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A final da Copa do Mundo da FIFA 2026 entre Espanha e Argentina segue eletrizante, com as seleções se enfrentando na prorrogação em busca do gol decisivo. A partida, que já reservou momentos de alta tensão e reviravoltas no tempo regulamentar, continua com intensidade máxima, e o placar permanece inalterado, refletindo a batalha tática e física em campo. Aos sete minutos do primeiro tempo da prorrogação, a disputa se mantém acirrada, com chances para ambos os lados e a expectativa de um desfecho emocionante.

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Destaques iniciais do primeiro tempo da prorrogação

MEssi

Foto: MEssi – Reprodução CAzé TV

Aos 12 minutos do primeiro tempo da prorrogação, a Espanha desperdiçou uma oportunidade clara de gol. Nico Williams avançou pela esquerda e cruzou na área, onde Merino se antecipou e, de cabeça, mandou a bola para fora, mantendo a igualdade no placar e a tensão no ar.

No mesmo minuto, a equipe espanhola já retomava o campo de ataque, com sua característica troca de passes, buscando incessantemente uma brecha na defesa argentina para criar novas jogadas.

Aos 11 minutos da prorrogação, Dibu Martínez, goleiro da Argentina, demonstrou calma ao demorar para repor a bola em jogo em um tiro de meta, antes de chutá-la para o campo ofensivo, controlando o ritmo da partida.

Nesse instante, a seleção argentina promoveu uma substituição estratégica: o zagueiro esquerdo Senesi entrou em campo no lugar do atacante Julián Álvarez, reforçando a linha defensiva em um momento crucial do confronto.

Aos 10 minutos do tempo extra, Lamine Yamal, atacante da Espanha, recebeu a bola no campo ofensivo e tentou um chute de perna esquerda, que acabou passando bem longe do alvo, sem levar perigo ao gol adversário.

Também aos 10 minutos, Pedro Porro cruzou a bola para a área, visando Nico Williams na segunda trave, mas a zaga argentina estava atenta e conseguiu realizar o corte, frustrando mais uma tentativa de ataque da Espanha.

Aos 9 minutos do primeiro tempo da prorrogação, a Argentina enfrentava dificuldades para construir suas jogadas de saída, permitindo que a Espanha recuperasse a posse de bola rapidamente e mantivesse a pressão.

No mesmo minuto, Cucurella acionou Nico Williams na frente do ataque, que tentou driblar a marcação adversária, mas foi desarmado pela defesa argentina.

Aos 8 minutos, a Espanha realizou duas substituições importantes: Eric García entrou na vaga de Laporte na zaga, buscando renovar o fôlego da defesa.

Simultaneamente, Zubimendi foi acionado para o lugar de Rodri no meio-campo, numa tentativa de manter o controle da posse e a intensidade na transição ofensiva.

Ainda aos 8 minutos, o jogo foi brevemente paralisado para atendimento médico a Dibu Martínez, o goleiro argentino, que permaneceu em campo após a pausa.

Aos 5 minutos do primeiro tempo da prorrogação, a Espanha chegou a balançar as redes com Nico Williams, em um lance onde a bola ficou viva na área após um ataque. No entanto, o árbitro assinalou falta no ataque, aparentemente por um pisão de Merino no pé de Otamendi, e anulou o gol espanhol, para alívio da Argentina.

Aos 5 minutos, Simeone tentou progredir com a bola para o ataque argentino, mas foi interceptado por Laporte, que conseguiu chutar a bola em cima do adversário, garantindo um lateral para sua equipe.

A Espanha continuou a manter a posse de bola no campo ofensivo aos 4 minutos da prorrogação, buscando incansavelmente espaços na defesa argentina para criar novas oportunidades de gol.

Aos 2 minutos do primeiro tempo extra, Pedri dominou a bola na entrada da área, lançou por cima para a grande área, onde Nico Williams tentou uma cabeçada, que apenas resvalou em seu cabelo. Dibu Martínez, mais uma vez, executou uma defesa espetacular, salvando a Argentina de sofrer o primeiro gol na prorrogação.

No mesmo minuto, a Espanha teve um tiro de meta a seu favor, após um lançamento da Argentina que saiu pela linha de fundo.

Dibu Martínez, por sua vez, continuou a mostrar controle e não teve pressa para recolocar a bola em jogo aos 1 minuto da prorrogação.

No início do primeiro minuto do tempo extra, Tagliafico tentou sair com a posse de bola após uma recuperação argentina, mas foi bloqueado por Pedro Porro, resultando em uma falta a favor da seleção argentina.

Expectativa e preparação para o tempo extra

A prorrogação começou com a mesma tônica que marcou o tempo regulamentar: a Espanha trocando passes no ataque, exercendo pressão contínua, enquanto a Argentina se dedicava a uma postura defensiva sólida.

Pouco antes do apito inicial, foi confirmado o início da prorrogação, que seria disputada em dois tempos de 15 minutos, aumentando a dramaticidade da partida.

Os jogadores se posicionaram em campo para o início do tempo extra, com a tensão e a expectativa visíveis em cada movimento.

Rodri, pela Espanha, e Messi, pela Argentina, foram os escolhidos para decidir a saída de bola na prorrogação por meio de um sorteio com o árbitro.

Ambas as equipes aproveitaram os últimos instantes antes do recomeço para conversarem e se prepararem mentalmente para os desafios adicionais da prorrogação.

Análise do tempo regulamentar: pressão espanhola e expulsão argentina

O segundo tempo do tempo regulamentar foi um verdadeiro “arame liso” para a Argentina, que, apesar de duas substituições estratégicas (Otamendi no final da primeira etapa e Paredes no intervalo, entrando nos lugares de Lisandro Martínez e Nico González), mal conseguia respirar sob a intensa pressão espanhola. Logo nos segundos iniciais da etapa complementar, Baena roubou a bola e arriscou um chute perigoso, indicando a dominância que viria a seguir. O técnico Scaloni fez mais uma alteração antes dos dez minutos, mas a ofensiva espanhola era incessante. Dani Olmo, por exemplo, arriscou um chute com perigo, forçando Dibu Martínez a realizar mais uma defesa crucial.

A equipe de Luis de la Fuente construía jogadas com maestria, realizando lindas trocas de passes desde o meio de campo até a área adversária por diversas vezes. Em uma dessas investidas, Otamendi conseguiu cortar o lance, e em outra, foi a vez de Montiel intervir providencialmente. Numa boa subida de Yamal pela lateral, o cruzamento encontrou Ferran Torres (que havia substituído Oyarzabal), que cabeceou, mas novamente Dibu Martínez estava bem posicionado para defender, mantendo o placar inalterado e a esperança argentina.

Aos 29 minutos do segundo tempo, De la Fuente optou por reforçar o ataque, colocando Nico Williams e Merino em campo, o que intensificou ainda mais a pressão sobre a defesa argentina. Apesar do controle total da Espanha, que acumulou 13 finalizações, a eficiência na conversão dessas chances em gols era o grande desafio. As oportunidades claras, aquelas que fazem o coração do torcedor disparar, foram poucas, e o resultado se mantinha empatado, estendendo a emoção para a prorrogação.

A única chance argentina significativa no segundo tempo veio de uma rara troca de passes e um cruzamento fechado de Simeone, que o goleiro espanhol Unai Simón defendeu com segurança. Nos momentos finais dos acréscimos, a situação da Argentina se complicou ainda mais com a expulsão de Enzo Fernández, que recebeu o segundo cartão amarelo. Antes do apito final do tempo regulamentar, Yamal ainda cobrou uma falta com perigo, mas Dibu Martínez voou para espalmar, garantindo que a partida fosse para o tempo extra.

Momentos cruciais do segundo tempo antes da prorrogação

Ao final dos 53 minutos do segundo tempo, o árbitro encerrou o tempo regulamentar da partida, confirmando que a decisão da final seria estendida para mais 30 minutos de prorrogação, diante da igualdade no placar.

Aos 52 minutos, Lamine Yamal cobrou uma falta de perna esquerda com grande perigo, mas Dibu Martínez fez uma defesa espetacular, voando para mandar a bola para escanteio e evitar o gol espanhol.

A Espanha teve uma falta perigosa para cobrar na entrada da área argentina aos 51 minutos, criando mais uma chance de ameaçar o gol adversário antes do fim do tempo regulamentar.

Aos 50 minutos, Cucurella tocou para Ferran Torres, que foi derrubado com falta perigosa na entrada da área por Paredes, que já carregava um cartão amarelo.

A equipe espanhola continuava a trocar passes no campo ofensivo aos 50 minutos, buscando espaços e organizando suas jogadas de ataque com determinação.

Ainda aos 50 minutos, houve um breve momento em que Cucurella cobriu a boca, mas o jogo foi rapidamente retomado pelo árbitro.

Messi reclamou aos 49 minutos de um lance em que Cucurella tapou a boca durante uma discussão com o craque argentino, gerando um momento de controvérsia em campo.

Aos 49 minutos, Enzo Fernández, que havia sido expulso, deixou o gramado, forçando a Argentina a jogar com um a menos nos minutos finais do tempo regulamentar.

Os jogadores argentinos reclamaram intensamente com o árbitro aos 48 minutos, após a decisão que levou à expulsão, resultando na paralisação momentânea da partida.

Aos 47 minutos do segundo tempo, Enzo Fernández cometeu uma falta duríssima em Cubarsí, recebeu o segundo cartão amarelo e foi expulso de campo, deixando a Argentina em desvantagem numérica.

Nesse mesmo minuto, Simeone recebeu a bola na direita e arriscou um chute, que não levou perigo significativo ao gol da Espanha.

Aos 46 minutos, Messi tentou uma jogada no meio-campo, mas foi derrubado por um bloqueio de Laporte, que impediu a progressão do craque argentino, resultando em falta para a Argentina.

O árbitro concedeu 4 minutos de acréscimos aos 45 minutos do segundo tempo, estendendo a etapa final e a oportunidade para um gol decisivo.

Aos 44 minutos, Messi recebeu a bola no lado direito, mas foi desarmado por Cucurella, que mandou a bola para a lateral.

Aos 43 minutos, Rodri dominou a bola na frente da área e, mesmo com espaço para avançar, optou por um chute de longe, que acabou indo para fora, sem ameaçar o gol.

Nesse mesmo minuto, a Argentina tinha dificuldades para sair jogando, e a Espanha recuperava a posse de bola com frequência.

Nico Williams tentou passar entre dois adversários aos 43 minutos, mas Molina fez o desarme, impedindo a progressão do atacante espanhol.

A Espanha trocava passes no campo ofensivo aos 42 minutos, mantendo a pressão e buscando a melhor oportunidade para finalizar.

Aos 41 minutos, a Espanha construiu uma jogada trabalhada com Rodri e Yamal no campo ofensivo. Merino acelerou e acionou Ferran Torres na frente, que chutou de primeira, mas a finalização saiu mascada e para fora.

Ainda aos 41 minutos, a Espanha trocava passes no campo defensivo, organizando sua saída de bola e preparando novas investidas.

Aos 40 minutos, a Espanha continuava a trocar passes no campo ofensivo, quando Mac Allister fez o corte no domínio de Pedro Porro, mandando a bola para a lateral.

Yamal enfiou a bola para Ferran Torres aos 39 minutos, que cruzou em cima de Medina, e a bola saiu pela lateral direita.

Messi tentou organizar a jogada ofensiva argentina aos 39 minutos, mas a Espanha conseguiu retomar a posse de bola.

A Espanha demonstrava combatividade no campo ofensivo, recuperando a bola com frequência aos 38 minutos, mantendo a iniciativa no ataque.

A Argentina trocava passes com Dibu Martínez no campo defensivo aos 37 minutos, tentando respirar e construir suas jogadas desde a retaguarda.

Nesse mesmo minuto, Enzo Fernández foi advertido com cartão amarelo por reclamar veementemente de uma falta não marcada em cima dele, em uma disputa com Laporte.

A Espanha persistia na troca de passes no campo ofensivo aos 36 minutos, com o objetivo de abrir espaços na defesa argentina.

Aos 35 minutos, a Espanha cobrou um escanteio curto e, em uma jogada bem trabalhada por Nico Williams, Laporte cabeceou com perigo, exigindo uma boa defesa de Dibu Martínez.

Pedri tocou a bola para Pedro Porro na direita aos 34 minutos, que cruzou para a área. Tagliafico fez o bloqueio, cedendo mais um escanteio para a Espanha.

A equipe espanhola continuava a trocar passes no meio-campo aos 34 minutos, buscando pacientemente a melhor oportunidade para avançar e atacar.

Aos 33 minutos, a Espanha recomeçou o jogo com Unai Simón, após uma interrupção na partida.

Nesse mesmo minuto, em um cruzamento de escanteio, Cubarsí subiu para tentar a cabeçada, mas não conseguiu acertar a bola para finalizar.

Aos 31 minutos, Cubarsí arriscou um chute de longe, e Dibu Martínez rebateu para o lado. Merino correu para evitar a saída de bola pela linha de fundo e manteve a jogada viva.

Também aos 31 minutos, Pedri dominou a bola no campo ofensivo e chutou no centro do gol, levando Dibu Martínez a realizar mais uma defesa.

Paredes chegou nas costas de Merino em uma disputa de bola pelo alto no meio-campo aos 30 minutos, cometendo falta a favor da Espanha.

Aos 29 minutos, a Espanha realizou duas substituições importantes: Merino entrou no lugar de Dani Olmo no meio-campo.

No mesmo minuto, Nico Williams foi acionado para o lugar de Baena no ataque, buscando dar mais fôlego e velocidade ao setor ofensivo.

Nico Williams e Merino se preparavam para entrar em campo pela Espanha aos 28 minutos, aguardando a autorização do árbitro para as substituições.

A Espanha recuperou a posse de bola e trocava passes no meio-campo aos 28 minutos, controlando o ritmo da partida.

Aos 27 minutos, Mac Allister lançou Tagliafico no lado esquerdo, mas o jogador argentino não conseguiu dar sequência à jogada, e a defesa da Espanha se recompôs.

A Argentina trocava passes no campo defensivo aos 26 minutos, tentando organizar sua saída de bola e aliviar a pressão.

Nesse mesmo minuto, Cucurella errou um passe no lado esquerdo, e a Argentina conseguiu retomar a posse de bola.

O jogo foi reiniciado aos 25 minutos, após uma pausa para hidratação dos jogadores, momento essencial para o preparo físico em uma partida tão intensa.

A Argentina também realizou uma substituição aos 25 minutos, com Medina entrando no lugar de Cuti Romero na defesa.

Aos 24 minutos, Simeone foi acionado para o lugar de De Paul, visando mudar a dinâmica do meio-campo e ataque argentinos.

As estatísticas de finalizações aos 23 minutos do segundo tempo mostravam a superioridade espanhola, com 8 tentativas (5 no gol) contra nenhuma da Argentina.

Em relação à posse de bola aos 22 minutos, a Espanha detinha 51%, a Argentina 44%, com 5% em disputa, indicando um controle ligeiramente maior por parte dos espanhóis.

O árbitro aproveitou o momento aos 22 minutos para interromper a partida para uma pausa de hidratação, permitindo que os jogadores se recuperassem fisicamente.

Romero ficou caído no gramado aos 22 minutos, exigindo a atenção da equipe médica.

Aos 21 minutos, Yamal se livrou de dois marcadores, chegou à linha de fundo e cruzou para a área. Ferran Torres subiu e cabeceou em cima de Dibu Martínez, que fez mais uma defesa crucial.

Aos 20 minutos, Baena fez uma jogada perigosa pela esquerda, driblou o marcador e cruzou para a área. Tagliafico subiu de cabeça e mandou para escanteio, o sexto a favor da Espanha na partida.

Simeone e Medina se preparavam para entrar em campo pela Argentina aos 20 minutos, aguardando suas substituições.

Na cobrança do segundo escanteio, a bola ficou perigosamente viva dentro da área aos 20 minutos, mas nenhum jogador conseguiu finalizar, e a defesa argentina afastou o perigo.

Aos 19 minutos, Yamal cobrou um escanteio por baixo, a zaga argentina afastou, mas a Espanha teve uma nova oportunidade de cruzamento. Paredes subiu, tocou de cabeça e mandou para escanteio novamente.

Aos 18 minutos, os jogadores espanhóis trocaram passes na frente da área argentina, e Dani Olmo ajeitou e chutou para o gol. Dibu Martínez defendeu, mandando a bola para escanteio.

A Espanha continuava a trocar passes no campo ofensivo aos 18 minutos, buscando a melhor forma de penetrar na defesa argentina.

Aos 17 minutos, Yamal avançou contra dois marcadores pelo lado direito e foi derrubado por Tagliafico. No entanto, o árbitro não marcou a falta, e o jogo seguiu com tiro de meta para a Argentina.

Otamendi cometeu falta em Ferran Torres perto da área argentina aos 16 minutos, resultando em uma paralisação do jogo.

A Espanha realizou mais duas substituições aos 16 minutos: Pedri entrou em campo, substituindo Fabián Ruiz.

Ao mesmo tempo, Ferran Torres foi acionado para o lugar de Oyarzabal, buscando renovar as opções ofensivas da equipe.

Aos 15 minutos, Yamal cobrou uma falta que bateu direto na barreira. A bola sobrou para Baena, que cruzou em cima da marcação, sem sucesso.

Ferran Torres e Pedri se preparavam para entrar no time da Espanha aos 14 minutos, aguardando a oportunidade para suas substituições.

Aos 14 minutos, Pedro Porro dominou a bola na frente da área e foi parado com uma falta perigosa cometida por Paredes.

Yamal perdeu a bola no meio-campo aos 13 minutos, mas rapidamente se recuperou e conseguiu desarmar Enzo Fernández, demonstrando sua agilidade.

A Espanha trocava passes no meio-campo aos 13 minutos, controlando a posse e procurando espaços.

A Argentina também realizou uma substituição aos 12 minutos, com Molina entrando no lugar de Montiel na lateral-direita.

Aos 10 minutos do segundo tempo, a Espanha criou uma jogada de perigo com uma enfiada de Cubarsí para a infiltração de Dani Olmo na área argentina. Ele cruzou para a área, em direção a Cucurella, que aparecia na marca do pênalti, mas Montiel se adiantou e fez um toque providencial para escanteio, evitando o gol.

A Espanha continuava pressionando aos 9 minutos, chegando ao ataque com Oyarzabal comandando a jogada. No entanto, ele não recebeu a bola de volta na tabela, com um toque curto de Fabián Ruiz, e a equipe não conseguiu finalizar.

Aos 7 minutos, Dani Olmo recebeu a bola na frente, mas foi desarmado por Cuti Romero, que realizou uma boa intervenção defensiva.

Paredes recebeu cartão amarelo aos 6 minutos do segundo tempo por empurrar adversários em uma confusão no meio-campo, após uma falta em Rodri, elevando o tom da partida.

A confusão no meio-campo, aos 6 minutos, teve início após uma falta cometida por Paredes em Rodri, com uma chegada por trás no jogador espanhol.

A Espanha recuperou a posse de bola aos 5 minutos, e Yamal fez uma jogada de pura habilidade, livrando-se de dois marcadores com um drible.

A Argentina trocava passes no campo ofensivo aos 5 minutos, quando Baena chegou atrasado em Montiel e cometeu uma falta.

Baena cometeu falta em De Paul, chegando por trás no campo defensivo da Argentina aos 4 minutos.

Lautaro Martínez e Molina receberam instruções para entrarem em campo em breve aos 4 minutos, indicando as próximas substituições argentinas.

A Argentina trocava passes no campo defensivo aos 3 minutos, sob a marcação avançada da Espanha, que não dava trégua.

Aos 3 minutos, sob intensa pressão, a Espanha recorreu a Unai Simón, que despachou a bola para a frente. A posse, então, foi para Dibu Martínez, que recomeçou o jogo para a Argentina.

Linha do tempo: os lances mais importantes da partida até agora

  • 2 min 1T (Prorrogação): Dibu Martínez realiza defesa incrível em cabeceio de Nico Williams, salvando a Argentina.
  • 5 min 1T (Prorrogação): Gol da Espanha marcado por Nico Williams é anulado após marcação de falta de Merino em Otamendi.
  • 8 min 1T (Prorrogação): Dibu Martínez recebe atendimento em campo, causando breve paralisação.
  • 12 min 1T (Prorrogação): Merino, da Espanha, cabeceia para fora após cruzamento de Nico Williams, perdendo chance de abrir o placar.
  • 47 min 2T (Tempo Regulamentar): Enzo Fernández, da Argentina, recebe o segundo cartão amarelo e é expulso.
  • 52 min 2T (Tempo Regulamentar): Dibu Martínez faz defesa espetacular em cobrança de falta perigosa de Lamine Yamal.
  • Fim do tempo regulamentar: Árbitro encerra a etapa, levando a final para a prorrogação.

Jeronimo Santos é colaborador da redação do Mix Vale, portal de notícias com cobertura de Brasil e mundo. Produz conteúdo nas editorias de economia e benefícios, com foco em informação de serviço para o leitor brasileiro. Escreve para o portal desde 2016: Formação: Marketing

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