Voo no Canadá é cancelado após criança se recusar a usar cinto e ficar em pé na poltrona
Um voo foi cancelado em 8 de agosto de 2026 depois que uma criança com menos de dois anos de idade se recusou a permanecer sentada em seu assento. A tripulação e os pais não conseguiram fazer com que o menor afivelasse o cinto de segurança, levando ao desembarque obrigatório da família. A sequência de trâmites burocráticos resultou em um atraso que impossibilitou a decolagem.
O incidente ocorreu em uma aeronave da Porter Airlines, partindo do terminal do Aeroporto Internacional de Victoria (YYJ), localizado na Colúmbia Britânica, Canadá. A viagem tinha como destino a cidade de Toronto.
A aeronave já havia deixado a área do terminal e estava se dirigindo à pista de decolagem quando membros da tripulação notaram a criança em uma condição de insegurança a bordo.
Diante da incapacidade de fazer com que a criança sentasse e utilizasse o cinto de segurança, o piloto precisou levar o avião de volta ao terminal. Lá, a família foi solicitada a sair da aeronave.
“A aeronave não pôde decolar nessas condições inseguras, então a tripulação optou por retornar ao terminal e fazer com que os passageiros desembarcassem”, disse a Porter Airlines em um comunicado oficial.
Contudo, o tempo gasto na abordagem inicial, no desembarque da família e na conclusão da documentação necessária para a situação provocou um atraso considerável. A decolagem ficou agendada para após as 00h30, horário local, momento em que a pista do aeroporto já se encontra fechada, resultando no cancelamento definitivo do voo.

A companhia aérea Porter Airlines expressou desculpas pelo transtorno causado aos demais passageiros. Consequentemente, a viagem foi reagendada para o dia seguinte ao incidente.
Conforme informações disponíveis no site da Porter Airlines, é obrigatório o uso de cadeirinhas ou outros dispositivos de retenção infantil para bebês com idade inferior a dois anos que estejam ocupando um assento individual na aeronave.
“A Transport Canada recomenda enfaticamente o uso de um dispositivo de retenção infantil aprovado para todas as fases do voo. Ele oferece o mais alto grau de proteção para seu bebê ou criança e seu uso durante o voo ajudará em caso de turbulência inesperada”, informou a agência reguladora.

















