Técnico brasileiro do Yakult, Yuichi Matsumoto, declara torcida pelo Brasil no duelo da Copa contra o Japão e prevê placar
A expectativa para o confronto entre Japão e Brasil na primeira rodada das oitavas de final da Copa do Mundo da FIFA cresce, e o técnico do Yakult, Yuichi Matsumoto, de 45 anos, natural de São Paulo, Brasil, compartilhou sua ansiedade. Apesar de sua posição em um time japonês, ele confirmou que irá acompanhar o jogo, marcado para iniciar às 2h da manhã do dia 30 de junho (horário do Japão), de Hirosaki, Aomori, onde sua equipe está em turnê. Matsumoto ressaltou a importância da partida para ambas as seleções, afirmando que “não importa quem ganhe, eles avançam para a próxima fase”, e que está “muito ansioso por isso”. A situação é peculiar, pois um brasileiro em posição de destaque no esporte japonês abertamente declara sua torcida, destacando a paixão nacional que transcende fronteiras e filiações profissionais.
Com um sorriso, Matsumoto revelou seu apoio incondicional ao Brasil para o embate tão aguardado entre sua nação de origem e o Japão. Ele mesmo teve a experiência de liderar a seleção brasileira no Clássico Mundial de Beisebol (WBC) em março, o que reforça sua conexão com o esporte nacional. O treinador foi além e fez uma previsão audaciosa para o placar final, apostando em uma vitória brasileira por 3 a 1.
O treinador compartilhou que acompanhou a partida entre Japão e Suécia em seu smartphone, enquanto estava na Estação de Tóquio. A visualização ocorreu após seu retorno de trem-bala Shinkansen, vindo de Osaka, onde sua equipe também estava em compromissos de viagem. Sobre o desempenho japonês, ele teceu elogios, afirmando que “o Japão é realmente forte”, e destacando que a equipe demonstrou “um bom ataque e uma boa defesa desde o primeiro jogo” do torneio.
Analisando a seleção brasileira, Matsumoto indicou que a “situação do Brasil também está melhorando”. Em uma analogia inesperada, ele comparou o time canarinho ao seu próprio clube de beisebol, o Yakult. Sua estratégia para a equipe verde-amarela, segundo ele, seria focar na solidez defensiva: “Vamos defender, defender e buscar uma chance!”. Essa visão tática, que sugere um jogo mais cauteloso para um Brasil historicamente ofensivo, pode ser interpretada como uma forma de gerenciar a pressão contra um Japão que ele próprio considera forte.















