O adicional de R$ 150 no Bolsa Família, conhecido como Benefício Primeira Infância (BPI), continuará a ser concedido em 2026 às famílias que atenderem aos requisitos do programa. O valor adicional é especificamente direcionado a famílias com crianças de 0 a 6 anos incompletos e pode aumentar consideravelmente o pagamento mensal, desde que todas as informações estejam corretamente atualizadas no Cadastro Único.
Criado com o objetivo de fortalecer a rede de proteção social na primeira infância, o Benefício Primeira Infância assegura R$ 150 para cada criança nessa faixa etária. Esse montante é somado ao valor base do Bolsa Família, que atualmente está fixado em R$ 600, segundo informações do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).
Dados oficiais indicam que 8,4 milhões de crianças receberam o benefício extra em dezembro de 2025, o que reafirma a importância e a continuidade dessa complementação como um dos pilares do programa.
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Atualização do Cadastro Único é fundamental para garantir o benefício
O governo federal utiliza o Cadastro Único (CadÚnico) como ferramenta essencial para identificar automaticamente as famílias elegíveis aos benefícios adicionais. É com base nessas informações que o sistema processa e libera os valores extras.
Caso dados importantes como o nascimento de uma criança, uma gestação ou a mudança de faixa etária não estejam devidamente atualizados, o adicional não será depositado de forma automática. A falta de regularização desses dados pode resultar na não concessão do bônus, mesmo que a família tenha o direito ao valor.
Conheça outros pagamentos complementares do Bolsa Família
Além do valor extra de R$ 150, o programa oferece outros complementos financeiros, que variam conforme a composição familiar:
- Benefício Primeira Infância: R$ 150 para cada criança de 0 a 6 anos.
- Benefício Variável Familiar: R$ 50 para gestantes e jovens entre 7 e 18 anos.
- Benefício Nutriz: R$ 50 para bebês de até 6 meses de idade.
Estes valores podem ser acumulados, permitindo que as famílias recebam um montante total maior a cada mês.

