Dois helicópteros militares se chocaram no ar em 2 de agosto de 2026, enquanto auxiliavam no controle de incêndios florestais na Grécia, conforme informações de autoridades locais. As aeronaves transportavam um total de quatro tripulantes no momento do incidente.
O impacto ocorreu em uma área costeira, aproximadamente 40 quilômetros a oeste da capital Atenas, desencadeando imediatamente esforços de resgate, de acordo com o corpo de bombeiros grego. A situação sublinha a periculosidade enfrentada pelos profissionais que combatem as chamas.
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“Durante a operação de combate aéreo a incêndios, dois helicópteros do tipo Bell, contratados pelo Corpo de Bombeiros, com tripulação de dois integrantes cada, caíram na região mais ampla de Psatha, na Ática. (…) A operação de busca e resgate está em andamento”, comunicou o órgão.
Até a última atualização sobre o caso, o Corpo de Bombeiros não havia divulgado informações sobre possíveis mortos ou feridos resultantes da colisão.
Imagens que circulam em plataformas digitais capturaram o momento da colisão. Em uma das cenas, um dos helicópteros se aproxima do outro, que estava acima, até que os dois se atingem. O aparelho em posição inferior explode e cai instantaneamente, enquanto o outro perde o controle.
Esforços contra incêndios florestais se intensificam no país
No mesmo 2 de agosto de 2026, bombeiros gregos continuavam a lutar contra um vasto incêndio florestal que já havia consumido mais de 100 residências a noroeste de Atenas. Um novo foco de fogo também forçou a evacuação de áreas na ilha turística de Cefalônia.
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A imprensa grega estima que mais de 10 mil hectares de floresta podem ter sido destruídos no país até o momento. Este cenário reflete um verão europeu particularmente seco e quente, com diversas ondas de calor batendo recordes históricos.
Embora os fortes ventos que alimentavam o incêndio em Porto Germeno, no Golfo de Corinto, a 60 quilômetros de Atenas, tenham diminuído, as chamas atravessaram uma montanha ao sul, chegando ao assentamento de Veniza e a um campo de tiro militar, onde ativaram munições não detonadas.
Cerca de 500 bombeiros gregos foram mobilizados, com suporte de veículos, maquinário pesado e aeronaves especializadas no combate a incêndios, além de reforços vindos da França e da Romênia.
A Grécia é parte de um quadro mais amplo na Europa, onde diversos países enfrentam incêndios florestais severos neste verão. A falta de chuvas e as ondas de calor recorde são condições que, segundo cientistas, podem ter sido agravadas pelas mudanças climáticas, aumentando os riscos para as operações de combate.
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Na localidade de Agios Konstantinos, moradores se esforçavam para frear o avanço do fogo. Tasos Tzempelikos, de 61 anos, que jogava água nas chamas com o filho, comentou: “O incêndio começou na noite passada, é certo que eles não podem estar em todos os lugares. Nós, como moradores, estamos fazendo tudo o que podemos”.
Há um grande esforço em andamento para evitar que o fogo em Veniza chegue à cidade costeira vizinha de Megara, conforme veiculado por publicações gregas.
