanal F, ela afirmou estar apaixonada e não se preocupar com comentários sobre a diferença de idade entre os dois — cerca de vinte anos. Fogliati, que nasceu em 1995, conheceu o dirigente em um jantar com amigos e descreveu o encontro como casual e descontraído.
A atriz reforçou que o casal se conheceu em um ambiente comum. “Tive a sorte de conhecer alguém de quem gosto muito. Foi em um jantar bem comum com amigos, para amigos. O que eu chamo de ‘jantares mistos’, com pessoas de diferentes círculos”, relatou. O relacionamento ganhou destaque na mídia italiana após fotografias dos dois terem sido capturadas por paparazzi, gerando cobertura em diversos veículos.
Reação às críticas e exposição pública
Quando questionada sobre a reação inicial ao ser fotografada por paparazzi, Fogliati revelou seu pensamento na ocasião. “Na hora pensei: ‘Meu Deus’. Depois disse para mim mesmo: ‘Pilar, é verdade, você está feliz, estamos apaixonados. Quem se importa?'”, explicou. A declaração evidencia sua postura de não se deixar abalar por opiniões externas sobre sua vida pessoal.
A atriz reconheceu que diversos fatores poderiam gerar comentários negativos. “O fato de virmos de origens diferentes, a diferença de idade de vinte anos…” é o que ela menciona espontaneamente. Contudo, sua posição permanece firme: o relacionamento é “algo lindo e verdadeiro” e merece ser vivido sem constrangimentos.
Padrão de relacionamentos e preferência por homens mais velhos
Ao analisar seu histórico amoroso, Fogliati identificou uma tendência em suas escolhas. Seu relacionamento anterior foi com o empresário Severiano Recchi, seis anos mais velho. Antes disso, namorou o ator Claudio Gioè, que era significativamente mais velho. Apesar disso, ela nega seguir uma regra fixa em suas seleções afetivas.
“Não há regra, eu simplesmente me apaixono pela pessoa.” Segundo a atriz, essa abertura para diferentes idades começou cedo. “Comecei a trabalhar aos vinte anos e logo conheci pessoas de todas as idades, não me importo”, afirmou. O que realmente importa para Fogliati são qualidades pessoais do parceiro, não fatores demográficos.
Sobre Paratici especificamente, ela o descreve em termos positivos:
- Homem íntegro e sincero
- Simpático e com bom senso de humor
- Alguém com quem consegue rir e conversar
- Pessoa que compartilha interesses comuns
Trajetória acadêmica e profissional
A carreira de Pilar Fogliati começou com uma decisão que contrariou expectativas familiares. Aos 18 anos, ela foi aceita em Oxford para estudar História da Arte — uma conquista acadêmica significativa. Porém, sua verdadeira paixão residia em outra área. “Mas eu não dava a mínima para isso”, confessou.
Sem informar sua família, Fogliati realizou um teste para a Academia Nacional de Arte Dramática Silvio D’Amico em Roma. A instituição a aceitou, marcando o início de sua carreira como atriz. Essa escolha demonstra sua disposição em perseguir seus verdadeiros interesses, mesmo quando destoam de oportunidades consideradas prestigiosas.
Sua mãe, segundo Fogliati, foi tanto encorajadora quanto rigorosa nessa fase. “Minha mãe me encorajou, para o bem ou para o mal, no sentido de que me ofereceu uma série de possibilidades, ao mesmo tempo que me pressionava bastante.” Esse apoio maternal permitiu que a atriz explorasse suas inclinações artísticas desde jovem.
Contexto familiar e vida pessoal
Pilar Fogliati vem de uma família dispersa geograficamente. Ela possui uma irmã de 18 anos chamada Olimpia, além de outras duas irmãs e um irmão. Uma de suas irmãs reside em Amsterdã e tem 36 anos. Seu irmão vive em Paris e tem 34 anos. “Estamos um pouco espalhados”, comentou ela sobre a distribuição da família pela Europa.
A experiência de ter uma irmã mais jovem influencia sua visão sobre diferentes gerações. No filme mais recente de Fogliati, “Il profilo dell’altra”, dirigido por Francesco Bruni, ela atua em um papel que reflete essa dinâmica familiar. O filme retrata a relação entre Antonia, uma mulher de 30 anos, e Cecilia, adolescente de 18 anos — uma estrutura narrativa próxima à sua própria realidade doméstica.
Perspectiva geracional
Fogliati expressa admiração pela geração Z, à qual sua irmã mais jovem pertence. “A geração dela é maravilhosa”, afirmou espontaneamente. Ela identifica diferenças marcantes entre sua geração (Millennials) e a das pessoas mais jovens. A geração Millennials, segundo sua análise, cresceu com a ideia de sacrifício — “na vida, você tem que sofrer para conquistar algo”.
As garotas da geração Z, por outro lado, adotam uma mentalidade distinta. Elas priorizam sentir-se bem e possuem uma perspectiva mais avançada sobre bem-estar pessoal. Essa visão reflete-se também em suas escolhas de vida e relacionamentos, menos pautadas em convenções tradicionais.
A atriz também refletiu sobre o período pós-formação escolar. Ela descreveu como “devastador” o esquecimento que se sente após a conclusão do ensino médio — um momento de transição repleto de incertezas. “Você ainda é muito jovem para entender qual será o seu caminho. Eu estava completamente perdida”, revelou, ilustrando como sua própria juventude foi marcada por dúvidas similares às que a geração mais jovem enfrenta hoje.

