Técnico do Manchester City explica critério que impede Haaland de ser capitão após saída de Bernardo Silva
O novo comandante do Manchester City, Enzo Maresca, indicou, em 11 de agosto de 2026, que Erling Haaland tem poucas chances de ser o próximo capitão do time. A decisão vem após a saída de Bernardo Silva, que se transferiu para o Real Madrid. O motivo apontado pelo técnico é a alta capacidade do atacante norueguês de marcar gols.
Maresca detalhou sua política de liderança, afirmando que já a aplicava em clubes anteriores. “No Leicester e no Chelsea, eu tinha uma regra de que, quando marcávamos um gol, o capitão tinha que ir até o banco de reservas. Não para comemorar, mas para receber instruções. Se Erling for o capitão, temos um problema”, contou o treinador, referindo-se à necessidade de manter o capitão próximo para orientações táticas e o impacto que isso teria em um artilheiro como Haaland.
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Durante os jogos de preparação na Ásia, o defensor Rúben Dias foi o atleta escolhido por Maresca para usar a braçadeira de capitão.
O técnico exemplificou a aplicação da regra com Dias. “No jogo de quarta-feira, quando marcamos o primeiro gol, Rúben veio para o banco de reservas. Acho que mesmo que sejam apenas dois ou três minutos, sempre há algo a ajustar”, explicou.
Em outra movimentação do mercado de transferências, o Manchester City não aceitou uma oferta do Barcelona pelo meio-campista Rodri.
Nas partidas iniciais sob a gestão de Maresca, Haaland esteve ausente dos gramados. O atacante norueguês teve um período de descanso estendido devido à Copa do Mundo e não participou da etapa de pré-temporada.
A estreia oficial do Manchester City na temporada 2026/27 está marcada para o próximo fim de semana. O time terá como adversário o Arsenal, em jogo válido pela Supercopa da Inglaterra.

















