Rota do Brasil na Copa de 2026: conheça os adversários da equipe rumo ao sonhado hexacampeonato
Com a conclusão das partidas do Grupo F, o trajeto do esquadrão nacional rumo à conquista da sexta estrela no Mundial de 2026 ganhou contornos definitivos. A equipe comandada pelo técnico italiano Carlo Ancelotti já tem ciência de quem será seu primeiro obstáculo no mata-mata, permitindo à comissão técnica iniciar o planejamento tático para superar as fases eliminatórias e buscar o troféu mais importante do esporte.
O compromisso inaugural dos brasileiros nesta nova etapa será diante da seleção japonesa. Os asiáticos confirmaram a vice-liderança de sua chave após um empate suado por 1 a 1 contra a Suécia, agendando o confronto decisivo para a próxima segunda-feira, dia 29. A bola vai rolar às 14h, pelo fuso horário de Brasília, diretamente da cidade de Houston, nos Estados Unidos, valendo um cobiçado passaporte para as oitavas de final.
Caso supere a esquadra nipônica, o time canarinho tem pela frente um cruzamento contra a Costa do Marfim ou quem terminar na segunda colocação do Grupo I. No momento, essa vaga pertence à Noruega, liderada pelo artilheiro Erling Haaland, que divide o topo da tabela de goleadores do torneio com o brasileiro Vinicius Júnior, ostentando quatro tentos cada um. No entanto, a definição exata desse adversário só ocorrerá na última rodada, já que a poderosa França também integra esse mesmo agrupamento.
Sobrevivendo até a fase de quartas de final, o nível de dificuldade aumenta drasticamente, com a Inglaterra surgindo no horizonte verde e amarelo. Os britânicos ocupam provisoriamente o primeiro lugar de sua chave e despontam como uma das seleções mais preparadas e perigosas para avançar com força nesse quadrante da competição.
O aguardado superclássico sul-americano contra a Argentina, considerado um dos maiores espetáculos do esporte, só tem chances matemáticas de acontecer em uma eventual semifinal. Defendendo o título conquistado no Catar, a equipe albiceleste garantiu a liderança do Grupo J sem sobressaltos e segue como a grande favorita para dominar essa parte da tabela até chegar entre os quatro melhores.
Para que esse duelo de gigantes se concretize, os atuais campeões precisam primeiro despachar o vice-líder do Grupo H, posição hoje ocupada pelo Uruguai. Na sequência, os argentinos teriam que passar por quem sobreviver aos embates entre classificados das chaves D e G, como Austrália ou Irã, antes de um provável e duríssimo encontro contra a Colômbia nas quartas de final.
Enquanto sul-americanos de peso dividem o mesmo lado do diagrama, a outra metade da tabela concentrou as maiores forças do continente europeu. Seleções de tradição inquestionável, como Alemanha, Espanha, Holanda e França, estão agrupadas na mesma rota, o que garante confrontos épicos e uma disputa acirrada pela única vaga disponível para a decisão do torneio.
O esquadrão alemão iniciará sua jornada eliminatória encarando um dos melhores terceiros colocados da fase de grupos, projetando um choque de gigantes contra a Holanda logo nas quartas de final. Para que isso aconteça, a equipe laranja precisará antes superar a sempre surpreendente seleção do Marrocos em seu primeiro desafio de mata-mata.
Já a Espanha, que lidera momentaneamente sua chave, desenha um caminho que começa com a Áustria na rodada inicial de eliminações. Passando pelos austríacos, os ibéricos cruzariam com Portugal ou Gana e, posteriormente, poderiam enfrentar os anfitriões Estados Unidos nas quartas, culminando em uma possível semifinal titânica contra alemães, franceses ou holandeses.
Com a definição da maioria dos classificados, o desenho final da Copa do Mundo, agora com o formato expandido de 48 seleções, começa a revelar os confrontos históricos que aguardam os torcedores. Para o elenco brasileiro, a missão de levantar a taça exige foco total no Japão agora, sabendo que pedreiras mundiais estarão no caminho até o grande jogo de encerramento, marcado para o dia 19 de julho, no imponente MetLife Stadium.






